As Desobedientes
Margarida Vila-Nova, Maria João Lopo de Carvalho e Alexandre Borges juntam-se todas as semanas para nos trazerem as histórias de 12 corajosas revolucionárias portuguesas.
Episódios
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Maria Lamas, a revolucionária que sorria à PIDE
Fez o retrato das portuguesas e foi presa consecutivamente. Visitou a URSS, foi recebida em Pequim pelo primeiro-ministro, viveu em Paris o Maio de 68. Maria Lamas (1893-1983), a última desobediente.
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Justiça para Todas
Regina Quintanilha (1893-1967) foi a primeira advogada portuguesa. Conviveu com Salazar, que conhecia de Coimbra, mas ajudou o genro a fugir à PIDE e foi o oposto da mulher sonhada pelo Estado Novo.
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A bastarda de verso livre
Irene Lisboa acreditava que a revolução começava nas primeiras letras. Por tentar mudar o ensino em ditadura, foi votada ao ostracismo. Esquecemos uma das mais originais vozes da poesia portuguesa?
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Virgínia Quaresma, a primeira jornalista todo-o-terreno
Mulher, negra, homossexual. Escreveu nos maiores jornais nacionais, amou quem quis, como quis. Virgínia Quaresma (1882-1973) lutou em muitas frentes e foi narradora da História, que depois a esqueceu.
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Carolina, a primeira mulher a votar
Foi a primeira cirurgiã do país e enviuvou do primeiro Presidente eleito do Sport Lisboa. Carolina Beatriz Ângelo (1878-1911) foi muito mais. Desafiou a República e fez-se ícone sufragista mundial.
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Virgínia pediu o divórcio e foi fazer filmes para Paris
A história de Virgínia de Castro Almeida, que deixou Lisboa pelo "crime" de pedir o divórcio. Em França, foi pioneira do cinema, escreveu guiões e apaixonou-se por outra mulher.
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A abelha-rainha
Ana de Castro Osório deu a vida pela literatura para infância e a causa feminista. Amada por uns, temida por muitos, redigiu as leis do divórcio e inscreveu o nome na História de Portugal e do Brasil.
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Domitila de Carvalho não conseguiu o amor de Salazar
Foi a primeira mulher a estudar em Coimbra, a primeira professora de Matemática em Portugal, a primeira reitora do liceu feminino e das primeiras deputadas. A vida de Domitila de Carvalho (1871-1966)
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De Elvas a Nova Iorque, a história épica de Adelaide Cabete
Foi a primeira médica de Lisboa e tirou a quarta classe já adulta, coseu as primeiras bandeiras da República e foi também a primeira Grã-Mestre da Maçonaria portuguesa. Uma vida incrível.
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Angelina Vidal, a sindicalista abandonada à fome em Lisboa
Poeta, jornalista e professora, desafiou Cesário Verde para um duelo e ergueu a Voz do Operário. Angelina Vidal (1853-1917) exigiu justiça para as trabalhadoras, e a justiça abandonou-a à fome.
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