Rádio Observador

Praia

Mais de 660 praias disponíveis este verão em Portugal

Este verão há mais de 530 praias marítimas e quase 130 fluviais por onde passear. Em alguns locais a época balnear já abriu, noutros só acontece a partir de junho ou julho.

LUÍS FORRA/LUSA

Mais de 530 praias marítimas e quase 130 fluviais estão disponíveis este verão no país, a maioria das quais entre junho e setembro, segundo uma portaria publicada em Diário da República.

A portaria, publicada na terça-feira, identifica as águas balneares costeiras e de transição e as águas balneares interiores, refere a duração da respetiva época balnear, qualifica as praias de banhos e identifica as praias de uso limitado para este ano no Continente e nas Regiões Autónomas.

A concessão na generalidade das 537 praias marítimas funciona entre junho e setembro, mas há exceções, como as praias do concelho de Cascais, em Lisboa, que já estão a funcionar desde dia 1 de maio, e as de Albufeira, no Algarve, cuja concessão funciona a partir de 15 de maio.

Destas 537 praias marítimas, há 25 na Madeira, 22 nos Açores, cinco no Norte, duas no Centro, cinco no Tejo e Oeste e nove no Algarve que não estão qualificadas como praias de banhos por, à data da publicação da portaria, não estar assegurada a vigilância a banhistas.

Na região Norte, a época balnear decorre entre 15 de junho e 16 de setembro em todas as 115 praias marítimas. No Centro, a primeira a abrir é a Praia da Vieira, na Marinha Grande, em Leiria, de 1 de junho até 30 de setembro. O Centro tem 43 praias marítimas, com datas de abertura entre 1 de junho e 1 de julho e encerramento entre 2 e 30 de setembro.

Na região Tejo e Oeste são 104 as praias marítimas, as primeiras das quais já abriram a 1 de maio e localizam-se no concelho de Cascais. São também as últimas a fechar, a 30 de setembro. A generalidade das praias desta zona abre em meados de junho e fecha em meados de setembro. A praia do Salgado, na Nazaré, só abre a 1 de julho.

Nesta zona, têm uso limitado as praias da Bafureira, em Cascais, Peralta e Valmitão, na Lourinhã, Coxos, em Mafra, Praia d’El Rei e Rei do Cortiço, em Óbidos, S. Bernardino, em Peniche, Adraga, Magoito e S. Julião, em Sintra, e Formosa, em Torres Vedras.

As praias do Ouro e Califórnia, em Sesimbra, são as primeiras das 34 praias do Alentejo a abrir, funcionando entre 30 de maio e 16 de setembro. A praia de Alteirinhos, em Odemira, está qualificada como tendo uso limitado.

No Algarve, há 113 praias marítimas e as primeiras a abrir são as do concelho de Albufeira, que funcionam entre 15 de maio e 15 de outubro.

Nos Açores, são 70 praias marítimas, algumas das quais a funcionar a partir de 1 de junho e até 30 de setembro. A exceção é o ilhéu de Vila Franca do Campo, em São Miguel, que encerra a 14 de outubro.

A generalidade das 54 praias marítimas que tem a Madeira funciona entre o princípio de junho e o final de setembro, mas têm uso limitado as praias de Ribeira do Natal (Machico), Madalena do Mar (Ponta do Sol), Porto Santo — Calheta (Porto Santo) e Ponta Delgada (S. Vicente).

Quanto às praias interiores, a portaria indica um total de 128 disponíveis de norte a sul do país, 37 das quais no Norte, 42 no Centro, 44 no Tejo e Oeste, quatro no Alentejo e uma no Algarve. As praias fluviais abrem entre 15 de junho e 1 de julho e encerram entre 30 de agosto e 23 de setembro.

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros de órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

Não custa nada – ou custa muito pouco. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)