Carlos Moedas tomou esta segunda-feira posse como novo presidente da Câmara Municipal de Lisboa e elencou, desde já, sete áreas onde vai colocar todas as fichas de uma governação que, sem maioria na Câmara e na Assembleia, será necessariamente difícil.

De resto, não passou a ninguém o aviso deixado por Carlos Moedas à esquerda: “Tenho o direito de exigir que seja respeitada a legitimidade específica do nosso mandato executivo”, disse o novo presidente da capital, sempre muito aplaudido pelos cerca de 700 convidados que fizeram questão de estar ali presentes.

Numa cerimónia que ficou naturalmente marcada pela disputa interna no PSD e a que não faltaram figuras do presente como Rui Rio, Paulo Rangel, Luís Montenegro e Miguel Pinto Luz e do passado recente, como Francisco Pinto Balsemão, Aníbal Cavaco Silva, Pedro Santana Lopes, Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, por exemplo), Carlos Moedas centrou o seu discurso em várias medidas concretas que quer executar já nestes quatro anos.

Em quase todas as áreas, Moedas — economia, social, habitação, mobilidade, segurança, ambiente e cultura — deixou pelo menos uma promessa para cumprir.

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