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O número de palestinianos mortos por ataques de Israel contra a Faixa de Gaza desde o acordo de cessar-fogo de outubro de 2025 ultrapassou os 1.500, afirmaram esta quarta-feira as autoridades controladas pelo grupo islamita Hamas.
Num comunicado publicado nas redes sociais, o Ministério da Saúde de Gaza destacou que, desde a entrada em vigor do cessar-fogo, foram registados 1.501 mortos e 5.323 feridos, incluindo dois mortos e 17 feridos nas últimas 24 horas.
As autoridades de Gaza adiantaram também terem sido recuperados 838 corpos nas zonas de onde as tropas israelitas se retiraram na sequência do acordo.
Atualmente, as forças israelitas encontram-se posicionadas na denominada “linha amarela”, que inicialmente abrangia mais de 50% do território, mas que agora se estende por mais de 60% da Faixa de Gaza.
Por último, o Ministério indicou que, desde o início da ofensiva lançada por Israel na sequência dos ataques terroristas do Hamas a 7 de outubro de 2023 — que causaram cerca de 1.200 mortos e permitiram o sequestro de aproximadamente 250 pessoas, segundo o balanço oficial das autoridades israelitas —, foram contabilizados 74.392 mortos e 175.440 feridos.
[Annie conhece o ministro do Interior de Cuba há muito tempo, mas a paixão que os une é relativamente recente. É justamente nessa altura que Zé Manel, como ela lhe chama, vai ser implicado num dos maiores escândalos da liderança de Fidel Castro. O “Caso Ochoa” envolve droga, fuzilamento, prisão e o narcotraficante mais conhecido do mundo: Pablo Escobar. Já pode ouvir o quinto episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]