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Desemprego

Número de desempregados inscritos no IEFP atinge em maio valor mais baixo de 28 anos

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IEFP divulgou dados que mostram o números de desempregados nos 305.200 em maio. Ministério do Trabalho sublinhou que se trata do valor mais baixo dos últimos 28 anos.

Em maio havia menos 45 mil pessoas sem trabalho do que no mesmo mês de 2018, o que representa uma descida de 12,9%.

André Afonso / Global Imagens

O número de desempregados inscritos no IEFP foi em maio de 305.200, valor mais baixo em 28 anos, descendo 12,9% face ao período homólogo, refere hoje o Instituto do Emprego e Formação Profissional.

Segundo informação divulgada pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, “trata-se do valor mais baixo em 28 anos, uma vez que é preciso recuar até dezembro de 1991, altura em que havia 296,6 mil desempregados inscritos, para encontrar um número mais baixo de desempregados do que o registado em maio deste ano”.

De acordo com os dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), em maio havia menos 45 mil pessoas sem trabalho do que no mesmo mês de 2018, o que representa uma descida de 12,9%.

Já na comparação mensal, relativamente a abril, a quebra do número de desempregados foi de 5,0%.

O número de jovens desempregados ficou nos 30,1 mil, com uma redução homóloga de 14,2% (-5,0 mil) e com uma diminuição em cadeia de 8,3% (-2,7 mil).

Quanto ao número de desempregados de longa duração inscritos nos serviços de emprego desceu para 136,2 mil, com um decréscimo homólogo de 21,0% (-36,2 mil) e uma redução em cadeia de 3,8% (-5,3 mil).

A redução homóloga do desemprego registado foi transversal a todas as categorias, com destaque para os homens (com uma queda de 14,8%), os adultos com idades iguais ou superiores a 25 anos (com uma descida de 12,7%), os inscritos há um ano ou mais (menos 21%), os que procuravam novo emprego (menos 12,2%), e os que possuem como habilitação escolar o 1.º ciclo básico (menos 18,5%).

A redução foi também transversal a todas as regiões do país, com os decréscimos de 14,5% em Lisboa (menos 15,4 mil) e de 14% no Norte (menos 20,6 mil).

Segundo os dados do IEFP, o desemprego diminuiu em termos homólogos em todos os setores de atividade com exceção de um ligeiro acréscimo nas indústrias extrativas (com mais 154 pessoas), com a maior redução homóloga a ocorrer mais uma vez na construção (menos 24,3).

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