Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Seguimos com a imprensa ucraniana neste dia 678 da invasão, trabalho do jornalista Rui Casanova. Rui, a imprensa ucraniana continua a dar destaque aos mais recentes ataques da Rússia à Ucrânia.
Foi o tema em destaque no episódio de ontem de "Guerra Traduzida" e continua em destaque hoje na imprensa ucraniana. O canal TSN faz um resumo das reações aos ataques que visaram sobretudo a capital ucraniana Kiev. Em resumo, escreve o TSN, a comunidade internacional condenou os ataques à Ucrânia e houve também exigências para fornecer à Ucrânia mais armas e também sistemas de defesa aérea. O canal TSN destaca também as reações do Reino Unido. Escreve que Rishi Sunak, o primeiro-ministro britânico, expressou condolências às vítimas e aos familiares e também falou sobre fornecer novas armas à Ucrânia. Destaca também a reação da Alemanha, que diz que a Ucrânia precisa de mais munições para responder a este tipo de ataques da Rússia e também a reação de Bruxelas. A Comissão Europeia exige mais apoio à Ucrânia e promete que a Rússia não vai ficar impune depois destes ataques. É um assunto que continua hoje em destaque na imprensa ucraniana.
Sendo, Rui, que a Rússia levou a cabo mais ataques nas últimas horas.
Um ataque com mísseis russos contra Avdiivka matou um civil e deixou outro civil ferido. Uma informação avançada pelo governador ucraniano de Donetsk numa publicação nas redes sociais, aqui citada pelo jornal online ucraniano Kyiv Independent. Falamos de um homem de 51 anos que morreu na sequência deste ataque e uma mulher de 50 anos que foi hospitalizada na sequência dos ferimentos que sofreu. Estes ataques aconteceram por volta das 11h desta quarta-feira, hora local. A Rússia lançou quatro mísseis contra Avdiivka, visando principalmente um edifício residencial, um prédio de habitação. O jornal Kyiv Independent lembra que as forças russas começaram a intensificar os bombardeamentos e ataques terrestres contra esta cidade, Avdiivka, em outubro de 2023, forçando muitos dos habitantes a partir. Hoje há aqui esta notícia, um ataque nas últimas horas que matou uma pessoa e feriu outra.
O Reino Unido diz que a Rússia alterou a estratégia no campo de batalha.
O Ministério da Defesa britânico acredita que a Rússia, pelo menos de forma temporária, mudou a abordagem para atacar a Ucrânia a longa distância, visando agora as capacidades de defesa de Kiev, em vez da infraestrutura energética do país. É o que indica um relatório, uma investigação do Ministério da Defesa britânico, aqui citado pelo jornal Pravda. Os investigadores afirmam que, desde o final de dezembro de 2023, a Rússia aumentou a intensidade dos ataques de longo alcance na Ucrânia. Os ataques mais recentes foram dirigidos principalmente à indústria de defesa de Kiev, de acordo com este relatório do Ministério da Defesa do Reino Unido. Isto contrasta com os grandes ataques do inverno passado, que deram prioridade à infraestrutura energética da Ucrânia. E precisamente nestes ataques de que falamos, os ataques que aconteceram nos últimos dias, a Rússia diz que visou precisamente empresas de complexo militar industrial, portanto, algo que dá aqui alguma razão a este relatório do Ministério da Defesa britânico. É uma notícia em destaque no jornal Pravda nas últimas horas. Fazia manchete neste canal online.
A Noruega vai enviar caças F-16 e instrutores para a Dinamarca para formar pilotos ucranianos.
Uma notícia em destaque no canal ucraniano European Truth esta quarta-feira. Um anúncio feito pelo ministro da Defesa da Noruega. Anuncia que vai enviar dois caças F-16 e também uma dezena de instrutores para a Dinamarca. O objetivo é formar pilotos ucranianos para que possam pilotar estes caças que estão a ser fornecidos pelo Ocidente à Ucrânia para fazer face aos ataques da Rússia. Os pilotos vão receber uma formação aprofundada sobre estes jatos de fabrico norte-americano, que a Ucrânia tem vindo a pedir praticamente desde o início da guerra. A Noruega anunciou no ano passado que se iria juntar à Dinamarca, Países Baixos e outros países no fornecimento de caças, algo que acontece agora. Um anúncio feito pelo ministro da Defesa do país e uma notícia em destaque no canal ucraniano European Truth.
Com o qual fechamos este episódio de "Guerra Traduzida". Estamos de regresso amanhã com o Rui Casanova.