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Esta é a Comissão de Inquérito das manhãs 360. Hoje recebemos Andreia Galvão, do Bloco de Esquerda. Olá, bom dia.

Olá, bom dia.

Bem-vinda.

Bom dia.

Está assustada?

Estou um bocadinho.

Está um bocadinho em pânico. São cinco perguntas, cada resposta certa vale cinco pontos. Se pedir a nossa ajuda, damos-lhe escolha múltipla. Se acertar, recebe dois pontos. O máximo são 25. Recebe pastéis de nata.

É verdade.

Agora, quem não quer, não gosta e nem precisa de acertar.

Dependendo.

Exatamente. Vamos a isto?

Sim.

Vamos até à Baixa lisboeta. Qual é o nome oficial da Praça do Rossio?

Praça Dom Pedro IV.

Isso mesmo. Sim, ponto.

Não custa nada.

Ontem, na reunião do Conselho de Estado, Cavaco Silva deixou vários avisos e falou em manipulação política das manifestações pelo direito à habitação, por grupos de esquerda radical. Como é que olha para as palavras do antigo presidente da República?

É sempre um bocadinho complicado, mesmo por mim, às vezes, debater esta coisa do envolvimento dos partidos. Porque, por exemplo, a minha militância política começou de um evento social, começou de movimentos climáticos, especificamente.

E Vida Justa, não é?

Vida Justa, mais recentemente, mas para mim sempre houve uma ligação muito clara entre a necessidade de partidos, no sentido da militância ter o efeito que tem, mas depois ter que se transformar em coisas mais concretas, em propostas de poder. Então acho que há uma ligação, para mim, muito clara entre participar na vida cívica e ter um envolvimento partidário. Eu acho que isso na política portuguesa, eu tenho a impressão que não é muito normalizada a presença dos partidos na sociedade em geral, e há ainda muito tabu em relação a isso. Acho que depois se pode discutir que partidos, se gostamos deste partido ou não, mas acho que a própria ideia de partido, se calhar, como também há uma própria democracia que ainda é muito jovem, é vista de forma pouco embrenhada na cultura. E eu acho que isso é um problema, sem dúvida, porque as pessoas para se organizarem e para transformarem a sociedade, precisam de partidos na atual competição de poder.

Portanto, a participação dos partidos nestas manifestações e nestes movimentos é quase uma profissionalização do protesto, é uma organização maior que os partidos conseguem dar?

Não, não necessariamente. Eu acho que é muito importante, por exemplo, na Vida Justa, eu participo na Vida Justa desde o início e eu acho que há ressalvas muito importantes sobre que papel é que eu posso ter. E acho que o movimento em si tem que ter autonomia política para não serem os partidos ou outros grupos, também que existem, a ter uma linha dominante sobre o que acontece. E acho que isso é sem dúvida um problema muitas vezes. Mas também seria estranho que não houvesse apoio de partidos, até porque, por exemplo, por questões de segurança, por questões de amplitude política, os próprios movimentos às vezes têm essa necessidade. Então acho que há uma gestão entre ter autonomia, entre também usar os recursos que os partidos têm, mas não ficar dependente depois da sua agenda.

Ou seja, há aí um equilíbrio, mas acha que devia-se normalizar esta coisa da manipulação dos partidos sobre estas organizações.

A manipulação já é uma forma muito inquitada de ver a situação. Acho que é normal as pessoas fazerem partidos, acho que é normal as pessoas se candidatarem, acho que isso devia ser visto como parte da vida cívica e não como uma coisa que é, nós temos um problema, é que temos muitos políticos só profissionais.

Que só fazem aquilo.

Só fazem aquilo, só estão nos partidos, ou seja, a sua vida é só isso. Mas acho que se devia normalizar a participação dos cidadãos nas estruturas de poder na sociedade.

Muito bem, claríssimo. Andreia Galvão, começou muito bem. Cinco pontos. Vamos à segunda pergunta.

Fico com medo que sejam perguntas super básicas e falhar.

Eu acho que é o que acontece.

Já aconteceu. Não se preocupe, foi até nós.

Claro, às vezes. Por isso é que nós tomamos nota de tudo também. Bom, vamos à segunda questão. Como se chama a juíza que ontem proferiu a sentença sobre o pedido de Renata Câmara e a manifestação no Rossio? Tem ideia?

Não faço ideia. Li o documento, mas não faço mesmo ideia.

Ok, foi referido várias vezes a juíza X.

Pode ser com a ajuda do Paulo, pode ser que chegue lá.

Vamos lhe dar três hipóteses, pode ser?

Ok, vai ser mesmo por adivinha.

Não, provavelmente vai lembrar-se.

Se calhar, não. Exato. Justa Clara, Susana Seca ou Ana de Campos. Não há nenhum nome que...

Se isto fosse uma...

Há aqui um nome que é pura brincadeira, não é?

Que é a Justa.

Sim, claro. Clara.

A outra era...

É depois Susana Seca ou Ana de Campos.

Ou Ana de Campos.

Fifty-fifty.

Vai aos 50 e 50.

Nenhum destes nomes lhe diz nada?

Nada.

Nenhum destes nomes. Eu tive muitas conversas ontem sobre esta questão da sentença, li o processo, falei com a Lina Caldeira.

Então o risco tem 50% de hipótese.

Ana de Campos ou Susana Seca.

Ok, tem que ser um nome bobo.

São as duas juízas agora, claro.

Seca.

Não, Susana Seca é a juíza do caso da Operação Marquês. Ana de Campos, a juíza que assinou esta e que tomou a decisão. Bom, a decisão, tem havido grande debate nas últimas horas, como sabe, sobre o âmbito da aplicação, se é só a Renata Câmara, se pode aplicar a outros manifestantes. A partir daqui, qual deve ser a estratégia? No fundo, os manifestantes devem assumir que a sentença se aplica também a eles?

O que nós sempre fizemos quando estivemos lá foi dizer que não havia nenhuma ilegalidade ali a acontecer. Ou seja, são pessoas a protestar pelo direito à habitação. Há muito debate jurídico sobre o decreto de lei de 74, sobre a questão da meia-noite e meia, sobre a questão das tendas, mas depois, de fato, há uma aplicabilidade que não tem sido feita. Houve grandes acampadas dos bombeiros, houve grandes acampadas dos policiais e nunca houve o mesmo tratamento. E nós estávamos em Lisboa a falar de acampamentos de três dias e a ter um nível de intervenção policial que não tinha qualquer cabimento face ao que estava a acontecer. E isso é uma coisa que nós mantemos. Ou seja, claro que aquilo não se aplica à Renata Câmara, mas podemos dar a volta a quantidade de vezes que da Renata Câmara-

Sabe que a sentença é explícita a dizer que se aplica só àquele caso concreto da requerente e não a manifestações coletivas.

Pois, mas todo o processo levado a cabo pela Leonor Caldeira e por vários outros advogados, juristas que têm estado a acompanhar, como por exemplo, o Ricardo Sá Fernandes, a Carmo Afonso, é também alegar o direito à manifestação que aquelas pessoas têm ali e que nós não estamos a fazer uma acampada. Ou seja, todo este debate do acampamento, licenciamento, etc. Acho que às vezes é gerar um pouco uma confusão. Mas sim, no limite, a Renata Câmara pode ter uma tenda enorme que alberga todos os manifestantes e percebo que haja esse interesse em tornar uma vitória que é coletiva numa vitória que é meramente individual. O processo não é sobre a Renata Câmara, embora a Renata Câmara tenha sido a requerente, mas pra nós é muito importante permanecer.

Permanecer até quando, Andreia Galvão? Só para percebermos, quando é que os manifestantes vão dar por concluído o sucesso deste protesto? É quando a lei das rendas cair, a proposta de lei das rendas do governo cair ou é mais alguma coisa?

Bom, nós estamos a falar sobre autonomia política e de fato, nestas acampadas há muitas coisas que têm vindo a ser decididas nestas assembleias populares.

Algumas que percebemos que não são exequíveis em curto prazo.

Algumas que não, porque a democracia popular também tem uma dimensão de sonho.

Utopia. É utopia.

Mas é verdade, ou seja, há coisas que as pessoas dizem lá que são tipo: "Ok." Mas tem essa dimensão, porque as pessoas estão ali, há uma espécie de euforia de estar juntos, a decidir e há pessoas que nunca participaram, então isso tem um fascínio grande. Mas o que eu acho que é consensual entre os manifestantes é que a lei das rendas é mais um ataque. Ou seja, tirar a lei das rendas é uma coisa muito positiva, mas não transforma.

Mas não o suficiente pra desmobilizar.

Não transforma todo. E a acampada, não tem que ser sempre uma acampada, pode-se transformar em outra coisa, mas acho que há, sem dúvida, um sentimento de que há um espaço, além dos partidos, de insatisfação muito geracional também, mas de insatisfação muito generalizada e da necessidade de haver transformações estruturais. Ou seja, retirar a lei das rendas, esta nova lei do arrendamento, não é uma transformação estrutural.

Até porque não está em vigor, não produz efeito nenhum.

Exatamente, não produz efeito e tudo que já estava antes já era péssimo.

Também é simbólico.

É importante, e é importante ganhar, às vezes, é muito importante ganhar, mas acho que é muito além. Acho que nós estamos a ver uma coisa que é um bocado inédita nos últimos anos na democracia portuguesa, e se isso se transformar só em retirar a lei das rendas, era muito pouco.

Os partidos mais à esquerda vão ser capazes de aproveitar eleitoralmente este ímpeto que têm recebido nestes dias de manifestações?

Eu não sei bem qual é o caminho destas mobilizações. E também me parece estranho olhar pra elas como se fosse uma coisa quase lucro. Ou seja, os partidos estão lá, então esperam lucrar. Não tenho mesmo muitas certezas sobre o futuro. Acho que há a mesma coisa que há de mais estrutural que está a acontecer. Acho que há mesmo uma crise de intermediação, uma crise de representação, que está muito visível nestas acampadas, principalmente entre pessoas mais jovens.

Ou seja, essa sensação de que os partidos já não representam, não são capazes de representar os interesses das pessoas.

Que eu acho que há uma coligação de forças além. Eu acho que há isso.

Muito bem.

Mesmo, Andreia Galvão, temos cada vez mais partidos.

Mas exatamente, eu acho que essa desfragmentação também significa essa tentativa de ocupar espaços, mas acho que isso, sem dúvida, pros partidos que existem, são sinais de mudança que também obrigam a fazer grandes transformações.

Muito bem. Vamos avançar para a terceira pergunta. Até o momento, cinco pontos, confirmado. Vamos agora aqui a uma questão de apelidos. António José Seguro, presidente da República, tem um outro apelido antes de Seguro. Qual é? Não é nenhum dos seus, Andreia. Já vi que tem vários apelidos. Não é nenhum dos seus, é uma pista.

Mas é um apelido comum.

É um apelido comum em Portugal.

Não é o mais.

Não é o mais comum.

Mas é um nome próprio.

O apelido não é nome próprio.

Não, mas há aqueles apelidos que-

Não é o apelido. Quer dizer, só se for no singular.

Sim.

Agora quero ver quando deres a ajuda. Como é que safas dessa?

É de uma planta?

Não, então vou dar aqui uma ajuda. Abreu, Silva ou Martins.

Atenção à dica que o-

É antes de Seguro.

E a dica que o Bruno deu ainda há pouco.

Não deu uma dica.

Sor no...

Então qual é que era?

Abreu, Silva ou Martins.

Martins.

Muito bem. Sete pontos. O presidente da República tem sido a voz de que o país precisa neste momento. Vimos demorar muito para reagir a todos os acontecimentos, tudo aquilo que estava a acontecer. Agora foi mais rápido, logo depois da intervenção policial durante o fim de semana, mas no geral tem sido o presidente interventivo. Quem votou nele esperava?

Eu não sei o que as pessoas esperavam quando votaram nele. Eu sei porque votei nele. Porque havia duas possibilidades e ele era a outra.

Votou no mal menor, foi?

Foi.

Então não tinha muitas expectativas em relação a ele.

Não. Eu acho que é muito mau sinal quando a política se torna o mal menor e quando tudo o que não é o outro passa a ser a única alternativa. Essa era a minha expectativa quando votei nele. Acho que sempre houve muita indefinição sobre várias posições e acho que ele assumir esta posição presidencial. Eu odeio as pessoas que são moderadas por definição, ou seja, não são referentes a nada, são entre qualquer coisa, entre uma coisa e outra. Há pessoas que querem acabar a escravatura, há pessoas que querem ter escravos e o meio não é.

É uma não posição.

É uma não posição. Eu estive na reunião com ele também. Eu senti que há muita indefinição. Nós estamos agora a ver as imagens. O que normaliza também a violência, ou seja, a intervenção da PSP daquela forma, o que a normaliza é não haver reação, não haver espanto, as pessoas reagirem como se fosse uma coisa normal.

Incluindo, neste caso, o Presidente da República. A falta de reação do Presidente da República.

Acho que dizer coisas que são banalidades e genéricas, dizer: "É preciso bom senso, é preciso diálogo." Acho que ninguém discorda que é preciso diálogo. Mesmo esta coisa das manifestações pacíficas. Nós temos em Portugal uma sorte para as autoridades, que é termos manifestações muito pacíficas, embora tenhamos uma das crises da habitação mais graves, embora tenhamos uma geração que está completamente bloqueada. Isso foi a coisa que eu lhe disse. Nós, nas manifestações, tentamos sempre apelar a: "Vamos ter calma, vamos não sei o quê, isto prejudica."

Também são moderados.

Não é ser moderado, mas dizer que às vezes há momentos em que o que ajuda ou o que não ajuda. Nem sempre estar e tirar por tarde. Às vezes não. Mas é verdade que nós temos cada vez mais pessoas que não têm nada a perder. Há pessoas que estão aqui nas acampadas, pessoas que já foram sem-abrigo. Quando as pessoas estão nessa situação e quando o poder político só vem exigir moderação, contenção, acho que às vezes é mesmo não estar a entender o estado de revolta em que as pessoas já estão. E o Chega entendeu isso perfeitamente. Mas acho que era importante haver um sinal dessa mobilização da insatisfação, que não fosse só o fascismo.

Muito bem, Andreia Galvão. Temos que acelerar um bocadinho, quase no fim do nosso tempo. Quarta pergunta: qual foi o número máximo de deputados que o Bloco de Esquerda já conseguiu eleger numas eleições legislativas?

19?

Certíssimo. Por duas vezes, em 2015 e 2019. Agora tem um deputado.

As coisas mudam.

As coisas mudam, é verdade. Acha que o Bloco está em vias de extinção? Até por já falarmos há pouco da questão dos partidos e da forma como a sua geração se revê ou não nos partidos.

Bom, isto é uma pergunta que é colocar numa posição que não é nada confortável.

Faz parte.

Acho que há um momento que é difícil para a esquerda, há um momento que é particularmente difícil para o Bloco. E sem grandes transformações, ou seja, há uma política que acabou, uma forma de fazer política que acabou completamente. E em vários sítios, as forças à esquerda perceberam que transformações é que tinham que ser feitas, umas no sentido de maior organização, de estruturas mais enraizadas, estruturas mais militantes, numa altura de atomização, até formas de participação coletiva, de vida coletiva. Por exemplo, a questão das acampadas tem um bocado isso, ou seja, as pessoas estão a criar uma rotina de às 19h encontram-se no mesmo sítio.

De comunidade?

De comunidade, uma coisa que no centro da cidade já quase não existia. As pessoas vão, apanham o comboio, vão para as suas casas, depois querem combinar é uma semana para combinar, porque não pode naquele dia, não sei o quê. Então já só criar esses espaços, também é um esforço que muitos partidos à esquerda têm vindo a fazer e fizeram grandes alterações e eu acho que é preciso não ter dogmas sobre isso. Acho que só enfrentar estes tempos polarizados, na minha opinião, sem cair na moderação permanente, ou seja, sem ir puxando à direita, ficando numa posição um bocadinho seguro, acho que há, sem dúvida, um espaço para reinventar a esquerda e o Bloco.

As coisas mudam, como dizia há pouco quando recordávamos que o Bloco, neste momento, só tem um deputado. Andreia Galvão, última pergunta, também com muito pouco tempo. Agora, para uma coisa completamente diferente. Quem venceu o Oscar de Melhor Atriz no ano passado?

Como é que deixei dois Oscars para a Zetta?

Mas tem ido ao cinema, continua a ir ao cinema ou prefere o sofá?

Gosto de ir ao cinema, mas por acaso não tenho ido muito. Morava em Paris e ia bastante ao cinema, mas agora não.

Será que dizendo o filme é uma grande ajuda? Não sei.

Pode dizer o filme, diz lá.

Ammonite.

Olha, não faço ideia.

Vi o filme.

Vi o filme. O filme é muito bom.

É a atriz do filme.

É a atriz do Ammonite, é a minha resposta. Eu acho que conta.

Então vamos lá. Será a Jessie Buckley, Emma Stone ou a Meryl Streep?

Jessie Buckley.

Esta foi muito rápida.

Foi muito bom.

A pergunta é porque a Andreia Galvão é também atriz. A política é também uma arte da representação?

A política é muito representação. O Parlamento é um palco, é um teatro.

Sentiu-se à vontade nesse palco quando foi deputada?

É um bocado diferente ser deputada única naquele Parlamento. A questão não é só o teatro, a questão é a resposta. Mas acho que, sem dúvida, estava mais à vontade por causa do teatro do que muitas outras pessoas. Nós, de facto, temos um Parlamento que não liga muito à cultura, mas se calhar se as pessoas ligassem mais, até estavam mais à vontade no seu exercício de funções.

E o Parlamento é uma tragédia ou uma comédia?

É uma tragicomédia. Há coisas muito engraçadas que se passam lá. Há coisas mesmo muito engraçadas. Eu quando estava lá, nós tivemos simulações de incêndios. Só que aquilo não funciona muito bem no Parlamento. Então aquilo toca às vezes e as pessoas já nem ligam, porque está sempre a tocar. E nós, de facto, estávamos lá e houve uma simulação.

Ia ser aprovada a sério.

Ninguém levou a sério. No gabinete estavam: "Isto está sempre a tocar." E depois foram lá dois GI Joes a dizer: "Olha, vocês não ouviram o alarme?" Nós a correr, o Hugo Soares a chegar. Ninguém sabia o plano de evacuação também.

Vamos convidá-la para nos contar mais sobre isso.

Exatamente, enquanto tivermos mais tempo. Andreia Galvão, 14 pontos em 25.

Tem que faltar o resto, mas é bom.

Positiva.

Não fique.

Mas o Ammonite eu não ganhei este ponto.

Ganhou dois com ajuda. Ganhou os cinco. Obrigada por ter vindo. Atenção de encerramento. Bom dia, Andreia Galvão.