Museu do Chiado

Lisboa. Exposição de Rui Macedo interpela outros artistas no Museu do Chiado

O objetivo da mostra é trazer a público pinturas de autores como Miguel Ângelo Lupi ou Columbano Bordalo Pinheiro e Rui Macedo concebeu pinturas exclusivas para o efeito. A exposição abre dia 15.

Emília Ferreira é a curadora da exposição que fica patente até 20 de setembro

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Uma exposição de Rui Macedo, intitulada “(In)dispensável”, com cerca de 20 pinturas inéditas que interpelam outros artistas da exposição permanente do Museu do Chiado, em Lisboa, é inaugurada na terça-feira.

As pinturas de Rui Macedo foram concebidas especificamente para estabelecer um diálogo com a exposição da coleção “Razões e Emoções” interpelando as obras de alguns autores, como Miguel Ângelo Lupi, Columbano Bordalo Pinheiro, Artur Loureiro ou Jorge Pinheiro.

De acordo com uma nota de imprensa do Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, o objetivo deste trabalho é interpelar as obras de outros artistas, e fazê-las ver ao público com uma nova luz.

Intitulada “(In)dispensável ou a pintura que inquieta a coleção do museu”, a mostra, com curadoria de Emília Ferreira, abre ao público a 15 de maio e estará patente até 20 de setembro.

“Recordando-nos que um artista é um caçador-recoletor, um respigador de sentidos, de formas, problemas e propostas, esta exposição relembra-nos que um museu é um local de constante e inquietante descoberta”, aponta o Museu do Chiado. Não apenas porque as exposições vão mudando, mas também porque, “mesmo que [se leve] toda uma vida a olhar para uma obra de arte, ela nunca deixará de surpreender”.

Nesta instalação, que analisa de perto uma escolha de obras da coleção do museu, Rui Macedo “interpela alguns autores e brinca com a própria construção de uma exposição e com o seu edifício, jogando com o que se mostra e o que se esconde em cada obra, em cada coleção e em cada exposição, e em cada espaço”.

A exposição será acompanhada por um catálogo com textos da curadora, de José Luís Porfírio e de Raphael Fonseca.

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