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O apoio de quem está na linha da frente aos que ainda estão mais à frente. Forças de segurança prestam tributo aos profissionais de saúde

A ideia partiu da PSP, que lançou o desafio a todas as forças de segurança e organizou uma homenagem aos profissionais de saúde. Magina da Silva, diretor da PSP, não esqueceu os mais de 2100 infetados

  • Texto de Maria Barbosa, fotografia de João Porfírio, André Dias Nobre e Filipe Amorim
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As forças de segurança e os bombeiros homenagearam, esta sexta-feira, todos os profissionais de saúde, sobretudo, aqueles que têm estado diretamente envolvidos no combate à Covid-19. A cerimónia que se desenrolou em vários pontos do país juntou duas das classes profissionais mais expostas ao risco de contágio.

Os seis hospitais envolvidos nesta iniciativa receberam a visita de uma coluna de viaturas de todas as forças que se associaram à cerimónia. Depois da entrega de uma placa de homenagem aos médicos, enfermeiros, auxiliares e demais pessoal de apoio hospitalar, foi tocado o hino nacional. Mas o que mais se ouviu, de norte a sul do país, foram palmas. 

Terminada a conferência  de imprensa após o Conselho de Ministros, que também teve lugar esta sexta-feira, o Ministro Eduardo Cabrita juntou-se a esta homenagem no Hospital Dr. Fernando da Fonseca, onde fez questão de falar aos jornalista para assegurar que a “saúde e a segurança nunca estiveram tão unidas”. Explicou ainda que o “esforço”  que todos os portugueses terão de fazer nas próximas duas semanas de “restrições significativas”, é fundamental para “mitigar os efeitos da pandemia”, e aos poucos permitir um “retorno gradual à normalidade”, disse o Ministro da Administração Interna.

Em Lisboa, junto ao Hospital de Dona Estefânia, Magina da Silva, diretor nacional da Polícia de Segurança Pública, não esqueceu os profissionais de saúde afastados temporariamente dos serviços por estarem infetados com o novo coronavírus: “Este é um gesto muito sentido a todos os profissionais de saúde que estão na linha da frente. É verdade que estamos vários na linha da frente mas uns estão mais à frente, e sem dúvida que são os profissionais de saúde. Infelizmente, creio que são mais de 2100 profissionais infetados, o que demonstra bem o trabalho que têm feito. E nós, enquanto forças de segurança, não nos sentiríamos bem senão prestássemos esta homenagem sentida”.

[Homenagem no Hospital Dr. Fernando da Fonseca, com a presença do ministro Eduardo Cabrita:]

Na quinta-feira, na conferência de imprensa diária sobre a pandemia da Covid-19, António Lacerda Sales, Secretário de Estado da Saúde, revelou que em Portugal há 2.131 profissionais de saúde infetados com o novo coronavírus, entre os quais 396 são médicos e 566 enfermeiros. Somam-se 1.169 assistentes operacionais, técnicos e outros profissionais de saúde infetados.

[Homenagem no Hospital de Santa Maria, em Lisboa:]

Ainda a propósito desta homenagem que decorreu em simultâneo em vários pontos do país, a PSP quis frisar que “desde a eclosão da crise pandémica, os profissionais de saúde têm desempenhado uma missão fundamental na primeira linha do combate ao inimigo invisível e insidioso que ataca a população portuguesa e mundial”.

Além do Hospital de Dona Estefânia, foram também homenageados o Hospital de Santa Maria, Hospital da Cruz Vermelha e José de Almeida (Cascais). Foi ainda visitada a sede do INEM, o Hospital Curry Cabral e Hospital Dr. Fernando da Fonseca (Amadora/Sintra). No Porto, o “ato simbólico” teve lugar nos hospitais de São João, de Santo António, Pedro Hispano e de campanha do Porto.

[Homenagem no Hospital de São João, no Porto:]

A ação estendeu-se ainda ao Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, incluindo o Hospital pediátrico, ao de Faro e à Guarda, no Hospital Sousa Martins.
O ato simbólico teve lugar junto aos seis hospitais de referência no combate a esta pandemia e ainda nas duas regiões autónomas. Juntou viaturas e elementos da PSP, da GNR, do SEF, da Polícia Marítima, das Polícias Municipais e os corpos de bombeiros de cada uma dessas cidades.

[Homenagem no Hospital de Santo António, no Porto:]

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