A gastronomia nacional foi protagonista da 2.ª edição do TheFork Awards with Mastercard esta segunda-feira com uma gala no Convento do Beato, em Lisboa, que premiou os melhores restaurantes do ano. Entre os destaques estão o Polémico, do jovem chef António Lobo Xavier, eleito o preferido dos portugueses em 2025 (People’s Choice Award), e o Santa Joana, de Nuno Mendes, o preferido dos chefs (Chef’s Choice Award), reconhecido pela inovação e a excelência gastronómica do restaurante.

“Este prémio é um orgulho enorme para e mim e para a nossa equipa. Estamos há 1 ano a montar uma casa onde somos os anfitriões de um convento com mais de quatrocentos anos de história. Tentámos criar um espaço com um ambiente boémio e divertido, onde honramos o sítio onde estamos, com inspiração na cozinha portuguesa, mas também nas viagens por todos os sítios onde já andámos até à Lisboa de hoje. Somos uma equipa de profissionais incríveis que temos levado este projeto para a frente, é o trabalho desta equipa e o seu empenho que nos traz este prémio. É uma honra enorme sermos reconhecidos”, afirmou o chef Nuno Mendes, que subiu ainda ao palco para receber o prémio Media’s Choice.

Já o Intemporal, que abriu portas no início do ano em Paço de Arcos com Miguel Laffan a apontar para a estrela Michelin, venceu uma das novidades do ano, o Mastercard Impact Award, que reconhece o seu impacto positivo e sustentável para a comunidade e para o setor da restauração. Para além disso, faz ainda parte do TOP 10 dos mais votados pelo público.

Nas categorias especiais, a Fitapreta – A Cozinha do Paço recebeu o Prémio Excelência na Carta de Vinhos enquanto que o Largo do Paço recebeu o Prémio Raízes. Em homenagem às lendas da gastronomia portuguesa, Noélia Jerónimo, Nuno Mendes, Dieter Koschina e Maria de Lourdes Modesto tiveram um momento de destaque durante a gala.

A gala da 2.º edição do TheFork Awards reuniu mais de 200 convidados, entre eles chefs e personalidades do setor, para premiar a gastronomia portuguesa. Os restaurantes foram nomeados por um júri constituído por 53 chefs portugueses, entre eles Marlene Vieira, Rui Paula, João Sá e Henrique Sá Pessoa.