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O Infarmed tem neste momento em curso “ações de fiscalização às farmácias comunitárias” no que se refere à comercialização de kits para a deteção da Covid-19, tendo já apanhado algumas farmácias a vender testes rápidos ilegalmente, noticia o Jornal de Notícias esta segunda-feira.

Segundo fonte oficial da Autoridade Nacional do Medicamento, refere o mesmo jornal, “quando são detetadas situações de venda de testes rápidos ao público, o Infarmed enceta as ações necessárias para que a farmácia cesse essa prática”, nomeadamente através da mera advertência, mas acrescenta que “até agora, poucas foram as farmácias notificadas nesse sentido”.

Contactadas pelo JN, várias farmácias admitiram vender testes ao público, embora tenham recusado fornecer informações oficiais sobre o assunto. Já a Associação Nacional de Farmácias diz desconhecer a comercialização de testes.

Têm também sido implementadas ações de fiscalização sobre a realização de testes nas farmácias por um profissional de saúde, uma vez que, desde 16 de dezembro, as farmácias que cumpram um conjunto de requisitos podem realizar testes rápidos. De acordo com a bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Ana Paula Martins, apenas 373 das 3 mil farmácias do país reúnem as condições para o fazer.

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