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Para trás ficou o socratismo. O segundo volume do último capítulo do livro de memórias do ex-Presidente da República, “Quinta-feira e Outros Dias”, com o qual Aníbal  Cavaco Silva diz terminar a prestação de contas aos portugueses, começa em 2011 com a vitória eleitoral do PSD de Passos Coelho, que deu origem ao governo de coligação com o CDS de Paulo Portas e ao período conturbado do programa de assistência financeira da troika. Vai até ao parto difícil da “geringonça” de 2015, que pôs António Costa numa solução governamental inédita.

Intitulado “Da Coligação à Geringonça”, o livro revela detalhes inéditos que passam pela demissão “irrevogável” e outros “humores na coligação”, a nomeação da Procuradora-Geral da República, o “compromisso de salvação nacional” que tentou impor ao governo e ao PS, a saída limpa do Programa de Assistência Financeira, e as apenas 11 reuniões com António Costa já primeiro-ministro. Cavaco garante que o que descreve, ao longo de 534 páginas, baseia-se “em registos feitos na hora”, o que “lhe garante total fidedignidade”. A apresentação oficial é feita esta quarta-feira por Leonor Beleza, na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, e tem também apresentação marcada para o Porto, no dia 8 de novembro.

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