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Três anos de sucesso meteórico rumo à liderança na intermediação de crédito em Portugal

Sob o lema "Be together" – onde cada percurso conta – a empresa de intermediação de crédito reuniu parceiros e equipa para assinalar um percurso de crescimento vertiginoso.

Num dia em que o céu parecia espelhar a volatilidade dos mercados financeiros, com uma forte intempérie a assolar o país, o evento da Simplefy brilhou como um verdadeiro “sol no meio da tempestade”, colocando a empresa de intermediação de crédito como um dos players mais dinâmicos do setor em Portugal.

O dia era de tempestade, mas nem ela foi capaz de travar a celebração. Na passada sexta-feira, todos os caminhos foram dar a Alcobaça, e a Simplefy celebrou os seus três anos de existência com um evento que se propôs a celebrar escolhas conscientes e percursos construídos em conjunto, sempre de olhos postos na proximidade, transparência e inovação.

Em apenas três anos de existência, a Simplefy demonstra um percurso que desafia as expectativas do mercado, destacando-se pela sua capacidade de agregar valor e confiança num setor historicamente complexo. “Num setor altamente regulado e competitivo, ainda estamos a escrever o início da nossa história”, afirmou Rui Lopes, CEO da Simplefy, perante uma plateia que encheu a Biblioteca do Mosteiro de Alcobaça. “Cada vez mais gente confia no nosso projeto, no nosso modelo inovador e nesta comunidade. 2025 foi um ano de desafios. E a Simplefy esteve presente para trazer transparência e simplicidade à intermediação de crédito”.

A comunidade de intermediários de crédito  Simplefy nasceu em 2023 com 280 milhões de euros de crédito intermediado. Em 2024 registou 700 milhões de euros e em 2025, atingiu os 1.300 milhões de euros de crédito transacionado. Em três anos alcançou o total de 309 intermediários de crédito.

“Este é um setor altamente regulado, competitivo e no qual ainda estamos a escrever o início da nossa história. Cada vez mais gente confia no nosso projeto, no nosso modelo inovador e nesta comunidade”, partilhou Rui Lopes.

O “modelo inovador” da Simplefy assenta não apenas numa rede de profissionais, mas na criação de uma comunidade robusta de intermediários de crédito – um ecossistema onde a partilha de conhecimento, a formação contínua e o acesso a ferramentas tecnológicas de ponta permitem que os intermediários ofereçam um serviço mais eficiente e transparente ao cliente final. A aposta na colaboração em vez da competição pura tem sido um pilar central, cultivando uma cultura de apoio mútuo que se reflete na qualidade do serviço prestado.

Em apenas três anos, a Simplefy alcançou:

  • 2023: 280 milhões €
  • 2024: 700 milhões €
  • 2025: 1.300 milhões €
  • 309 intermediários de crédito
  • Marco dos 100 Financial Partners
  • Primeiro BI Volume de Crédito
  • Certificação DGERT
  • Total cobertura nacional dos Financial Partners

Quanto ao contexto económico atual:

  • 6,2% de desemprego;
  • 2,2% de inflação controlada;
  • 2,0% do PIB (com uma economia em crescimento);
  • 2,1% de Juros na Euribor 6M.

Para 2026, a empresa definiu metas ambiciosas para a sua comunidade de intermediários de crédito. Os objetivos incluem o crescimento na intermediação de crédito habitação, a entrada e consolidação no crédito ao consumo e no segmento de seguros, sinalizando uma clara estratégia de diversificação. Prevê-se ainda o aumento da Comunidade Simplefy, com a entrada de novos Financial Partners, a realização de sessões de formação para os seus profissionais e a promoção da utilização do selo “by Simplefy” junto dos clientes finais.

O sucesso da Simplefy enquadra-se num momento particular da economia portuguesa que, apesar dos desafios globais, apresenta condições favoráveis para o setor financeiro. Filipe Garcia, Presidente do Conselho da Ordem dos Economistas, fez uma análise detalhada durante o evento, indicando que “o pior já passou” e que 2026 será um ano de ligeira aceleração, embora com a necessidade de um “olhar atento” para o futuro. Os dados macroeconómicos atuais, apresentados no evento, pintam um quadro de otimismo cauteloso, crucial para a saúde do mercado de crédito.

Paulo Ferreira, do Observador, foi o moderador de uma conversa sobre o crédito imobiliário em Portugal, enquadrada por um barómetro financeiro e que contou com as participações de Rui Lopes, CEO da Simplefy, Cristina Freitas, da Associação Portuguesa de Direito do Consumo, Alexandre Poço, Deputado da Assembleia da República, e Filipe Garcia, Presidente do Conselho da Ordem dos Economistas.

Na sua análise ao enquadramento macroeconómico do país, o economista Filipe Garcia, indicou que “o pior já passou”. Se 2026 será um bom ano, com um cenário que se apresenta positivo, há que ficar atento e deixar tudo em aberto para 2027. “O ano de 2026, em princípio, será de aceleração ligeira do crescimento em Portugal, com um ambiente benigno a nível do emprego, taxa de desemprego, inflação, taxas de juro. Nesse sentido, parece-me ser um ano que vai ser favorável, mas que talvez seja um ano de pico”, afirma. “2027 já trará um período em que já não teremos PRR, em que as medidas de contenção dos fluxos migratórios podem trazer algumas questões do ponto de vista demográfico que podem influenciar a forma como a procura se desenrolará. E depois há aqui um joker, uma coisa que não sabemos muito bem como é que vai funcionar, que são as novas medidas do pacote para a habitação, quer do ponto de vista da oferta das casas existentes, quer também da construção. Acredito que 2026 vai ser um ano de aceleração da atividade, quer do país, quer deste setor. 2027 já dependerá um pouco de várias questões, mas temos de olhar para isto sempre de uma lógica de mercado”, acrescentou o Presidente de Conselho da Ordem dos Economistas.

Um dos temas em debate foi a prestação de crédito à habitação destinada a jovens até aos 35 anos, através da garantia pública e isenção de impostos na importância da regulação do setor e no impacto que todos estes fatores exerceram ao longo do último ano.

Alexandre Poço, deputado e vice-presidente do PSD, tem sido um dos defensores e proponentes da criação de uma medida de garantia pública que permitisse aos jovens comprar a sua primeira casa sem a necessidade de uma entrada inicial. “Acredito que esta garantia pública, que permite aos jovens comprar a sua primeira casa, tem sido um sucesso. Aliás, essa medida, conjugada com a isenção de impostos, tem permitido, na minha opinião, uma verdadeira revolução naquilo que diz respeito ao acesso à compra da primeira casa. Nós sabemos que os jovens em Portugal estavam afastados da compra porque não conseguiam ter dinheiro para a entrada, para os impostos e, com estes dois instrumentos, nós tornámos mais acessível aos jovens portugueses emanciparem-se, ficarem no nosso país. Do balanço que faço, do primeiro ano de execução desta medida, acredito que ela é muito positiva e tem tido o interesse de muitos jovens. Já temos cerca de 80 mil jovens que beneficiaram desta medida e mais de 20 mil contratos ao abrigo da utilização deste instrumento financeiro”, partilhou o deputado, rematando com a certeza de que estas medidas representam uma “nova era”.

Pela ótica do consumidor, Cristina Freitas, jurista da Associação Portuguesa de Direito do Consumo, defendeu a relevância da literacia financeira como pilar de um mercado mais justo e equilibrado. “O que é bom para o cliente é bom para a empresa, ou seja, se um cliente for devidamente informado sobre o produto que está a subscrever, sobre todos os deveres a que está a aderir, com certeza que se tiver essa informação por parte de quem está a prestar o serviço, vai ficar naturalmente muito mais satisfeito. Que não seja deixada de lado a literacia, há um dever de informação de todas as partes”, reforçou Cristina Freitas, enfatizando a necessidade de uma comunicação clara e transparente.

Relativamente à defesa dos interesses e da solvabilidade do consumidor na concessão de um crédito e na importância da informação e da literacia financeira, Rui Lopes sublinhou o papel social do intermediário de crédito, deixando claro que “o nosso papel vai muito além de disponibilizar um crédito. O nosso papel passa por levar a literacia financeira a toda a nossa sociedade. Se cada um dos nossos intermediários de crédito tiver, no seu dia a dia, este papel junto da sua comunidade, através da explicação dos produtos que disponibiliza, não tenho dúvidas de que poderemos ajudar os consumidores de uma forma generalizada”.

Uma das grandes apostas da Simplefy para 2026 é ter a Inteligência Artificial (IA) ao serviço do setor e dos intermediários. Filipe Garcia referiu-se à IA como uma ajuda e não uma substituição, e alerta para a possibilidade desta ferramenta “desintermediar” o mercado. “O setor deve trabalhar com muita atenção o tema da Inteligência Artificial, não por ser um chavão, mas por ser uma tecnologia que pode ser absolutamente disruptiva do próprio modelo de negócio. É uma daquelas questões onde lideramos ou somos liderados. É verdade que estamos todos preocupados com o negócio de amanhã, mas era bom começar a olhar para isto, porque o modelo pode mudar de um momento para o outro, como já aconteceu noutros mercados”, rematou o Presidente de Conselho da Ordem dos Economistas.

Martim Silva, especialista em Inteligência Artificial e influencer, e Frederico Carvalho, CEO & Founder DIGITALFFC, enquanto especialista em Marketing Digital, foram convidados a desbravar caminho para os intermediários de crédito. Ambos destacaram as duas ferramentas como uma possibilidade palpável de investimento no digital, ajudando cada profissional a posicionar o seu negócio de forma estratégica. Apelidadas de “revolução do século”, ficou claro que “não vale a pena travar o vento com as mãos”, mas antes adotar estas tecnologias como uma oportunidade de destaque, também enquanto empresas.

Nuno Henriques, Diretor Comercial da Simplefy, foi quem, ao final da tarde, deu a conhecer os planos da Simplefy para os próximos tempos, designados como “Mapa do Futuro”. As linhas orientadoras incluem:

  • Fortalecer a comunidade, promover o networking e a troca de conhecimentos de forma mais descentralizada.
  • Reforçar o suporte regulatório é fundamental num setor com requisitos legais complexos, garantindo a segurança jurídica dos intermediários e dos clientes.
  • Uma oferta formativa contínua e adaptada às necessidades do mercado e dos profissionais, essencial para a atualização de competências.
  • Investimento em soluções tecnológicas que otimizem os processos e a gestão da relação com o cliente.
  • Suporte de marketing para os intermediários e promoção da marca ‘by Simplefy’ junto do público.
  • A expansão para crédito ao consumo e seguros, juntamente com o aumento do número de Financial Partners, requer um crescimento e uma diversificação da equipa.

“2026 terá de ser um ano memorável. Espero, daqui a um ano, estar aqui novamente” – Nuno Henriques, Diretor Comercial da Simplefy.

Ao longo destes anos, e em 2025, vimos a nossa credibilidade reforçada. Esta comunidade é realmente um exemplo de que pode mesmo correr bem. E as provas estão dadas. Podemos, hoje, dizer que a Simplefy é uma marca à qual os Intermediários de Crédito se querem juntar, que os parceiros bancários valorizam, e é uma marca que, progressivamente, será conhecida pelo cliente final” – Rita Brígido, Diretora de Marketing da Simplefy.

E porque o propósito da celebração de aniversário era também o de celebrar todos aqueles que têm feito parte do percurso da Simplefy, o dia terminou com a entrega de prémios, que se dividiu em: prémios aos parceiros bancários; prémios resultantes das votações dos Bancos; Prémios Simplefy Rookie 2025 e Prémios Produção.

Conheça os vencedores

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1. Parceiros Bancários

  • Parceiro mais digital: Santander Totta
  • Parceiro mais diferenciador: Caixa Geral de Depósitos
  • Parceiro com a melhor relação com o cliente final: Caixa Geral de Depósitos
  • Parceiro mais próximo: BPI
  • Parceiro mais inovador na oferta: UCI e Bankinter
  • Parceiro mais eficiente: Caixa Geral de Depósitos

2. Votações dos Bancos

  • 1º lugar: Be Intermediação de Crédito
  • 2º lugar: Zephyr Mortages
  • 3º lugar: Mútuo Valor

3. Prémio Simplefy Rookie

Vencedor: Crusemaio

4. Prémios Produção

1º lugar: Zephyr Mortages

2º lugar: Be Intermediação de Crédito

3º lugar: ERA Amora

4º lugar: ERA Coimbra Universitária

5º lugar: NT Sim Intermediação de Crédito

Se todo o evento não foi prova suficiente da originalidade que caracteriza a marca, a entrega de prémios a cada parceiro foi o remate final. Com cada distinção entregue de forma diferente e mais criativa, até o público foi chamado a participar – como aconteceu ao longo de toda a tarde através de um debate interativo. Troféus e envelopes distribuídos, foi altura de soprar as velas e desejar que a marca “conte muitos”, com o Mapa Vivo, representado pela evolução da Comunidade Simplefy, a ganhar cada vez mais vida, a cada ano que passa.

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