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Skype, Zoom, WhatsApp, Houseparty, entre tantos outros. Se a pandemia mostrou alguma coisa é que as videochamadas — aquilo a que se chamava futuro há poucos anos –, estão definitivamente entre nós. Mas e agora, qual é o passo que vem a seguir? Para muitos líderes tecnológicos, como Mark Zuckerberg, o fundador e presidente executivo do Facebook, pode ser a realidade virtual. E não lhe chamemos futuro: chamemos-lhe presente — atualmente, é possível pegar nuns óculos de realidade virtual e, num ambiente digital, falar com alguém que pode estar no outro lado do mundo como se estivéssemos no mesmo espaço. Contudo, até que ponto é que este pode já ser o passo que segue as videochamadas?

Conversar num ambiente de realidade virtual como se estivéssemos todos no mesmo sítio pode parecer algo saído de histórias da ficção científica, como no “Carbono Alterado”, um início de um “Matrix”, aquele episódio de “Black Mirror” sobre o jogo “Striking Vipers” ou o “Tron”. Inevitalmente, ao partirmos para uma experiência destas é muito difícil não irmos com alguma expectativa que, digo já, não vai ser totalmente cumprida.

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