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Arundhati Roy é conhecida pelos seus dois romances, O Deus das Pequenas Coisas (1997) e O Ministério da Felicidade Suprema (2007), mas é à não-ficção que a escritora indiana tem dado mais atenção. Ativista política e ambiental, a escrita é um dos meios através dos quais se faz ouvir. Os seus ensaios — contra a corrupção no governo indiano,  o nacionalismo hindu, a independência de Caxemira ou os testes nucleares –, já apareceram em diversas publicações internacionais e também em livro.  

A Portugal chegam agora pela primeira vez, numa seleção publicada pela editora ASA. Coração Rebelde, que vai buscar o título a um ensaio sobre o nacionalismo hindu com o mesmo nome, publicado em 2006, reúne seis dos textos mais emblemáticos de Roy, em defesa da ecologia, do indivíduo e da sociedade, da justiça e da liberdade.

Antes da chegada do volume às livrarias nesta terça-feira, 2 de junho, o Observador pré-publica um destes ensaios, “O Fim da Imaginação”, contra o testes nucleares na Índia. O texto publicado originalmente a 27 de julho de 1998 nas revistas Outlook e Frontline. 

A coletânea de ensaios chega às livrarias nesta terça-feira, 2 de junho

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