As medidas de contingência face ao novo coronavírus obrigaram os países e as empresas a decisões difíceis, o que tem gerado perdas económicas e consequente agravamento da qualidade de vida das famílias.

Os estudos em Portugal refletem esta tendência. Em meados de abril, uma sondagem da Marktest indicava que o estado de espírito da maioria dos inquiridos era de preocupação (67,7%) e ansiedade (41,5%), embora um número expressivo mantivesse um sentimento de confiança (31,3%). Nos primeiros dias de maio, um outro inquérito da Marktest indicava que a falência da economia nacional (16,4%) ou da economia mundial (11,5%) eram algumas das inquietações dos portugueses.

Com o início do desconfinamento e um regresso faseado à vida social e à atividade económica, é de esperar que regresse também a esperança no futuro. E é natural que surjam questões sobre o que fazer para que essa confiança possa ser devolvida. Nada acontece de um momento para o outro e, nesta fase, pensar a longo-prazo e ver para além da crise pode ser um caminho para acautelar os próximos tempos e a situação financeira futura.

Investir poupanças

Há quem invista as suas poupanças na expectativa de obter rendimentos a médio e a longo prazo: em contas-poupança, planos de poupança-reforma, depósitos a prazo nos bancos, certificados, na compra de imóveis, de ações (mercado de capitais) ou em fundos de investimento imobiliário, entre outras opções.

Investir em bens tangíveis, como o imobiliário, pode ser uma opção em tempos de incerteza. Mas não é preciso comprar uma casa para se investir em imobiliário. Há outras formas.

Conhece o funcionamento dos fundos de investimento imobiliário? De maneira resumida: uma sociedade (a que habitualmente se chama sociedade gestora), junta o dinheiro de investidores (cada pessoa que decide participar) para que, em conjunto, se tornem proprietários indiretos de imóveis que são arrendados a diversos inquilinos. Neste processo, cabe às sociedades gestoras a responsabilidade de angariar o dinheiro, de comprar e assegurar as boas condições dos edifícios e escolher os arrendatários, prestando ainda todas as informações e as contas ao investidor.

É um mito que os fundos de investimento imobiliário estejam apenas ao alcance de empresas financeiras e de investidores profissionais. Os fundos também podem ser uma alternativa para aqueles que têm planos de poupança-reforma, depósitos a prazo ou certificados.

Há preços comportáveis e opções flexíveis, mas é preciso escolher bem. Trata-se de uma solução de poupança fácil de entender, porque percebe exatamente onde e como é que o seu dinheiro está a ser investido.

Como funcionam os fundos de investimento imobiliário

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– Empresa (sociedade gestora) angaria o dinheiro de várias pessoas (investidores);
– Compra imóveis para restaurar , vender ou arrendar;
– Devolve aos investidores os respetivos resultados da operação anterior.

Não é preciso ser especialista

Se está preocupado em potencialmente gerar dinheiro para precaver o futuro – tendo em conta o contexto incerto que hoje atravessamos –, saiba que pode ser mais simples do que parece. Por exemplo, se compararmos os fundos imobiliários com a compra de ações próprias, cada uma destas opções de investimento tem as suas especificidades e argumentos. E deve reconhecer-se que há flutuações de valor em ambos os casos.

Mas imagine que amanhã decide investir em fundos imobiliários. É natural que tenha dúvidas, ainda mais considerando o momento em que nos encontramos: será esta a altura certa para investir? Será o imobiliário uma oportunidade agora? Mas é para enfrentar este tipo de situações de instabilidade, que as sociedades gestoras de fundos imobiliários têm estratégias de adaptação definidas e pensadas a longo e a curto prazo. Estas sociedades reúnem especialistas que analisam, ao pormenor, todos os desafios e oportunidades do mercado, a cada momento. Um exemplo é o da Corum, uma empresa francesa na qual mais de 50 mil investidores em todo o mundo já confiaram o seu dinheiro com o objetivo de rentabilizarem as suas poupanças.

Como funcionam os fundos imobiliários da Corum 

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Conjunto de edifícios são comprados e geridos pela empresa
São arrendados
As rendas pagas pelos arrendatários são potencialmente distribuidas pelos investidores

Os números da CORUM
Criada em 2011, em Paris
Mais de 50 mil investidores
Imóveis em 16 países
7 escritórios em todo o mundo
Mais de 140 colaboradores de 21 nacionalidades
4 mil milhões de euros investidos

A Corum tem como ponto-chave da sua estratégia a diversificação, de forma a diluir a exposição a determinado país ou setor de atividade, através da compra imóveis em diversos países. Além disso, escolhe criteriosamente a quem arrenda os seus edifícios, fazendo-o apenas a empresas com capacidade financeira e através de contratos de arrendamento longos. Esta componente é fundamental, pois é a partir das rendas pagas pelos arrendatários que os investidores obtêm os potenciais retornos.

Até hoje, os investidores confiaram à Corum mais de 4 mil milhões de euros que esta gere na perspetiva de constituirem poupanças a longo prazo (recomendam 10 anos), já que o investimento, pode ser feito passo-a-passo, a partir de montantes acessíveis e ao ritmo de cada um. Veja-se o fundo Corum XL, onde o investimento é feito a partir de 189 euros por ação (comissões de subscrição incluídas). Além disso, a poupança pode ser reforçada periodicamente a partir de 50 euros.

Infografia: Hugo Araújo

Ao investir neste fundo, poderá ter potenciais rendimentos mensais (provenientes das rendas pagas pelos arrendatários dos edifícios) e, nesse caso, estamos a falar de um acréscimo do seu rendimento familiar.

Na hora de investir, deve ter presente este princípio: os fundos de investimento imobiliário não dão garantias no que toca ao capital ou retorno do investimento, requerem flexibilidade temporal, mas podem ser uma forma simples e acessível de, ao seu ritmo, potencialmente rentabilizar as poupanças investindo no mercado imobiliário.

Pensar a longo prazo

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Apesar da situação excecional que vivemos, é preciso pensar a longo prazo, para além da pandemia.

A Corum trouxe para Portugal uma forma alternativa e acessível para a constituição de poupanças, através de fundos imobiliários.

O fundo imobiliário Corum XL permite investimentos a partir de 189€ (comissões de subscrição incluídas) e pode traduzir-se num reforço do rendimento todos os meses.

O objetivo de distribuição anual de 5% (não garantidos) deste fundo, foi ultrapassado nos últimos 3 anos, tendo atingido os 6,26%* em 2019.

A estratégia de diversificação setorial a geográfica deste fundo poderá contribuir para que a crise sanitária da Covid-19 tenha um impacto relativamente ligeiro na performance de 2020, que se espera próxima do objetivo anual fixado.

Pode conhecer todos os imóveis onde o dinheiro é investido através de fotografias e localização exata dos edifícios, quanto custaram, quanto rendem e qual a duração dos contratos de arrendamento.

Saiba mais em www.corum.pt ou ligue 210 900 001.

*Taxa de rentabilidade ou distribuição: Taxa de distribuição sobre o Valor de Mercado, definida como o dividendo bruto, antes das retenções na fonte francesas e estrangeiras, pago no ano n (incluindo dividendos extraordinários intercalares e participação nas mais-valias distribuídas) pelo preço médio de compra do ano n da unidade. Este indicador permite medir o desempenho financeiro anual do Corum XL.

Nota: Os produtos apresentados neste documento referem-se a soluções de investimento imobiliário geridas pela Corum. Adquirir ações Corum XL é efetuar um investimento imobiliário. Como qualquer investimento imobiliário, trata-se de um investimento a longo prazo, com um horizonte de investimento a 10 anos, cuja liquidez é limitada. Há o risco de perda do capital investido, os rendimentos não são garantidos e dependem da evolução do mercado imobiliário e das taxas de câmbio. A Corum não garante a revenda das ações. Como qualquer investimento, as rentabilidades passadas não são garantia de rentabilidade futura.

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