Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Os Ensaios do Observador juntam artigos de análise sobre as áreas mais importantes da sociedade portuguesa. O objetivo é debater — com factos e com números e sem complexos — qual a melhor forma de resolver alguns dos problemas que ameaçam o nosso desenvolvimento.

Com mais de dois séculos de existência, o Supremo Tribunal dos EUA é uma componente essencial do sistema político norte-americano, tendo sido criado para lhe conferir equilíbrio e isenção. Porém, sobretudo nas últimas décadas, a sua posição privilegiada conferiu-lhe um poder reforçado e uma influência que alguns consideram estar já bem para além do seu propósito original. A recente polarização da “nação política” tem produzido nomeações de juízes cada vez mais alinhados ideologicamente com o Presidente, levando a uma possível instrumentalização do Tribunal para servir determinadas agendas políticas. É neste contexto que as dúvidas surgem: o que está em causa no curto e longo prazo com a expectável confirmação da nova juíza conservadora Amy Coney Barrett? E que papel poderá desempenhar o Supremo Tribunal na definição do futuro político, social e cultural dos EUA?

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.