A versão 2025/26 do Sp. Braga pode dividir-se em duas perspetivas. De um lado, uma campanha de altos e baixos. Do outro, uma performance a roçar a perfeição. Tem sido este o caminho de Carlos Vicens ao leme dos guerreiros do Minho. No Campeonato, a equipa está no oitavo lugar, depois de ter somado apenas duas vitórias ao cabo de oito jornadas. Na Taça de Portugal, a tarefa foi igualmente difícil frente ao Bragança, do Campeonato de Portugal, num jogo em que o Sp. Braga só chegou ao triunfo nos últimos minutos. No entanto, tudo muda quando os arsenalistas escutam o hino da Liga Europa, prova em que venceram os dois primeiros jogos da fase de liga, alcançando uma histórica vitória no Celtic Park (2-0).
“É uma equipa que nos vai colocar em situações difíceis. Como vimos, complicou muito a vida ao FC Porto e que apesar, de ter apenas um ponto, viram-se coisas muito interessantes. No seu Campeonato têm resultados incríveis. Têm bons valores individuais, são uma equipa organizada, com critério e habituada aos jogos europeus. Temos de estar concentrados para darmos seguimento às vitórias nesta competição. Destaco a força coletiva e a forma como nos dois jogos anteriores criaram dificuldades aos seus oponentes, jogaram muito bem frente ao FC Porto e o resultado podia ter caído para qualquer um dos lados. Com o Celtic foi igual. As vitórias ajudam sempre porque aumentam os níveis de confiança. Os jogadores ficam com um sorriso na cara, com melhor humor. Cada vez que se ganha, no desporto em geral, os dias seguintes são sempre melhores, mas há logo mais um jogo para se ganhar novamente”, explicou o treinador espanhol na antevisão à partida.
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Frente a um Estrela Vermelha que complicou a vida ao FC Porto no Dragão (2-1), Carlos Vicens fez sete alterações no onze português em relação ao jogo da Taça de Portugal, com Lukas Hornicek, Gustaf Lagerbielke, Leonardo Lelo, Rodrigo Zalazar, Gabri Martínez, Ricardo Horta e Fran Navarro a regressarem à equipa, em que se mantiveram Víctor Gómez, Bright Arrey-Mbi, João Moutinho e Gorby Baptiste. Nos sérvios, Matheus Magalhães atuou na baliza no regresso a Braga, ao passo que Rodrigão, Tomás Händel e Nemanja Radonjic, que também passaram pelo futebol português, foram titulares.
O Sp. Braga até entrou com mais bola, mas o Estrela Vermelha mostrou-se mais perigoso, principalmente através de transições. Num desses momentos, Radonjic apareceu isolado e, perante Hornicek, atirou para defesa do checo (3′). Só depois dos 20 minutos é que os arsenalistas responderam, chegando ao… golo. Arrey-Mbi recupera a bola e entrega em Gorby, este deixa para Zalazar, que entrega na profundidade em Horta que, com um cruzamento cruzado, assistiu Navarro para o remate certeiro (22′). Já na reta final do primeiro tempo, Marko Arnautovic lesionou-se no joelho e teve de ser rendido por Bruno Duarte, outro atleta que passou em Portugal. Na última ocasião, Horta recebeu a bola completamente sozinho à entrada da área, mas o seu remate saiu para fora (38′).
Excelente jogada coletiva e Fran Navarro abre o marcador para os Gverreiros ????
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O jogo continuou tímido na segunda parte, com as duas equipas a apresentarem um bloco bem estruturado, com um futebol lento e previsível. Já com Felício Milson, Timi Elsink, Mario Dorgeles e Pau Victor em campo, o avançado espanhol rompeu pelo meio e, já dentro da área, tocou à esquerda para Horta, o internacional português cruzou rasteiro e, completamente sozinho, Dorgeles carimbou o 2-0 (72′). Para a parte final da partida, os treinadores optaram por lançar Yanis da Rocha, Diego Rodrigues, Mahmudu Bajo e Luka Zaric, mas os arsenalistas continuaram mais perigosos, com Lelo a desperdiçar o terceiro golo com a baliza à sua mercê (85′). Até ao apito final, ainda houve tempo para o “menino” João Aragão, campeão da Europa de sub-17, se estrear, mas o resultado manteve-se intacto (2-0). Com esta vitória, o Sp. Braga continua totalmente vitorioso na fase de liga da Liga Europa e é líder, tendo para já apenas o Lyon com o mesmo número de pontos.
Dorgeles estreia-se a marcar pelo Braga com nova assistência de Ricardo Horta ????
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[A 14 de janeiro de 1986 um acontecimento muda o rumo da campanha das presidenciais: a inesperada agressão a Soares na Marinha Grande. Nas urnas, o socialista e Zenha lutam por um lugar na segunda volta frente a Freitas. A “Eleição Mais Louca de Sempre” é o novo Podcast Plus do Observador sobre as Presidenciais de 1986. Uma série narrada pelo ator Gonçalo Waddington, com banda sonora original de Samuel Úria. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir o primeiro episódio aqui, o segundo aqui e o terceiro aqui.]