O Departamento de Educação dos Estados Unidos ameaça retirar acreditação à Universidade de Columbia, acusando a instituição de violar as leis federais antidiscriminação, alegando que não tem protegido os direitos dos estudantes judeus.

Segundo o Washinghton Post, em maio o Departamento de Saúde e Serviços Humanos e o Escritório de Direitos Civis do Departamento de Educação determinaram que a Universidade “agiu com indiferença deliberada em relação ao assédio de estudantes judeus”, concluindo que “falhou em proteger significativamente os estudantes judeus contra assédio severo e generalizado no campus da Universidade“.

A Ivy League diz estar preocupada com as alegações, realçando o compromisso “com o combate ao antissemitismo no campus”. A presidente interina da instituição, Claire Shipman, conta que forma tomadas medidas para responder às violações das regras, tais como aumentar a segurança relativamente aos espaços frequentados por estudantes judeus.

O Governo de Donald Trump, que tomou posse em janeiro deste ano, tem realizado várias reformas com destaque para a ”guerra” com Harvard, na qual retirou quase 3 mil milhões de dólares em bolsas federais e que, desde o dia 25 de maio impede a entrada de estudantes estrangeiros no país para estudarem, naquela que é a Universidade mais antiga do país.