O capitão Cristiano Ronaldo, assim como João Félix e Francisco Conceição, falhou esta terça-feira o treino de Portugal em Malmo, na Suécia, a dois dias do duelo com a Dinamarca, da Liga das Nações de futebol.

Na preparação para o encontro da terceira jornada do Grupo A4, que vai decorrer na quinta-feira em Copenhaga, Ronaldo esteve no Eleda Stadion juntamente com a equipa, mas não participou na sessão de trabalho, pelo menos nos primeiros 15 minutos, que foram abertos à comunicação social.

Antes do treino, o avançado de 41 anos, que não foi utilizado no último domingo, na vitória na Noruega (2-1), subiu ao relvado e esteve junto ao banco de suplentes, mas depois regressou aos balneários.

Ainda esta terça-feira, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) irá divulgar a razão que levou Ronaldo a ficar fora do treino, numa altura em que existe alguma polémica à volta do avançado.

Em Oslo, Ronaldo não saiu do banco de suplentes frente à Noruega, em duelo da segunda jornada, e abandonou o relvado algo insatisfeito logo após o apito final, não se juntando aos colegas de equipa nos agradecimentos aos adeptos lusos no estádio.

Isto significa que Jesus tem uma decisão bem difícil para tomar frente à Dinamarca, já que o regresso de Ronaldo ao ‘onze’ inicial obriga a desfazer a dupla João Félix-Gonçalo Ramos, que esteve em excelente plano em Oslo e foi responsável pelos golos portugueses.

Félix também falhou o treino e fez apenas trabalho de recuperação, enquanto Francisco Conceição saiu lesionado do duelo com a Noruega e deverá ficar de fora do jogo em Copenhaga.

Nos 15 minutos abertos à comunicação social, Jesus dividiu os 19 jogadores de campo em dois grupos durante os exercícios de aquecimento, primeiro sem bola, e depois já com bola. Nesta fase, como é habitual, os três guarda-redes trabalharam à parte.

Portugal lidera o Grupo A4 com seis pontos, contra três da Noruega e também da Dinamarca, que no domingo recebeu e bateu o País de Gales, por 2-0.

O Dinamarca-Portugal está agendado para as 20h45 locais (19h45 de Lisboa) e terá arbitragem do ucraniano Mykola Balakin.

[Annie está de volta a Havana. Apesar das relações privilegiadas com altas figuras do regime, quer viver como os cubanos, divertir-se como os cubanos e… sofrer como os cubanos. Mas continua a ser filha do diretor da PIDE. E Fernando Silva Pais e Armanda Palhota não estão dispostos a deixá-la passar tão facilmente para o lado do inimigo. Já pode ouvir o terceiro episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube.]