O Observador já não suporta o Internet Explorer 11 ou versões inferiores. Por favor atualize o seu browser: Saiba mais.
  • Pesquisar artigos, autores...
  • Rádio

  • Apoio a Cliente
  • Assinar o Observador Assinar
  • Opinião
  • Rádio
  • Podcasts
  • Newsletters
  • Últimas
  • Jogos
  • Secções
      • Opinião
      • Política
      • Economia
      • País
      • Mundo
      • Desporto
      • Cultura
      • Lifestyle
      • Auto
      • Ciência
      • Tecnologia
      • Justiça
      • Ouvir rádio
      • Podcasts
      • Programação
      • Sobre
      • Últimas
      • Newsletters
      • Fact Check
      • Explicadores
      • Especiais
      • Vídeos
      • Dor
      • Mental
      • Cimeira da Indústria
      • Rádio ao Vivo
      • Lisbon AI Week
      • Prognósticos
      • Observador Lab
      • Loja
      • Votómetro
      • Publicidade e Branded Content
      • SudoCrime
      • AbraPalavra
      • Sudoku
      • App iOS
      • App Android
    Nas redes sociais

Apoio a Cliente

1239,3kWh poupados 1239,3 kWh poupados com a Logótipo da Xpeng Logótipo da Xpeng
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Logótipo da XPENG Logótipo da XPENG

Descubra a mobilidade elétrica e inteligente aqui.
Expanda o seu mundo.

  • Newsletters /
  • Arterial

O coração de Cátia parou durante 45 minutos. Rui vive com um coração artificial. Estas são as histórias deles

30 set. 2025, 19:06
0:00 -0:00

Partilhar artigo

  • Copiar ligação Copiado
  • Email
  • Facebook
  • X
  • Linkedin
  • WhatsApp

As mais lidas

Observador
Arterial

Arterial

terça, 30 set. 2025
Fotografia de Cláudia Pinto
Cláudia Pinto

E o seu coração? O que sabe sobre o estado de saúde do seu coração?
Responda ao nosso questionário. As suas respostas (bastam trinta segundos) ajudam-nos a melhorar o projeto ARTERIAL, que visa informar e sensibilizar para as doenças cérebro-cardiovasculares. Participe AQUI.

Uma em cada cinco pessoas morrem prematuramente por doença cardiovascular em todo o mundo. Foi esta uma das mensagens partilhadas na comemoração do Dia Mundial do Coração, uma iniciativa da Organização Mundial de Saúde, assinalado todos os anos a 29 de setembro. A efeméride é celebrada mundialmente com o objetivo de alertar para as doenças cardíacas. Este ano, a World Heart Federation (em português, Federação Mundial do Coração) escolheu como tema “Não perca o ritmo” (do inglês D’ont less a beat) e as mensagens divulgadas alertam para o facto de uma e cada cinco pessoas morrerem prematuramente. “Mas não tem de ser assim. Com os novos tratamentos e estilos de vida saudáveis, milhões de vidas podem ser salvas, não apenas no futuro. Mas aqui e agora”. Não resisti a traduzir as palavras do vídeo comemorativo desta data, que deixa alguns conselhos práticos: mexa-se 25 minutos durante 25 dias seguidos, espalhe a palavra e convide outros a participar neste desafio. Pode até aproveitar e convidar um(a) amigo(a) para caminharem juntos.

No mesmo vídeo é sugerido aos sobreviventes de doenças de coração para contarem a sua história e alertarem outros. “As suas palavras podem fazer a diferença”, recomenda a voz-off apelativa. É isso que fazemos no Arterial desde março de 2024, quando este projeto arrancou. Trazemos testemunhos de doentes e cuidadores, mostramos que é possível sobreviver e superar, prevenir novos episódios, mudar de vida.

As histórias de Rui Vieira e de Cátia Mostardinha, praticamente da mesma faixa etária (ele tem 38 anos, e ela, 40) cruzam-se na intensidade e no que uma paragem cardiorrespiratória pode representar e mudar no dia a dia. Ambos correram risco de vida e tiveram de reaprender a viver, que é como quem diz a readquirir competências básicas, como andar ou movimentar-se normalmente. E, no caso de Cátia, a fazer as necessidades fisiológicas sozinha.

Cátia esteve 45 minutos em paragem cardiorrespiratória, uma consequência de um enfarte agudo do miocárdio. Leu bem. O episódio é recente, faz um ano no próximo domingo, 5 de outubro. A recuperação, essa, tem sido lenta, mas com muito apoio do companheiro, João Ricardo Silva, da filha, Sara Silva, mas também do irmão, da fisioterapeuta e da médica cardiologista. “Eu podia ter morrido. Aliás, os médicos e enfermeiros diziam muitas vezes que cheguei ao hospital praticamente morta. Posso considerar que renasci”, contou à jornalista Paula Sofia Luz, e à fotojornalista Maria João Gala, que se deslocaram a Aveiro, onde mora Cátia, para conhecer a sua história.

O caminho tem sido longo, mas a persistência também. Insiste e avança, pois quer recuperar a autonomia e voltar a conduzir. Chegou a deixar de falar, de andar e de comer, e atualmente faz tratamentos de fisioterapia e hidroterapia, cinco dias por semana. A cardiologista Sílvia Monteiro reconhece-lhe “a grande capacidade de aceitação e motivação para recuperar” e a fisioterapeuta Estela Ferrari sente-se inspirada pelo seu “exemplo” e pelo quanto lhe ensina. Para já, o próximo domingo será de celebração, como uma espécie de novo aniversário, data que fará sempre registada como o dia em que renasceu. O foco continuará a ser a recuperação para concretizar um sonho: viajar até aos Açores.

Rui Vieira era atleta de Jiu-Jitsu brasileiro e chegava a fazer treinos bi-diários, o que lhe garantiu hérnias inguinais. Após uma primeira cirurgia que correu bem, voltou a ter de ser operado, e apesar de ser uma intervenção relativamente simples, teve uma paragem cardiorrespiratória durante sete minutos. Esteve depois três dias em coma e a vida não voltou a ser igual. A partir desse momento, diz, ficou com 28 a 29% de função ventricular, o que teve como consequências um cansaço extremo só de se deslocar do sofá à casa de banho, brincar com o filho, fazer as atividades normais do dia a dia, subir escadas…

Entretanto, apesar de inicialmente indicação para transplante cardíaco, o seu estado de saúde foi agravando enquanto aguardava uma consulta de especialidade, desenvolveu hipertensão pulmonar, o que impossibilitou essa hipótese. Passou então a usar o HeartMate, um equipamento que é uma espécie de coração artificial e que dá assistência ventricular esquerda. “Basicamente é um coração artificial, ou seja, ele está aqui a fazer a função do meu ventrículo esquerdo, a bombear o sangue diretamente para a aorta, para fazer uma ponte para o transplante”, explicou à jornalista Sofia Teixeira. Como tem excesso de peso ainda não pode realizar esta intervenção e é esse aspeto que está a ser também valorizado neste momento através de consultas de nutrição.

Rui sabe que não voltará a ser atleta, mas confessa que “não é de desistir das coisas” e espera voltar a ter uma vida ativa ao nível de desporto. Para já, o HeartMate devolveu-lhe alguma qualidade de vida e a melhoria da sua condição. Pode ver o vídeo completo aqui ou ouvir apenas em formato podcast aqui. 

A tecnologia é também a protagonista do artigo de opinião assinado pelo cardiologista Miguel Nobre Menezes, que lança a seguinte pergunta: “Vamos substituir o médico pela Inteligência Artificial?”. Leia e conheça a resposta. 

Continuamos a ter três perguntas para si sobre o seu conhecimento acerca de valores essenciais a uma boa saúde cardiovascular, como a pressão arterial e o colesterol. Ajude-nos a conhecer melhor os seus hábitos de saúde através de um mini questionário. É anónimo, rápido e demora menos de 30 segundos responder. Pode fazê-lo AQUI.

 

REPORTAGENS E ENTREVISTAS

Fotografia
Arterial

A história de Cátia, renascida depois do enfarte

Aos 39 anos, Cátia Mostardinha esteve 45 minutos em paragem cardiorrespiratória depois de um enfarte. Está ainda a reaprender todos os movimentos, com a ajuda de uma empenhada rede familiar e médica.

Fotografia
Arterial

O coração artificial que salvou a vida de Rui

A vida de Rui Vieira mudou durante uma paragem cardio-respiratória numa cirurgia de rotina. O equipamento que lhe implantaram garante-lhe qualidade de vida... até fazer o transplante de coração.

Fotografia
Saúde

O coração artificial que lhe salvou a vida

A vida de Rui Vieira mudou durante uma paragem cardiorrespiratória numa cirurgia de rotina. O equipamento que lhe implantaram garante-lhe qualidade de vida... até fazer o transplante de coração.

OPINIÃO

Fotografia do Colunista
Miguel Nobre Menezes

Vamos substituir o médico pela Inteligência Artificial?

Em desenvolvimento ou próximo da aplicação prática, as potencialidades da IA podem fazer a diferença no futuro na prevenção, diagnóstico e tratamento de AVC e enfartes. E onde fica o contacto humano?

Fotografia do Colunista
Patrícia Vasconcelos

Quando as crianças se tornam heróis contra a hipertensão

Um novo projeto de literaria em saúde mostra que prevenir a hipertensão pode começar nas escolas e chegar às famílias. O objetivo é passar mensagens de prevenção através das crianças.

AGENDA

26 outubro

Caminhada Nacional "Pare o AVC"

O QUE SE ESCREVE LÁ FORA

Recommendation Partner Recommendation Partner

Precisa de ajuda? Contacte-nos

Para deixar de receber esta newsletter clique aqui

ou pode gerir e descobrir as nossas outras Newsletters aqui

Observador - Rua João Saraiva, nº 7, 1700-248 Lisboa

Receba a próxima edição da newsletter Arterial diretamente no seu email

A jornalista Cláudia Pinto traz-lhe todos os meses uma seleção do Arterial, uma iniciativa do Observador dedicada exclusivamente às doenças cérebro-cardiovasculares.

  • Arterial
  • Medicina
  • Ciência
  • Cardiologia
Proponha uma correção, sugira uma pista: leitor@observador.pt

Partilhar artigo

  • Copiar ligação Copiado
  • Email
  • Facebook
  • X
  • Linkedin
  • WhatsApp

Mais newsletters

Arterial

O duplo transplante de Gonçalo e o balanço de 2025 

31/12/2025, 18:01
Arterial

O que debatemos no evento do Arterial e o AVC de Nuno Markl

26/11/2025, 10:09
Arterial

AVC. A professora que deixou de saber ler e escrever

29/10/2025, 13:34
Arterial

Usar a tecnologia a favor da saúde cardíaca

16/8/2025, 14:14

Últimas

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

Oferecer agora

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Voltar ao artigo

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ver planos

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Assinar agora

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Voltar ao artigo

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Fechar

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Registar-me

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Obrigado por assinar o jornalismo que faz a diferença.

Sem interesses.
Muito interessante.


Seguir
Seguir
  • Facebook
  • X
  • LinkedIn
  • Instagram
  • Youtube
Sobre
  • Política de Privacidade e Cookies
  • Termos e Condições
  • Termos e Condições da Compra
  • Como anunciar
  • Ficha Técnica
  • Estatuto Editorial
  • Política de correções
  • Regras da Comunidade
  • Contactos
  • Carreiras
Descobrir
  • Programas
  • Podcasts
  • Autores
  • Colunistas
  • Tópicos
  • Newsletters
  • Abrapalavra
  • Sudoku
Instale a nossa App

Disponível gratuitamente para iPhone, iPad, Apple Watch e Android

  • Descarregar na App Store
  • Descarregar na App Store
Recommendation Partner