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Turismo

Portugal é o melhor destino turístico do mundo para pessoas com deficiência

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Portugal foi considerado melhor destino turístico do mundo para pessoas com necessidades específicas. É o primeiro prémio desta natureza entregue pela Organização Mundial de Turismo.

Na Europa, há 90 milhões de turistas com necessidades específicas de mobilidade

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Portugal tornou-se o primeiro país a ganhar o prémio “Destino Turístico Acessível 2019” da Organização Mundial do Turismo (OMT), um galardão que distingue os melhores destinos turísticos do mundo para pessoas com deficiência. A contribuir para a vitória portuguesa estiveram o programa “Praia Acessível”, que facilita o acesso a 209 zonas balneares a pessoas com mobilidade reduzida; e o programa “Festivais + Acessíveis”, que adapta os festivais de verão a pessoas com necessidades específicas.

Em comunicado enviado à comunicação social, Ana Mendes Godinho, Secretária de Estado do Turismo, este prémio representa “um grande impulso para que Portugal se torne o destino mais inclusivo do mundo”: “Esta é uma questão de cidadania e este é também um segmento muito importante no Turismo mundial. Ainda há muito a fazer. Quem perde esta carruagem perde o comboio”, comentou.

Também a Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, afirmou que “este é o reconhecimento de um trabalho sólido e estruturado que Portugal tem estado a realizar em matéria de promoção de mais e melhor acessibilidades para todos”: “Este Governo tem dado passos seguros no sentido de transformar Portugal num verdadeiro país inclusivo. É um caminho sem retorno, pois a isso nos obrigam todos aqueles para quem trabalhamos, sejam eles pessoas com deficiência ou condicionadas na sua mobilidade”, acrescentou.

O prémio “Destino Turístico Acessível 2019”  foi entregue esta terça-feira em São Petersburgo, na Rússia, durante a 23ª Assembleia Geral da Organização Mundial do Turismo, e “reconhece o esforço de Portugal na promoção da acessibilidade no Turismo”, considera o ministro da Economia.

Em 2016, por exemplo, foi lançado o programa “All for All” que “cria roteiros acessíveis em todo o país”. A aplicação “Tur4All”, também ela portuguesa, também lista os restaurantes e hotéis preparados para receber pessoas com necessidades específicas. E, nas Escolas de Turismo, o currículo académico passou a incluir cadeiras dedicadas ao turismo acessível. Segundo o comunicado do ministério da Economia, esses programas levaram ao investimento de 20 milhões de euros.

Na Europa, há 90 milhões de turistas com necessidades específicas de mobilidade.

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