Histórico de atualizações
  • O que se passou aqui

    • A Rússia realizou um dos maiores ataques aéreos a Kiev desde o início da guerra, utilizando mais de 500 mísseis e drones, resultando em pelo menos 23 feridos, incluindo dano significativo a infraestruturas civis. Este ataque ocorreu após uma conversa telefónica inconclusiva entre Vladimir Putin e Donald Trump, sublinhando a continuidade da estratégia militar agressiva da Rússia na Ucrânia.
    • Em resposta aos bombardeamentos russos, a Ucrânia realizou um contra-ataque direcionado a uma unidade de produção militar russa em Rostov, utilizando aeronaves não-tripuladas. Este ataque conseguiu destruir estruturas responsáveis pela produção de componentes essenciais para os veículos blindados do exército russo, representando um esforço significativo de retaliação por parte das forças ucranianas.
    • O ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, Johannes Wadephul, salientou a necessidade de um apoio contínuo à Ucrânia devido ao recente incremento de ataques por parte da Rússia. Afirmou a importância de a Alemanha reconhecer a agressão constante da Rússia como um impedimento à paz e sublinhou que a paz só poderá ser atingida através do apoio e força internacionais.
    • O aumento do uso de armas químicas pelas forças russas na Ucrânia foi relatado pelos serviços de informação dos Países Baixos e da Alemanha. Esta intensificação envolve o uso de gás cloropicrina, uma violação da Convenção sobre Armas Químicas, e tem como objetivo causar pânico e disrupção entre as tropas ucranianas, destacando o uso de métodos de guerra não convencionais pela Rússia.

    [A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 7.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui, o quarto aqui, o quinto aqui e o sexto aqui]

  • Ataque russo causa "apagão" na central nuclear de Zaporíjia

    Um ataque russo causou um “apagão” na central nuclear de Zaporíjia, informou o ministro da Energia da Ucrânia, Herman Halushchenko, no Facebook.

    “O inimigo atingiu a linha elétrica que liga a central nuclear de Zaporíjia, temporariamente ocupada, ao sistema integrado de energia da Ucrânia. Esta linha permite que a central satisfaça as suas próprias necessidades para garantir a segurança radiológica”, lê-se na publicação, onde o ministro considerou o ataque “mais um ato de terror nuclear dos russos”.

  • Polónia destaca cinco mil militares para fronteiras com Alemanha e Lituânia

    A Polónia vai destacar cinco mil militares para os controlos fronteiriços com a Alemanha e a Lituânia, a partir de segunda-feira até pelo menos até 05 de agosto, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

    Do contingente militar, quatro mil militares serão destacados para a fronteira com a Alemanha e os restantes para as passagens com a Lituânia, como parte do restabelecimento temporário dos controlos fronteiriços para impedir a entrada de migrantes irregulares, segundo o porta-voz da diplomacia de Varsóvia, Jacek Dobrzynski.

    Na fronteira com a Alemanha foram selecionados 52 postos de controlo, 16 dos quais permanentes, somando-se a 12 com a Lituânia, dois permanentes.

    Para atravessar a fronteira polaca será obrigatória a apresentação de um documento de identidade de um país da União Europeia ou de um passaporte, sendo que a entrada só será permitida nos locais descritos nos regulamentos.

    A travessia por caminhos ou trilhos florestais, ciclovias e rios é expressamente proibida.

  • “Não há pressão dos Estados Unidos contra Putin”

    Bruno Cardoso Reis afirma que “nãos” de Putin a Trump são já esperados e não vê possibilidade de acordo na Ucrânia. Ião comprometido com o tratado de não proliferação nuclear é sinal positivo.

    Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.

    “Não há pressão dos Estados Unidos contra Putin”

  • Quem ainda acredita "que Putin quer a paz", deve olhar para Kiev, diz ministro dos Negócios Estrangeiros alemão

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, Johannes Wadephul pediu para que quem acredita que a Rússia quer negociar uma paz na Guerra da Ucrânia, deve olhar para as imagens dos bombardeamentos russos na capital ucraniana de Kiev.

    “Durante horas, ontem à noite, os atacantes russos bombardearam Kiev com centenas de mísseis e drones. Qualquer pessoa na Alemanha que ainda acredite que Putin quer a paz deve olhar bem para estas imagens”, escreveu o ministro na rede social X.

    “A Ucrânia precisa do nosso apoio total. A paz só vem através da força”, acrescentou.

  • Zelensky depois de conversa por telefone com Trump: "Concordámos em trabalhar para aumentar a defesa aérea"

    Volodymyr Zelensky revela que na conversa telefónica que teve com Donald Trump os dois falaram sobre a necessidade de fortalecer a defesa aérea da Ucrânia no meio da escalada de ataques russos às cidades ucranianas.

    Numa breve nota sobre o telefonema que aconteceu esta sexta-feira, publicada na rede social X, Zelensky diz que o Presidente dos EUA estava “muito bem informado” sobre a situação na Ucrânia, enquanto os dois discutiram “as possibilidades de defesa aérea e concordaram em trabalhar para aumentar a defesa aérea”.

    Concordaram, inclusivamente, em realizar uma reunião separada entre as suas equipas sobre esta questão.

    O Presidente ucraniano acrescentou que também falaram sobre as oportunidades de produção conjunta de armas, afirmando que estavam “prontos para projetos diretos com a América”, bem como para potenciais aquisições e investimentos conjuntos.

  • Trump já falou ao telefone com Zelensky. Foi uma "boa conversa"

    O Presidente dos EUA já falou ao telefone com o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky.

    De acordo com uma fonte conhecedora do conteúdo do telefonema, tratou-se de uma “boa conversa” entre os dois líderes.

    O telefonema aconteceu um dia depois de Trump ter falado por telefone com Vladimir Putin — uma conversa que foi considerada por Trump como dececionante e como não tendo resultado em progressos.

  • Um morto e 26 feridos em Kiev após mais um ataque russo de “grande escala”

    O Serviço Estatal de Emergências da Ucrânia anunciou hoje que uma pessoa morreu e outras 26 ficaram feridas em Kiev após os ataques aéreos “de grande escala” lançados de madrugada pelas tropas russas.

    “Os socorristas retiraram um corpo dos escombros de um edifício destruído como resultado de um intenso ataque russo”, informaram as autoridades, enquanto continuam os trabalhos de extinção de incêndios e remoção de escombros.

    Pelo menos 26 pessoas, uma delas menor, ficaram feridas nos bombardeamentos com ‘drones’ e mísseis lançado pelas Forças Armadas da Rússia sobre várias zonas da capital, no que o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, descreveu como “um dos ataques de maior escala” desde o início da invasão.

  • Rússia está a intensificar o uso de armas químicas na guerra da Ucrânia

    A Rússia está a intensificar o uso de armas químicas na guerra da Ucrânia, revelam os serviços de informação militar dos Países Baixos, o MIVD, em colaboração com os homólogos alemães.

    Já era conhecido, segundo a informação transmitida pelo MIVD, que a Rússia usava gás lacrimogéneo nos seus ataques na Ucrânia. Mas, nos últimos tempos, este organismo concluiu que a Rússia também está a usar cloropicrina (nitrocloroformo), um composto químico utilizado como antibiótico, fungicida, herbicida e inseticida – um líquido oleoso com odor forte e irritante que tem efeito lacrimogéneas.

    Os EUA também já acusaram a Rússia de usar cloropicrina nos combates na Ucrânia, violando a Convenção sobre Armas Químicas. A convicção é que as tropas russas utilizam estes agentes químicos proibidos como forma de guerra psicológica para causar o pânico nas forças ucranianas, forçando os soldados a sair de abrigos e trincheiras com granadas de gás lançadas por drones, para os tornar alvos fáceis para ataques subsequentes.

  • Kremlin anuncia que vai prosseguir com a guerra na Ucrânia para alcançar objetivos

    A Rússia anunciou hoje ser impossível alcançar de imediato os objetivos na Ucrânia pela via diplomática, pelo que vai prosseguir com a guerra, um dia após uma conversa telefónica entre os presidentes russo e norte-americano.

    “Preferimos fazê-lo por meios diplomáticos. Mas, enquanto isso não for possível, continuamos com a operação militar especial”, disse o porta-voz do Kremlin (Presidência), Dmitri Peskov, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).

    Porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov SHAMIL ZHUMATOV / POOL/EPA

    Os Presidentes russo, Vladimir Putin, e norte-americano, Donald Trump, falaram ao telefone na quinta-feira, mas sem qualquer avanço na questão da guerra da Rússia contra a Ucrânia.

  • Vice-presidente de empresa russa de oleodutos encontrado morto em Moscovo

    O corpo de Badalov foi encontrado na rua, debaixo das janelas da sua casa. Nos últimos anos, vários homens de negócios e altos funcionários russos morreram em circunstâncias bizarras.

    Vice-presidente de empresa russa de oleodutos encontrado morto em Moscovo

  • Enquanto era atacada, Ucrânia atingiu fábrica onde são "produzidos os 'olhos' dos veículos blindados" da Rússia

    Enquanto era atacada com centenas de mísseis e drones russos, no que terá sido um dos maiores bombardeamentos desta guerra, a Ucrânia conseguiu atingir uma unidade de produção militar na Rússia em Rostov.

    Utilizando aeronaves não-tripuladas (drones), o exército ucraniano atacou uma fábrica de óticas e outros componentes para armas no sul da Rússia, na cidade de Azov, segundo um alto responsável do exército ucraniano.

    “Apesar desta noite difícil, também temos boas notícias”, afirmou Andrii Kovalenko, diretor de uma unidade contra-desinformação do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia. Citado pelo Kyiv Independent, o responsável refere que “houve ataques em estruturas na Rússia, particularmente nas zonas de Moscovo e e Rostov”.

    É naquela fábrica que são produzidos “os olhos dos veículos blindados do exército russo”, afirma o responsável.

  • Zelensky acusa Rússia de ter "comportamento destrutivo estúpido" após ataque "cínico" à Ucrânia

    A Rússia fez um ataque “cínico” a Kiev nesta madrugada, afirmou o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, com mais de 500 mísseis e drones usados contra a Ucrânia nas últimas horas. Zelensky diz que Moscovo continua a ter um “comportamento destrutivo estúpido” e só irá parar se houver uma “pressão de grande escala” por parte dos países ocidentais.

    A mensagem foi colocada na rede social X, acompanhada por várias imagens que mostram a destruição causada por este ataque russo.

  • Rússia faz um dos maiores ataques de sempre a Kiev, com mísseis e drones

    Horas depois de Vladimir Putin ter falado ao telefone com Donald Trump – um telefonema do qual não terão saído “quaisquer progressos”, segundo o Presidente dos EUA – a Rússia lançou um dos maiores ataques de sempre a Kiev, com mísseis e drones a causarem enormes explosões na capital ucraniana e outras cidades.

    Segundo as autoridades militares ucranianas, a Rússia terá disparado cerca de 550 mísseis e drones contra a Ucrânia, só nas últimas horas.

    De acordo com o presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, pelo menos 23 pessoas ficaram feridas, 14 das quais estão hospitalizadas. Foram atingidos edifícios residenciais, uma escola, um centro de saúde e uma linha de comboio, segundo o relato feito pelo jornal Kyiv Independent.

    “A Rússia, um país terrorista, causou o caos”, afirmou no Telegram Tymus Tkachenko, responsável militar de Kiev. “Os russos trazem apenas terrorismo e assassínio – é um facto”, afirmou o responsável.

    De acordo com o relato feito pelo jornal ucraniano, começaram a ouvir-se explosões que começaram às 22h horas locais e continuaram até de madrugada.

    Além de Kiev, a Rússia também atacou outras regiões da Ucrânia durante esta noite. Há registo de drones que atacaram a cidade de Poltava, confirmou o governador regional, Volodymyr Kohut, dando notícia de dois feridos nessa cidade.

  • China diz à UE que não pode admitir que Rússia perca guerra

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, disse à chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, que Pequim não se pode se dar ao luxo de ver a Rússia perder a guerra na Ucrânia – porque isso poderia levar os EUA a colocarem a China como centro das atenções nas questões geopolíticas.

    Segundo o jornal South China Morning Post (SCMP), que cita fontes com conhecimento dessa conversa que terá tido lugar nesta quinta-feira, estes comentários de Wang dão a entender que a guerra da Rússia na Ucrânia é algo que serve os interesses estratégicos da China, que agradece o desvio de atenções à medida que se prepara para, possivelmente, invadir Taiwan.

  • Bom dia.

    Vamos concentrar neste artigo liveblog todas as últimas notícias relacionadas com a guerra na Ucrânia, ao longo desta sexta-feira.

    Deixamos, aqui, a ligação para o liveblog de ontem, quinta-feira, que terminou com a informação de que Trump considerou ter havido “poucos progressos” no telefonema com Putin.

    Muito obrigado por nos acompanhar.

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