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Trump acusa China de violar acordo comercial com Estados Unidos

Este artigo tem mais de 1 ano

Trump acusou a China de violar um acordo comercial recente, que, argumentou, teria estabilizado a economia chinesa após duras tarifas dos EUA. O Presidente elogiou ainda o mercado norte-americano.

epa12141444 US President Donald Trump speaks at the swearing-in ceremony for Jeanine Pirro, as interim US Attorney for the District of Columbia, in the Oval Office at the White House in Washington, DC, USA, 28 May 2025.  EPA/Chris Kleponis - Pool via CNP / POOL
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▲"A má notícia é que a China, talvez sem surpresa para alguns, violou totalmente o acordo connosco", denunciou Trump

Chris Kleponis - Pool via CNP / POOL/EPA

▲"A má notícia é que a China, talvez sem surpresa para alguns, violou totalmente o acordo connosco", denunciou Trump

Chris Kleponis - Pool via CNP / POOL/EPA

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou a China nesta sexta-feira de violar o acordo comercial assinado com os Estados Unidos para reduzir as elevadas tarifas impostas por Washington.

“Fiz um acordo rápido com a China para os salvar do que pensava que seria uma situação muito má, e não queria que isso acontecesse. Graças a este acordo, tudo estabilizou rapidamente e a China voltou ao normal (…) A má notícia é que a China, talvez sem surpresa para alguns, violou totalmente o acordo connosco“, denunciou Trump, numa mensagem na rede Truth Social.

O Presidente não explicou como a China terá violado o acordo alcançado duas semanas antes, o segundo que o Governo norte-americano realizou com um Governo estrangeiro na sequência da imposição de tarifas globais, após o alcançado com o Reino Unido.

“Há duas semanas, a China corria um grave perigo económico. As tarifas elevadíssimas que impus tornaram praticamente impossível à China negociar com o mercado norte-americano, que é de longe o número um do mundo”, recordou Trump.

Segundo o Presidente norte-americano, o efeito das tarifas “foi devastador” para a China.

As duas potências económicas concordaram com uma trégua na guerra comercial, que viu as tarifas dos EUA sobre os produtos chineses reduzidas de 145% para 30%, enquanto Pequim reduziu as suas tarifas sobre Washington de 125% para 10%.

Já esta sexta-feira, o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, tinha dito que as negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China estão estagnadas e que os líderes dos dois países devem intervir.

Questionado no canal Fox News sobre o estado das conversações para chegar a um acordo comercial, após a escalada de tarifas iniciada pelo Presidente norte-americano, Bessent disse que estão “um pouco estagnadas”, mas que haverá novos contactos “nas próximas semanas”.

O responsável afirmou que “a dada altura” haverá uma chamada telefónica entre o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo chinês, Xi Jinping, acrescentando que face à complexidade da questão, um avanço “vai exigir que ambos os lados comuniquem”.

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