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“Não suporta comissões bancárias?” Eis as soluções

Se passa a vida a queixar-se do seu banco, é porque chegou a hora de mudar. Aqui está a chave para transformar as suas queixas e problemas em soluções.

Em 2017, o Banco de Portugal (BdP) recebeu mais de 15 mil reclamações por parte de clientes bancários. O número reflete um aumento de 8,1% face ao ano anterior. Não há como fugir à questão: o que é que as pessoas não suportam nos seus bancos? Várias coisas. Entre elas, as comissões associadas ao crédito à habitação, que lideram a lista de ‘irritações’ dos portugueses em relação aos bancos. E mais recentemente, depois de muitos bancos terem aumentado os custos associados às comissões e transferências, não são raros os consumidores zangados, à procura de  alternativas.

Qual é a sua ‘irritação’?

  1. Crédito habitação
  2. Transferências bancárias
  3. Juros cartão de crédito
  4. Comissões bancárias
  5. Comissões dos cartões
  6. Crédito pessoal
  7. Atrasar créditos

Desafiamo-lo a fazer um teste simples. São 7 questões de resposta direta que permitem avaliar a satisfação em relação ao seu banco. E mais: para cada mal, apresentamos um remédio. Ou seja, sempre que responder ‘sim’ à questão sobre o problema, encontra de seguida a solução. Está pronto?

Problema 1: Irrita-se com as comissões associadas ao crédito habitação?

Se está à procura da primeira casa, sabe bem que todos os cêntimos são importantes para poupar, de forma a conseguir reunir dinheiro para a entrada e para pagar todas as despesas inerentes à contratação do crédito habitação. Uma dessas despesas é a comissão de estudo de dossiê. Muitos consumidores sentem-se revoltados com o valor que os bancos cobram para analisar o processo antes da contratação do empréstimo, até porque esta comissão pode ser cobrada independentemente da aprovação do financiamento. Ou seja, mesmo que o banco não aprove o crédito ou o cliente não aceite as condições, não há lugar à devolução desta comissão, que ronda, em média, os 250 euros.

Solução: Para cada mal, um remédio. O Montepio está a oferecer a comissão de estudo de dossiê do crédito habitação numa nova oferta bancária chamada 15 em 1 | Serviço Máximo. Além de poupar cerca de 250€, tem a certeza de que fará um crédito responsável. Guarde estes conselhos: não olhe só para o spread na hora de comparar propostas entre bancos, porque a taxa que conta realmente e que inclui todos os custos e comissões é a TAEG. Considere fazer simulações com taxa variável, mas também taxa fixa. Lembre-se que as taxas vão começar a subir, e com elas, subirão as prestações do crédito. Crédito responsável!

Problema 2: Sente-se ‘roubado’ de cada vez que paga para fazer uma transferência?

Se respondeu sim, é porque ainda faz parte dos muitos portugueses que pagam para fazer transferências, ou dos que não pagavam e agora passaram a pagar.

Solução: Na verdade aqui tem várias soluções. Se a sua preocupação é apenas não pagar transferências, então tem o multibanco. Apesar de ter de se deslocar, de não poder fazer agendar transferências mensais e de ter um limite no valor a transferir, o custo ainda é zero euros.

Se o seu objetivo é poder fazer as transferências que quiser, como quiser, e do valor que pretender – sem limites ou preocupações – mantendo uma relação à distância ou no balcão, então o Montepio tem o melhor de dois mundos.

O banco está a oferecer transferências ilimitadas nos canais automáticos – sem custos – aos subscritores da solução 15 em 1 | Serviço Máximo, que tem 15 vantagens (incríveis) numa só conta.

Assim sendo, só continua a pagar transferências quem quiser.

Problema 3: Os juros do cartão de crédito são pesadíssimos

É verdade que o cartão de crédito dá muito jeito, mas os juros acumulados são o preço a pagar para quem recorre a este meio de pagamento como a única forma de fazer face a algumas despesas.

Soluções:

  1. Use o cartão de crédito de forma inteligente, isto é, liquide a dívida a 100% ao fim do mês, que é a melhor forma de garantir que não paga juros.
  2. Se quer usar o cartão à vontade, sem ter de pagar juros por isso, então o melhor cartão de crédito é o do Montepio. O banco está a oferecer 0% na taxa de juro do cartão de crédito em 2018, para quem subscrever a solução 15 em 1 | Serviço Máximo. Na prática isto significa que pode usar crédito para as férias, para o regresso às aulas ou outras despesas extra, sem ter de pagar mais por isso. Vale a pena aproveitar esta vantagem, enquanto dura.

Problema 4: As comissões bancárias injustificadas tiram-no do sério?

Provavelmente é umas das pessoas que estavam isentas do pagamento de comissões bancárias e que agora passaram a pagar. Elas não matam, mas moem, verdade? Sobretudo quando o valor cobrado não oferece mais e melhor serviço pelo que se paga.

Soluções:

  1. Contas de serviços mínimos: já ouviu falar?
    Se o que quer do seu banco é o mínimo, apenas os serviços bancários essenciais e não precisa de ter outra conta em seu nome em Portugal, esta esta opção garante que não pagará mais do que 5€ anuais.
  2. Serviço Máximo: já ouviu falar?
    O Montepio lançou 15 em 1 | Serviço Máximo, uma nova oferta que – tal como o nome indica oferece serviço máximo aos clientes. São 15 vantagens numa só conta, em que a única coisa que é mínima é o preço. São apenas 2€ por mês para ter acesso a um mundo de vantagens: acesso prioritário e descontos nas Residências Montepio, serviços de Apoio Domiciliário e Teleassistência; Devolução de 5% das despesas domésticas até 85€ por ano; Oferta de 25€ para começar ou reforçar uma poupança para as crianças (e só este voucher já paga o custo mensal da conta durante um ano).

A isto se chama serviço máximo ao mínimo preço. Ora veja!

Problema 5: Incomoda-o ter de pagar para ter um cartão de débito ou crédito, além de todas as comissões?

Não bastava ter de pagar as comissões de manutenção e outras mensalidades como ainda ser obrigado a gastar dinheiro para ter um cartão. A verdade é que se multiplicar as comissões de emissão e manutenção pelos vários cartões e contas, arrisca-se a ter uma surpresa. Os valores associados aos serviços bancários não são muito elevados, mas ao fim do mês, e do ano, são uma fatura pesada.

Solução: Caso subscreva a solução 15 em 1 | Serviço Máximo, não paga nem comissões de manutenção da conta à ordem, nem comissão de emissão e anuidades dos cartões de débito, nem tão pouco as mensalidades dos cartões de créditos associados à conta à ordem. Poupa uma pequena fortuna.

Problema 6: Gostava de não ter de pagar comissão para contratar um crédito individual?

Se vai pedir um crédito individual, é porque está a precisar de dinheiro. Pede uma simulação e percebe que, além dos juros, ainda tem de pagar uma comissão de contratação do crédito individual. É natural que fique irritado.

Solução: Mas anime-se. Há forma de escapar a mais esta despesa. Os subscritores da solução 15 em 1 | Serviço Máximo ficam isentos da comissão de contratação de um crédito individual.

Problema 7: Receia ficar com o nome na lista negra do Banco de Portugal?

Os imprevistos acontecem. Atrasar-se no pagamento da prestação de um crédito ou ‘distrair-se’ e ficar com alguns euros negativos na conta pode colocá-lo na lista negra do Banco de Portugal, ‘manchando’ o seu nome e situação bancária.

Solução: Evitar este tipo de situação é simples: o Montepio antecipa aos subscritores desta nova solução até 100% do ordenado domiciliado. Desta forma, terá à sua disposição outro ‘ordenado’, além do seu, para gastar como bem entender. Esta vantagem é particularmente útil para quem costuma chegar à segunda metade do mês com a conta perto de zero.

Diz-se, em bom português, que “quem está mal, muda-se”. Se, a esta altura, não consegue responder à questão ‘O que o faria mudar de banco?’, aconselhamo-lo a consultar as restantes vantagens da solução 15 em 1| Serviço Máximo.

Todos os problemas se resolvessem assim com apenas 2€ por mês.

Porquê contentar-se com o mínimo quando pode ter o máximo?

Agora que entramos em 2019...

...é bom ter presente o importante que este ano pode ser. E quando vivemos tempos novos e confusos sentimos mais a importância de uma informação que marca a diferença – uma diferença que o Observador tem vindo a fazer há quase cinco anos. Maio de 2014 foi ainda ontem, mas já parece imenso tempo, como todos os dias nos fazem sentir todos os que já são parte da nossa imensa comunidade de leitores. Não fazemos jornalismo para sermos apenas mais um órgão de informação. Não valeria a pena. Fazemos para informar com sentido crítico, relatar mas também explicar, ser útil mas também ser incómodo, ser os primeiros a noticiar mas sobretudo ser os mais exigentes a escrutinar todos os poderes, sem excepção e sem medo. Este jornalismo só é sustentável se contarmos com o apoio dos nossos leitores, pois tem um preço, que é também o preço da liberdade – a sua liberdade de se informar de forma plural e de poder pensar pela sua cabeça.

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