Para acompanhar o eclipse do sol, que esta quarta-feira será visível em todo o território nacional a partir das 18h32, a Rádio Observador está em emissão especial no telhado do MAAT, Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Belém.
A emissão, com vista privilegiada para o Tejo, começou às 17h e prolongar-se-á até às 20h. É conduzida por Ricardo Conceição, com as participações especiais de José Manuel Fernandes, jornalista e publisher do Observador, e Hugo Van der Ding, cartunista, locutor, humorista e autor de títulos como “Uma Família Surreal, biografia de todos os reis e rainhas de Portugal”.
Conta ainda com as intervenções de astrónomos, médicos e outros especialistas — e, claro, com as reportagens em direto dos repórteres do Observador em vários pontos do país, incluindo Rio de Onor, a aldeia transfronteiriça no distrito de Bragança que é um dos únicos locais do território português onde o fenómeno vai poder ser visto na totalidade.
▲ A emissão especial vai contar com as participações especiais de José Manuel Fernandes e Hugo Van der Ding
Em Lisboa, onde a Rádio Observador está em direto, “só” 94,5% do sol é que vai estar oculto pela Lua. Para quem não pode fazer a observação ao vivo — porque não conseguiu munir-se de óculos ou porque está a trabalhar, dentro de portas —, o Observador vai ter também emissão em vídeo, com a imagem do sol em permanência, durante todo o período de duração do fenómeno raro, que só voltará a ser visível em Portugal dentro de 118 anos, em outubro de 2144.
Proteção Civil pede comportamentos adequados durante observação do eclipse
Caso esteja por Lisboa, a postos para assistir ao momento, e não tenha decidido ainda onde ver o eclipse, pode sempre juntar-se à Rádio Observador e passar pela cobertura do MAAT.
Se estiver longe da capital, consulte o nosso mapa interativo para não criar falsas expectativas e perceber exatamente o que vai, ou não, poder ver — o último eclipse total do sol visível em Portugal aconteceu em 1912, desta feita, o fenómeno só vai poder ser visto na totalidade em Bragança (99,9%), com a visibilidade a cair até aos 92%, de norte para sul do território continental.