A vítima mortal ucraniana do acidente do ascensor da Glória vivia em Portugal ao abrigo do regime de proteção temporária da União Europeia para refugiados de guerra, avançou a SIC e confirmou a Embaixada da Ucrânia ao Observador.
“Os diplomatas ucranianos já informaram os familiares da vítima e apresentaram as suas condolências. O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiha, incumbiu a missão diplomática de prestar todo o apoio consular necessário à família do falecido”, disseram em resposta ao Observador.
A Embaixada ainda não confirmou o nome da vítima mortal, mas avança que nasceu em 1971. De acordo com a associação de ucranianos em Portugal SPILKA, a vítima era natural da cidade de Ternopil, no oeste da Ucrânia.
O regime de proteção temporária para refugiados de guerra da Ucrânia foi aprovado por unanimidade no Conselho Europeu, no dia 4 de março de 2022. Em julho de 2025, o mecanismo foi, mais uma vez, prolongado, desta vez até 2027. Até ao final de abril de 2025, gozavam desta proteção 4,26 milhões de ucranianos, entre os quais, cerca de 63 mil viviam em Portugal, de acordo com dados da UE.