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Presidente de sindicato da PSP em greve de fome hospitalizado no São Francisco Xavier

Este artigo tem mais de 5 anos

Peixoto Rodrigues estava em greve de fome desde terça-feira e foi levado para o hospital São Francisco Xavier durante a madrugada deste sábado "dada a evolução da sua debilidade física".

O presidente do Sindicato Unificado da PSP (à direita) estava em greve "por tempo indeterminado", desde terça-feira
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O presidente do Sindicato Unificado da PSP (à direita) estava em greve "por tempo indeterminado", desde terça-feira

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O presidente do Sindicato Unificado da PSP (à direita) estava em greve "por tempo indeterminado", desde terça-feira

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O presidente do Sindicato Unificado da PSP, Ernesto Peixoto Rodrigues, foi hospitalizado na madrugada deste sábado — ao quinto dia de uma greve de fome que iniciou na passada terça-feira –, anunciou a Federação Nacional dos Sindicatos de Polícia (FENPOL) no Facebook e confirmou o Observador junto do presidente, Pedro Magrinho. “Informamos que o colega Peixoto Rodrigues foi evacuado pelo INEM para unidade hospitalar há momentos, dada a evolução da sua debilidade física”, lê-se na publicação da FENPOL.

Foi Pedro Magrinho, aliás, que chamou a ambulância por volta da 1h00 da madrugada, quando notou que Peixoto Rodrigues “reunia um conjunto de situações físicas que motivavam preocupação”, embora este tivesse resistido à ideia de ser hospitalizado. Segundo o presidente da FENPOL, além de não comer desde terça-feira, Peixoto Rodrigues “não estava a tomar a medicação que toma habitualmente”, por opção sua.

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Uma ambulância do INEM deslocou-se ao local e o presidente do Sindicato Unificado da PSP acabou por ser transportado de ambulância para o hospital São Francisco Xavier. Lá realizou “vários exames e teve alta ao princípio da manhã“. Agora, terá de permanecer em “repouso absoluto por um período de oito dias“, disse ainda Pedro Magrinho ao Observador.

Outros dirigentes acabaram por impor que Ernesto Peixoto terminasse a greve de fome, tendo inclusive levado todos os objetos que este tinha deixado num banco nos jardins em frente à frente do Palácio de Belém.

Ele sente que não conseguiu vencer esta luta, como sentem todos os polícias. Mas não vale a pena sacrificar a sua integridade física” disse Pedro Magrinho ao Observador

Ernesto Peixoto termina assim, contra a sua vontade, uma greve de fome que durava desde terça-feira. Pedro Magrinho lamenta que o seu colega não tenha recebido visitas ou mensagens de apoio oficiais por membros do Governo. “Fez de conta que nada se passa. Houve algumas palavras de apreço direcionadas a título individual. Mas oficialmente não houve”, disse, adiantando: “Houve uma visita no local de deputados do CDS, do André Ventura, mas oficialmente, de partidos políticos, não”.

Os polícias prometem, no entanto, “outras formas de manifestação”. Para começar, uma ida ao Parlamento Europeu que será preparada na próxima semana e que terá em conta o estado de saúde do presidente do Sindicato Unificado da PSP.

Polícias querem ser ouvidos no Parlamento Europeu: “Vamos deslocar-nos em massa a Bruxelas”

 
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