Momentos-chave
- Ministério da Saúde de Gaza acusa Israel de atingir unidade de cuidados intensivos
- O que se passou até agora
- Israel publica e depois apaga publicação nas redes sociais de condolências ao Papa
- Rei da Jordânia apela a cessar-fogo em Gaza
- Qatar continua a procurar acordo, apesar dos sinais de que Israel "não está interessado" na paz
- Trump vai visitar Qatar, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos em maio
- Putin defende retirada de tropas israelitas de Gaza e Cisjordânia
- Encontro de peritos do Irão e EUA sobre programa nuclear foi adiado para sábado, segundo Teerão
- Trump e Netanyahu já falaram ao telefone, conta o Presidente dos EUA
- Netanyahu deve falar com Trump nesta terça-feira
- Representante da ONU acusa Israel de usar ajuda humanitária como "moeda de troca"
- Delegação do Hamas a caminho do Egipto para discutir cessar-fogo
- Pároco de Gaza recorda mensagem do Papa Francisco
- Egipto estará a liderar as negociações pela libertação dos reféns em Gaza
- 24 palestinianos mortos em ataques em Gaza nesta terça-feira
- Delegação de Israel está no Cairo a negociar um cessar-fogo em Gaza
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou uma visita ao Médio Oriente, nomeadamente à Arábia Saudita, Qatar e Emirados Árabes Unidos, agendada para 13 a 16 de maio. A visita ocorre num contexto tenso, com conflitos em Gaza a dominar a agenda internacional.
- A Rússia, através de Vladimir Putin, juntou-se ao Sultão de Omã para defender a retirada das tropas israelitas da Faixa de Gaza e Cisjordânia, ao mesmo tempo que reitera apoio a uma solução de dois Estados que preveja a criação de um Estado palestiniano com Jerusalém Oriental como capital.
- No âmbito das negociações internacionais, uma delegação do Hamas está a caminho do Egipto para discutir um potencial cessar-fogo em Gaza. O possível acordo, mediado por oficiais egípcios, inclui uma trégua de cinco a sete anos e a troca de reféns israelitas por prisioneiros palestinianos. Israel, já presente no Cairo, também participa das negociações.
- O governo israelita encontra-se sob escrutínio após um ter sido publicada nas redes sociais uma mensagem de condolências pela morte do Papa Francisco. A publicação foi rapidamente apagada e foi considerada um erro pelos membros do Ministério dos Negócios Estrangeiros, que lembraram as declarações do Papa contra Israel.
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Bom dia! Este liveblog fica por aqui, mas pode acompanhar os acontecimentos desta quarta-feira neste outro artigo em direto, que agora abrimos.
Netanyahu compara Hamas aos nazis: “Querem matar, destruir todos os judeus”
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Israel sairá de Gaza durante 7 anos? "Não há dúvidas: não vai acontecer"
Francisco Proença Garcia reflete sobre cedências – quer de Putin, quer de Netanyahu – que não verão a luz do dia. Afinal, não só Gaza tem problemas: “O Hamas, embora reduzido, não perdeu capacidade”.
Israel sairá de Gaza durante 7 anos? “Não há dúvidas: não vai acontecer”
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Ministério da Saúde de Gaza acusa Israel de atingir unidade de cuidados intensivos
O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, controlado pelo Hamas, denunciou que um ataque israelita atingiu uma unidade de cuidados intensivos do Hospital de crianças Al-Durra, no bairro de al-Tuffah. A notícia é avançada pela Al Jazeera.
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Israel publica e depois apaga publicação nas redes sociais de condolências ao Papa
O governo israelita publicou nas redes sociais uma mensagem de condolências pela morte do Papa Francisco, que depois apagou, sem qualquer explicação.
Segundo a agência Reuters, esta segunda-feira foi publicada na conta @Israel a mensagem: “Descanse em paz, Papa Francisco. Que a sua memória seja uma bênção.” A frase era acompanhada de uma imagem do pontífice junto ao Muro Ocidental durante uma viagem a Jerusalém.
O Jerusalem Post cita membros do Ministério dos Negócios Estrangeiros a assumir que a publicação foi um “erro” e a lembrar que o Papa fez “declarações contra Israel.”
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Rei da Jordânia apela a cessar-fogo em Gaza
O Rei Abdullah II da Jordânia apelou a um cessar-fogo na Faixa de Gaza e ao fim do bloqueio à entrada de ajuda humanitária num comunicado emitido esta terça-feira.
O monarca, que esteve hoje num encontro com representantes norte-americanos, também denunciou o agravamento dos conflitos na Cisjordânia e do impedimento a visitar os locais santos em Jerusalém.
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Qatar continua a procurar acordo, apesar dos sinais de que Israel "não está interessado" na paz
O primeiro-ministro do Qatar garantiu hoje que o país continua a trabalhar para um acordo que permita pôr fim ao conflito entre Israel e o Hamas assim que possível. Mas para Mohammed Al Thani o comportamento de Israel mostra que “não está interessado” na paz.
Em declarações à Al Jazeera, Al Thani disse que “continuar uma guerra caótica e um bloqueio [na Faixa de Gaza] é inaceitável”. “Estamos ainda a trabalhar com os nossos colegas do Egito para alcançar um acordo, há grandes desafios e dificuldades (…). Mas queremos chegar a um acordo total para pôr fim à guerra e libertar todos os reféns e os prisioneiros palestinianos também”, afirmou.
O primeiro-ministro discutiu hoje o conflito com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. Numa declaração do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar lê-se que ambos sublinharam a importância dos esforços de mediação para assegurar um cessar-fogo permanente em Gaza.
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Trump vai visitar Qatar, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos em maio
O Presidente norte-americano, Donald Trump, vai visitar a Arábia Saudita, o Qatar e os Emirados Árabes Unidos em maio, anunciou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, numa conferência de imprensa citada pela Al Jazeera.
O líder estará em viagem entre 13 a 16 de maio, acrescentou Leavitt.
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"Sente-se o seu silêncio". Papa Francisco ligou, preocupado, todos os dias para Gaza — só não o fez na véspera da sua morte
Voz ativa pela paz no Médio Oriente, Francisco ligou todos os dias para católicos em Gaza desde que começou a guerra. Padre argentino no Médio Oriente recorda última chamada.
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Putin defende retirada de tropas israelitas de Gaza e Cisjordânia
O Presidente russo, Vladimir Putin, defendeu a retirada das forças israelitas da Faixa de Gaza e da Cisjordânia num comunicado conjunto com o Sultão de Omã publicado no site do Kremlin.
As questões relacionadas com a guerra em Gaza foram um tema na conversa entre ambos os líderes, que manifestaram “a sua profunda preocupação com a trágica situação na Faixa de Gaza e reafirmaram o seu apoio aos esforços internacionais para alcançar um cessar-fogo imediato e sustentável”, para garantir a chegada de ajuda humanitária.
Ambos defenderam ainda uma “solução assente na coexistência de dois Estados, que preveja a criação de um Estado palestiniano independente e soberano, com Jerusalém Oriental como capital, e em conformidade com o quadro jurídico internacional universalmente reconhecido, incluindo a Iniciativa Árabe de Paz”.
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Encontro de peritos do Irão e EUA sobre programa nuclear foi adiado para sábado, segundo Teerão
O encontro técnico entre peritos dos EUA e do Irão, originamente marcado para esta quarta-feira, foi adiado para sábado, revelou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baghaei, citado pela AFP.
A reunião, que se vai realizar em Omã, foi adiada por sugestão do estado anfitrião. Este encontro coincidirá agora com a próxima ronda de negociações indiretas a nível diplomático que já estava marcada para sábado.
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Trump e Netanyahu já falaram ao telefone, conta o Presidente dos EUA
O Presidente norte-americano Donald Trump e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, já falaram ao telefone, afirmou o líder dos EUA na rede social Truth Social.
Na publicação efetuada nas redes sociais, Trump conta que falaram sobre “vários tópicos”, incluindo as conversações com o Irão e questões de comércio.
“A chamada correu muito bem. Estamos do mesmo lado em todos os assuntos”, disse ainda.
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Chefe do Pentágono acusa ex-assessores por o exporem em novo escândalo
O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, acusou esta terça-feira ex-assessores demitidos por fuga de informações confidenciais de revelarem um novo escândalo que o envolve por uso indevido de um chat privado onde partilhou informações militares.
“Quando se demite pessoas porque se acha que estão a divulgar informações confidenciais, porque haveríamos de ficar surpreendidos que essas pessoas continuem a divulgar novas informações aos mesmos repórteres?”, questionou Hegseth numa entrevista à cadeia televisiva Fox News, onde trabalhou antes de liderar o Pentágono.
O secretário da Defesa está mais uma vez no centro das atenções de um escândalo, desta vez por partilhar detalhes sobre ataques contra rebeldes houthi no Iémen num chat privado na plataforma de mensagens Signal, onde incluiu a mulher e um irmão, de acordo com uma investigação do jornal The New York Times.
Hegseth sugeriu que os três conselheiros do Pentágono — que foram colocados em licença administrativa na semana passada, por terem divulgado informações confidenciais aos meios de comunicação social — estão por trás das novas revelações.
“Estão a tentar sabotar a agenda do Presidente (Trump)”, acusou Hegseth.
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Netanyahu deve falar com Trump nesta terça-feira
Benjamin Netanyahu deve falar com Donald Trump na noite desta terça-feira, diz o Haaretz, sem avançar mais detalhes sobre a conversa.
A notícia vem depois do líder da minoria no parlamento norte-americano, Hakeem Jeffries, anunciar a ida de uma delegação bipartidária a Israel e à Jordânia ainda esta semana. A equipa deve se encontrar com oficiais sênior para discutir temas como o acordo nuclear com o Irão, o cessar-fogo em Gaza e as ajudas humanitárias na região.
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Embaixador em Lisboa admite que Israel estava a dormir quando Hamas atacou
O embaixador israelita em Lisboa admitiu nesta terça-feira que Israel “estava a dormir” quando o Hamas perpetrou os ataques de 07 de outubro de 2023, pelo que, está agora sempre pronto para as ameaças militares e de ciberataques.
“Acho que a principal causa foi culpa nossa [Israel]. Às vezes, pensamos que temos os nossos valores e que são semelhantes aos europeus ou aos portugueses. Às vezes, pensamos que as outras pessoas pensam como nós. Achamos que a coisa mais importante para nós é a educação, a saúde, a economia, para ajudar nossos filhos a terem uma vida melhor. E nós pensamos que outras nações pensam o mesmo”, afirmou o diplomata israelita à Lusa.
“Mas há uma organização como o Hamas, que controla a Faixa de Gaza. E eles não pensam assim. Acham que há coisas mais importantes do que ajudar os filhos, do que a economia. E, para eles, a coisa mais importante é matar israelitas”, acrescentou.
“E nós estávamos dormindo. Especialmente pensando que outras pessoas deveriam pensar como nós. Eles, não. Eles têm princípios de religião extremos. Sacrificar as suas vidas para destruir Israel é mais importante do que os filhos. E esse foi o nosso erro”, referiu.
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Representante da ONU acusa Israel de usar ajuda humanitária como "moeda de troca"
Philippe Lazzarini, comissário geral da agência das Nações Unidas paraos refugiados palestinianos, UNRWA, apelou nesta manhã no X que Israel volte a deixar entrar ajuda humanitária em Gaza.
“Quanto tempo mais até que as palavras vazias de condenação se transformem em ações para levantar o cerco, retomar o cessar-fogo e salvar o que resta da humanidade?”, questionou o representante da ONU. “Já se passaram 50 dias de cerco a Gaza imposto pelas autoridades israelitas”, destacou Lazzarinni. “A fome está a espalhar-se e a aprofundar-se, deliberada e artificialmente.”
O comissário continua: “Gaza se tornou uma terra de desespero. Dois milhões de pessoas: a maioria mulheres e crianças, estão sofrendo punição coletiva. Os feridos, doentes e idosos estão privados de suprimentos médicos e cuidados.”
Phillipe Lazzarini destaca ainda: “Enquanto isso, organizações humanitárias têm assistência pronta para entrar em Gaza. Isso inclui quase 3.000 caminhões da UNRWA de ajuda vital. Os suprimentos básicos destinados às pessoas necessitadas estão a expirar. A ajuda humanitária está a ser usada como moeda de troca e arma de guerra. O cerco deve ser levantado, os suprimentos devem chegar, os reféns devem ser libertados, o cessar-fogo deve ser retomado”, conluiu.
How much longer until hollow words of condemnation will translate into action to lift the siege, resume a ceasefire & save whatever is left of humanity?
It’s been 5️⃣0️⃣ days of siege on #Gaza imposed by the Israeli authorities.
Hunger is spreading & deepening, deliberate &…
— Philippe Lazzarini (@UNLazzarini) April 22, 2025
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Israel Katz rebate comentários de Bernie Sanders
Na última segunda-feira, 21 de abril, o senador norte-americano Bernie Sanders partilhou uma mensagem no X a criticar o ministro da Defesa israelense, Israel Katz e dizer que Israel está a cometer um crime de guerra ao negar entrada de ajuda humanitária em Gaza.
“Já se passaram 51 dias desde que QUALQUER ajuda humanitária entrou em Gaza. O Ministro da Defesa israelense, Katz, disse: ‘A política de Israel é clara: nenhuma ajuda humanitária entrará em Gaza.’ Isto é um crime de guerra. Precisamos acabar com nossa cumplicidade. CHEGA de ajuda militar para a máquina de guerra de Netanyahu”, escreveu o norte-americano.
Na manhã desta terça-feira, Israel Katz respondeu à publicação a dizer que o senador democrata está enganado, e afirma ser “lamentável” que Bernie “não tenha aprendido nada com as lições de 7 de outubro”.
“Ao contrário da declaração do senador, Israel está a agir em total conformidade com o direito internacional. A situação humanitária em Gaza é constantemente monitorada e grandes quantidades de ajuda foram entregues. Sempre que for necessário permitir ajuda adicional, deve-se garantir que ela não passe pelo Hamas, que explora a ajuda humanitária para manter o controlo sobre a população civil e lucrar às suas custas — lucros que financiam e sustentam a infraestrutura terrorista usada para atingir soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) e civis israelenses”, disse o ministro israelita.
“Instamos a comunidade internacional e os atores relevantes a garantir que a ajuda futura contorne o Hamas e seja entregue de forma direta e segura à população”, escreveu Katz.
“É lamentável que o honorável senador não tenha aprendido nada com as lições de 7 de outubro e as atrocidades cometidas pelo Hamas contra os cidadãos israelenses e o povo judeu. Uma organização terrorista que clama abertamente pela aniquilação do Estado de Israel e do povo judeu — e que assassinou brutalmente as crianças Bibas, mesmo durante o cativeiro, simplesmente por serem judias — nunca deve ser autorizada a governar Gaza ou a colocar Israel e o mundo livre em perigo novamente. É responsabilidade da liderança de Israel e do povo israelense garantir que tais horrores nunca se repitam — e é exatamente isso que estamos a fazer.”
Por fim, Israel Katz reforça a boa relação de Israel com a administração Trump. “Somos gratos ao nosso grande amigo, os Estados Unidos, por apoiar Israel, compreender a realidade local e apoiar nosso direito à autodefesa diante da hipocrisia de alguns organismos internacionais.”
Contrary to the Senator's statement, Israel is acting in full accordance with international law. The humanitarian condition in Gaza is constantly monitored and large quantities of aid were delivered. Whenever it becomes necessary to allow additional aid, it must be ensured that… https://t.co/Hb0k0YyS6J
— ישראל כ”ץ Israel Katz (@Israel_katz) April 22, 2025
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Pelo menos 26 mortos em ataques israelitas em Gaza nas últimas 24 horas
O Ministério da Saúde palestiniano atualizou os dados de vítimas dos ataques israelitas das últimas 24 horas em Gaza. Pelo menos 26 pessoas terão morrido e mais de 60 ficaram feridas. “Há vítimas que permanecem embaixo dos destroços e nas estradas, impedidas de aceder às ambulâncias e às equipas de defesa civil”, diz o ministro, numa mensagem no Telegram, citado pela AlJazeera.
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Pressão sobre Pete Hegseth. Ex-porta-voz do secretário da Defesa de Trump denuncia "caos total" no Pentágono
Pete Hegseth está sob pressão. Depois de ser revelado que secretário da Defesa de Trump revelou informações sensíveis num chat, ex-porta-voz denuncia “caos total” no Pentágono.
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Membro de grupo aliado do Hamas morre em ataque israelita no Líbano
O grupo Jamaa Islamiya, aliado do Hamas, confirmou a morte de um dos seus membros, Hussein Atoui, num ataque israelita no sul de Beirute, diz o Le Monde. A defesa civil israelita já tinha confirmado ter feito uma morte no ataque.
O grupo Jamaa Islamiya assumiu os ataques contra Israel vindos do sul do Líbano no primeiro mês do conflito em Gaza, em outubro de 2023.