Uma dor nas costas, um joelho que não dá descanso ou aquele músculo do braço que o faz retrair-se ao mais pequeno movimento. Com certeza já passou por alguma destas situações ao longo da sua vida. Aliás, é até bastante possível que faça parte da estatística que indica que cerca de um em cada três portugueses vive com dor crónica1.
Mesmo que sejam ligeiras, as dores causam desconforto e têm o poder de condicionar até as tarefas mais simples do dia a dia, afetando a qualidade de vida. Por isso, não devem ser subestimadas.
Origem das dores musculoesqueléticas2,3
As dores musculoesqueléticas são aquelas que afetam os ossos, músculos, articulações e outras estruturas que nos permitem movermo-nos. Podem surgir em várias partes do corpo, como costas, pescoço, ombros, braços, ancas ou joelhos.
Existem várias causas para este tipo de dor, entre as quais lesões antigas, esforço repetitivo, processos inflamatórios ou até mudanças fisiológicas próprias da idade, pelo que qualquer pessoa, em qualquer momento, pode ser afetada.
O que caracteriza as dores musculoesqueléticas?
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Estas dores podem ser agudas, quando duram alguns dias ou semanas, ou crónicas, quando são prolongadas no tempo, podendo durar meses ou anos. Podem ser localizadas ou difusas e os sintomas variam consoante a causa e a estrutura afetada, mas existem alguns sinais bastante comuns:
- Dor localizada ou generalizada;
- Rigidez (sobretudo após períodos de descanso ou ao acordar);
- Sensibilidade ao toque;
- Dificuldade de movimentos;
- Inflamação;
- Fadiga.
Por serem, muitas vezes, limitantes, as dores musculoesqueléticas não têm só impacto apenas no bem-estar físico, mas podem também afetar psicologicamente quem delas sofre, uma vez que interferem com as atividades diárias. Aliás, uma percentagem significativa das faltas ao trabalho é causada por este tipo de dores. A lombalgia (dor nas costas), por exemplo, é uma das queixas mais comuns em todo o mundo – estima-se que entre 65% e 80%4 da população apresente pelo menos um episódio de dor lombar ao longo da vida -, e é uma das principais causas de reforma por invalidez.
Como lidam os portugueses com a dor?
Para tratar a dor, os portugueses recorrem frequentemente à automedicação. Segundo o estudo “Automedicação em Portugal: práticas, determinantes e perfis comportamentais”5, da Nova SBE (inquéritos realizados em dezembro de 2022), mais de metade da população (cerca de 52%) já se automedicou pelo menos uma vez. Os adultos entre os 25 e os 34 anos são os que mais o fazem (66%) e, quanto ao motivo para a automedicação, 21% refere dores de cabeça e cerca de 11% referem dores musculares.
51,85 %
dos portugueses já se automedicaram pelo menos uma vez
21,12 %
recorreram à automedicação devido a dores de cabeça
10,70 %
recorreram à automedicação devido a dores musculares
Na maior parte dos casos (57%), os inquiridos referem que se automedicaram porque já enfrentaram um problema semelhante, o que mostra que a experiência própria tem um grande peso na gestão autónoma de problemas de saúde pouco graves. A seguir à experiência, as farmácias continuam a ser o local de eleição para obter informações sobre os medicamentos e o farmacêutico é a fonte mais consultada (38%).
Embora a automedicação seja uma prática habitual e até benéfica para resolver problemas de saúde menos graves (quando utilizada da forma correta e desde que as pessoas estejam informadas sobre o medicamento que estão a tomar), é fundamental optar por soluções adequadas e aconselhadas por profissionais de saúde6.
Trifene 400: uma solução para as dores ligeiras e moderadas
O ritmo acelerado do dia a dia, marcado por longas horas ao computador, stress e rotinas exigentes, pode contribuir para o aparecimento de diferentes tipos de dor, especialmente ao nível dos músculos e das articulações. Se não forem adequadamente tratadas, estas dores podem afetar a mobilidade, o desempenho profissional e o bem-estar geral.
Nestes casos, além da adoção de medidas como reforço muscular, controlo do stress e fisioterapia, é importante considerar a toma de medicação que ajude a combater as dores.
Criada por profissionais de saúde focados na população nacional, o Trifene 400 é uma marca 100% portuguesa à base de ibuprofeno. De rápida absorção, tem tripla ação – analgésica, antipirética e anti-inflamatória – sendo eficaz no alívio sintomático de dores de intensidade ligeira e moderada, como dores de cabeça, de dentes, menstruais, musculares (contraturas), ou nas costas, bem como em estados febris.
Fique a conhecer Trifene 400 e fale sempre com o seu médico ou farmacêutico para receber aconselhamento na escolha da solução mais adequada ao seu caso.