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Com os nervos à flor da pele. É assim que se sentem milhares de pais que nos últimos dias têm tentado, sem sucesso, matricular os seus filhos no Portal das Matrículas e, em troca, tudo o que veem no ecrã são sucessivas mensagens de erro. Só na terça-feira, no pico de procura do site, havia 90 mil utilizadores por segundo a tentar fazer a inscrição escolar dos estudantes, segundo dados fornecidos pelo Ministério da Educação a pedido do Observador.

Já o Portal da Queixa avançou que as dificuldades em aceder ao Portal das Matrículas já geraram um total de 133 reclamações em apenas quatro dias, “um aumento muito significativo quando comparado com o total de queixas relacionado com o tema, em 2019, onde foram registadas 85 reclamações”.

Para fazer face ao problema, em parte criado por todas as matrículas terem de ser feitas online, quando a maioria era, até ao ano passado, automática, a tutela já tomou duas medidas: prolongou por um dia o prazo de entrega das matrículas do 1.º ano e do pré-escolar — que sempre foram obrigatórias — e em letras garrafais passou a ler-se, desde esta quarta-feira, que as renovações de matrícula (que eram automáticas) do 2.º ao 12.º ano decorrem até 12 de julho.

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