1229,9kWh poupados 1229,9 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Filha de Robin Williams pede que lhe parem de enviar vídeos do pai criados por Inteligência Artificial

Este artigo tem mais de 6 meses

Zelda Williams disse que a criação destes vídeos "é uma idiotice, é uma perda de tempo e energia" e ameaçou restringir os utilizadores que o continuarem a fazer.

Zelda Williams
i

"Se estão apenas a tentar provocar-me, já vi coisas muito piores, vou restringir e seguir em frente. Mas, por favor, se têm algum bom senso, parem de fazer isto com ele, comigo e com todos, ponto final", apelou a realizadora.

Zelda Williams

"Se estão apenas a tentar provocar-me, já vi coisas muito piores, vou restringir e seguir em frente. Mas, por favor, se têm algum bom senso, parem de fazer isto com ele, comigo e com todos, ponto final", apelou a realizadora.

Zelda Williams

A atriz e realizadora Zelda Williams, filha do ator e comediante Robin Williams, pediu para que lhe parem de enviar vídeos do pai criados com Inteligência Artificial. “Por favor, parem de me enviar vídeos do meu pai. Parem de acreditar que eu quero ver isso ou que vou entender, porque não quero e não vou entender”, apelou.

Na rede social Instagram, Zelda Williams escreveu, branco no preto, que a criação destes vídeos não é “arte”, deixando muito clara a sua opinião. “É uma idiotice, é uma perda de tempo e energia, e acreditem, NÃO é o que ele gostaria”, alertou, ameaçando ainda restringir os utilizadores que o continuarem a fazer.

“Se estão apenas a tentar provocar-me, já vi coisas muito piores, vou restringir e seguir em frente. Mas, por favor, se têm algum bom senso, parem de fazer isto com ele, comigo e com todos, ponto final”, apelou a realizadora.

Zelda Williams tem sido vocal nas suas críticas à Inteligência Artificial, que não acredita seja o “futuro”, mas antes “uma má reciclagem do passado para voltar a ser consumido”.

Segundo noticiou a BBC, em 2023, a realizadora apoiou uma campanha do Sindicato de Atores de Hollywood — SAG-AFTRA — contra o uso da Inteligência Artificial na indústria do entretenimento, descrevendo as tentativas de recriar artificialmente a voz do seu pai como “pessoalmente perturbadoras”.

Mais recentemente, o SAG-AFTRA voltou a posicionar-se contra a criação de Tilly Norwood, a primeira “atriz” criada por Inteligência Artificial. O mesmo sindicato publicou um comunicado, afirmando que Tilly Norwood “não é uma atriz”, mas apenas “uma personagem gerada por um programa de computador que foi treinada com o trabalho de inúmeros artistas profissionais”.

O sindicato reforçou ainda mais a sua crítica ao expor aquilo que considera ser o problema: “Tilly Norwood não tem nenhuma experiência de vida para explorar, nenhuma emoção e, pelo que vimos, o público não está interessado em assistir a conteúdos gerados por computador sem qualquer ligação à experiência humana”.

Van der Velden, a criadora de Tilly Norwood, respondeu na rede social Instagram às críticas: “Para aqueles que expressaram indignação com a criação da minha personagem de IA, Tilly Norwood, ela não é um substituto para o ser humano, mas uma obra criativa – uma obra de arte. Como muitas formas de arte antes dela, ela estimula a conversa, e isso por si só demonstra o poder da criatividade”.

*Editado por Cátia Andrea Costa

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.