Mais de 1.100 operacionais estavam mobilizados pelas 23h45 de terça-feira nos incêndios de Alvito da Beira (Castelo Branco), Portel (Évora) e Mirandela (Bragança), segundo dados da Proteção Civil.
O fogo que deflagrou pelas 16h00 de segunda-feira em Alvito da Beira, no concelho de Proença-a-Nova, era o que mobilizava o maior número de meios, com 669 operacionais apoiados por 224 viaturas, segundo a página na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).
Num balanço ao final da tarde de terça-feira, o comandante do Comando Sub-Regional da Beira Baixa, Pedro Nunes, tinha adiantado à Lusa que o fogo estava com cerca de 80% do perímetro dominado.
“Nas últimas duas horas a situação melhorou consideravelmente e cerca de 80% do incêndio [Alvito da Beira] está dominado”, explicou na altura o comandante do Comando Sub-Regional da Beira Baixa, realçando que o trabalho que tem sido feito “tem surtido efeito”.
Quase 330 operacionais combatiam pelas 23h45 o incêndio que deflagrou na terça-feira à tarde no concelho de Portel, distrito de Évora.
Pelas 22h00, fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Central indicou à agência Lusa que o fogo tinha quatro frentes ativas e não havia registo de vítimas nem de habitações em risco.
O Itinerário Principal 2 (IP2) continua cortado ao trânsito entre Monte do Trigo e Portel, acrescentou.
Já o fogo que deflagrou pelas 14h00 de terça-feira em Cedães, concelho de Mirandela, mobilizava pelas 23h45 181 operacionais, apoiados por 70 meios terrestres.
O comandante sub-regional das Terras de Trás-os-Montes da Proteção Civil, Noel Afonso, indicou à Lusa pelas 23:40 de terça-feira que o combate ao incêndio estava a decorrer favoravelmente, beneficiando da menor intensidade do vento.
“Tem duas frentes ativas, mas as condições melhoraram favoravelmente com o vento a abrandar. Temos seis máquinas de rasto a operar neste momento e as coisas evoluem favoravelmente”, referiu, lembrando, no entanto, que espera aos operacionais “uma noite longa” de trabalho.
[Outubro de 1965. O diplomata suíço Raymond Quendoz espera pela mulher na pista do aeroporto de Havana, mas a portuguesa Annie Silva Pais simplesmente não aparece. O desaparecimento dela vai dar origem a um mistério de dimensão internacional que vai mobilizar o responsável da CIA em Cuba, o chefe dos serviços de segurança suíços, o mais alto representante de Portugal no país, e até Salazar e Fidel Castro. Porque Annie não é só casada com um diplomata suíço. Também é filha de um dos homens mais importantes do Estado Novo, Fernando Silva Pais, o diretor da PIDE. Já estreou “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Pode ouvir o primeiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]