Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

"Guerra Traduzida", a começar agora na Rádio Observador. Vamos olhar para aquilo que se publica hoje na imprensa russa e ucraniana, neste que é o dia número 505 da invasão. Vamos começar pelos jornais ucranianos. O jornalista Rui Casa Nova esteve a passá-los a pente fino com a ajuda da Tânia Olinik, que ajudou na tradução. Rui, após dois dias de cimeira da NATO, Volodymyr Zelensky fez um balanço positivo e mostra-se confiante na adesão.

E passo a citar um título que se pode ler hoje no jornal ucraniano Pravda: "A Ucrânia estará na NATO", diz Zelensky. O presidente ucraniano fez ontem à noite, no habitual discurso noturno, um balanço destes dois dias de cimeira da Aliança Atlântica que decorreu em Vilnius, na Lituânia, e afirma Zelensky que no final destes dois dias foi possível tirar quaisquer dúvidas e ambiguidades sobre a adesão da Ucrânia à NATO. Afirma Zelensky que nestes dois dias de cimeira foi construída uma base sobre a qual a Ucrânia vai construir, e passo a citar, "uma nova arquitetura juridicamente vinculativa de tratados bilaterais de segurança com os países mais fortes do mundo". Diz também Zelensky que, e como já disse, mas enfatiza aqui o presidente ucraniano: "Tirámos todas as dúvidas e ambiguidades sobre se a Ucrânia fará ou não parte da NATO, fará mesmo parte da NATO no futuro". É o que diz Zelensky no habitual discurso noturno e que é hoje citado aqui pelo jornal Pravda. De resto, estas declarações estão em destaque em toda a imprensa ucraniana.

E vamos continuar precisamente a olhar para a imprensa ucraniana, que tem em destaque declarações de Boris Johnson sobre a guerra.

Reapareceu aqui, de certa forma, o ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson para falar da guerra e também fazer um balanço desta cimeira da NATO. Boris Johnson deu uma entrevista à CNN, que é citada também pelo jornal ucraniano Pravda. De acordo com Boris Johnson, é importante que os Estados Unidos continuem a fornecer armas para a Ucrânia. Diz também que, para além do próprio exército russo, o maior inimigo da Ucrânia neste momento é o cansaço da própria Ucrânia, uma expressão utilizada aqui por Boris Johnson nesta entrevista. Repete também que é absolutamente necessário que a Ucrânia vença esta guerra para manter viva a democracia e a liberdade em todo o mundo. Já sobre a cimeira da NATO, aqui em jeito de balanço destes dois dias, Boris Johnson defende que não pode haver desculpas para adiar a adesão de Kiev à Aliança Atlântica. Aqui declarações de Boris Johnson, ex-primeiro-ministro britânico, em destaque na imprensa ucraniana.

E vamos falar agora de um bombardeamento em Zaporizhzhia.

Um bombardeamento que aconteceu ontem à noite e que fez até agora pelo menos 20 feridos, incluindo oito crianças. O número de vítimas tem aumentado. O último balanço à hora que estamos a falar, e de acordo com dados do Ministério da Administração Interna da Ucrânia, é esse número de 20 pessoas feridas. O ataque ocorreu ontem à noite, um bombardeamento na região de Zaporizhzhia. De acordo com o canal ucraniano TCN, ainda há neste momento equipas de emergência no local onde aconteceu este bombardeamento, à procura de possíveis vítimas na sequência deste ataque. Vamos certamente continuar a atualizar estes dados ao longo desta tarde aqui na Rádio Observador.

E também houve um ataque noturno a Kiev.

Mais um. Tem sido bastante frequente e destacamos isso mesmo aqui habitualmente na Guerra Traduzida da Rádio Observador. Tem sido muito frequente este tipo de ataques noturnos. Desta feita ontem à noite, o alvo da Rússia foi a capital ucraniana, Kiev. São dados, isso sim, aqui avançados pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. Adianta que há quatro feridos na sequência deste ataque. É uma notícia, também destaca este ataque no jornal ucraniano Pravda. Novamente, os serviços de emergência ucranianos continuam no local para os habituais trabalhos de busca e salvamento e também de limpeza na sequência deste ataque noturno a Kiev por parte das forças russas.

Fica por aqui a Guerra Traduzida. Estivemos a olhar para os jornais ucranianos com o Rui Casa Nova. Já a seguir vamos olhar para os jornais russos.