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Aqui vamos nós para a edição de quarta-feira de "You Campeão É", ainda com as ondas de choque do clássico de segunda-feira que opôs o Porto ao Sporting. É notícia hoje a onda de lesões que afeta tanto os azuis e brancos como o clube de Alvalade. É tema para esta edição de "You Campeão É", que conta com o Gabriel Alves, o Augusto Inácio, a Mariana Fernandes e o Pedro Henriques. Vou começar por ti, Gabriel Alves. Boa tarde. Notícia ontem a lesão de Samu. À partida, já não vai jogar mais esta época. Que impacto tem para as ambições do Futebol Clube do Porto?

Tem um forte impacto, porque Samu é um jogador referencial e não só para o Futebol Clube do Porto, também para a La Roja, para a seleção nacional espanhola. Obviamente, os espanhóis estão preocupados com o assunto, basta ler a imprensa do país vizinho. É uma perda para o próprio Samu, obviamente, que é um jovem que naturalmente estava a singrar no Futebol Clube do Porto depois da sua passagem pelos clubes espanhóis, mas aqui a reivindicar posição. Com tantos jogadores, e há aí outras situações que não vou abordar aqui, que lutam para estarem sempre de titulares em grandes emblemas. Penso que para todos aqueles que gostam de futebol é uma perda para os relvados e para os espectadores. A verdade é que o Futebol Clube do Porto tem alternativas, tem outras soluções e está na mão do treinador adaptar aquilo que são os métodos e os moldes de jogo a quem tem e para quem. Até porque fez agora também uma contratação no mercado de inverno. Não está despido. É que obviamente adaptar às circunstâncias. Isto acontece a todos os clubes. Por exemplo, o Sporting tem o caso do Luís Soares, que é neste momento, para mim, a figura central vertical da equipa do Sporting Portugal e que não vai jogar frente ao Famalicão. Naturalmente, o Sporting vai sentir essa ausência, como sentiu já a não sua prestação no decorrer do jogo do triângulo.

Sendo que também Geny Catam não é opção para o técnico Rúben Amorim nos próximos jogos.

Isto é outra figura importantíssima do Sporting nesta altura, pela sua excelente forma e pelo seu crescimento, que é de aplaudir. Acontece. Os clubes têm que estar preparados para isto. Para os espectadores, obviamente, também gostam de ver como é que as estruturas conseguem resolver esse tipo de situações, mas costuma-se dizer as lesões, os castigos, etc. É a alta competição no seu mais alto íds, muitos jogos. Tudo isto fomenta lesões, cansaço físico. Isto também tem que ser tudo muito bem dimensionado quando se prepara uma época, não só ao nível do futebol, mas ao nível das modalidades.

Mariana Fernandes, boa tarde também, bem-vinda. O Gabriel Alves punha aqui em evidência que tem substitutos. Samu, quem é o substituto natural? Denys Gul ou Teremoffi, que chegou neste mercado de inverno ao Porto?

Eu acho que de forma, se calhar, um pouquinho mais imediata, não só pela antiguidade no plantel, pela rotatividade que já tem dentro da equipa, pelas ligações, pelo facto, obviamente, de conhecer a equipa em que está inserido, provavelmente o Denys Gul será a solução mais imediata. Agora, eu acho que é mesmo isso, é uma solução mais imediata. Continuo a achar que o Denys Gul, por muito que tenha dado e que esteja a dar uma resposta diferente esta temporada do que deu na temporada passada, eu não acho que seja um jogador que nesta altura esteja pronto para ser a referência ofensiva titular do Futebol Clube do Porto. Acho que lhe falta muita coisa, falta crescer muito na forma como se movimenta dentro do campo, como joga com os colegas de equipa, como até aparece em zonas de finalização. E eu acho que nesse sentido, o Teremoffi pode surgir aqui como uma solução alternativa ao Denys Gul e se calhar mais definitiva do que o próprio Denys Gul. A verdade é que o Futebol Clube do Porto preparou bem, não estando à espera, obviamente, que isto acontecesse, preparou bem esta situação. Não só no início da temporada, quando contrata o Luuk de Jong, depois está a infelicidade também de ficar com o Luuk de Jong sem jogar até o final da temporada, mas também agora no mercado de inverno, em que também contrata, ainda que a título de empréstimo, mas também contrata o Teremoffi, já quase que à espera, parece, de que algo pudesse acontecer a Samu ou quase à espera de que Samu precisasse mais vezes de um substituto. Eu acho que isso tem a ver com, provavelmente, as fragilidades físicas que Samu vinha a apresentar, ou seja, obviamente, não uma lesão deste calibre, desta gravidade, mas alguma fragilidade que vinha a mostrar, não só em termos musculares, mas em termos de fadiga. Portanto, acredito que a estrutura do Futebol Clube do Porto tenha pensado neste mercado de inverno que era preciso uma solução que não Denys Gul para Samu, para jogar mais vezes, para ser titular, provavelmente, e talvez na Liga Europa. Ou seja, olhando aqui para as duas competições com essa possibilidade de alternar a referência ofensiva e agora vê-se obrigado a fazer isso mesmo. Ou seja, sem Samu, sem aquele que é obviamente o titular da equipa, eu acho que Teremoffi pode entrar aqui, que ainda não se tenha estreado, pode entrar aqui rapidamente no 11 inicial do Futebol Clube do Porto, até porque é um jogador que Farioli já conhece, treinou no Nice, é um jogador que está perfeitamente identificado com as ideias do treinador. E eu acho que isso vai acelerar, obviamente, a forma como o Teremoffi pode entrar aqui nas cogitações de Farioli. Nada disto invalida, por muito que eu ache que o Teremoffi é um bom jogador, obviamente, a falta e a perda que é para o Futebol Clube do Porto a ausência do Samu. Eu não acho que seja um caso

Pese embora as críticas de que foi alvo o avançado do Futebol Clube do Porto nos últimos jogos por apresentar alguma incapacidade para marcar gols.

Irá sempre ser alvo de muitas críticas, porque Samu não é um iluminado, ou seja, vai sempre perder bolas, vai sempre receber mal a bola. Mas a verdade é que a capacidade de finalização que tem, o fato de querer sempre mais um gol e nunca perder essa fome, é algo que se vê pouco hoje em dia no futebol. E eu acho que Samu tem essa capacidade e essa qualidade. Não acho que seja um caso, por exemplo, Sporting e Okres, em que o Sporting teve que mudar por completo a forma como jogava, porque jogava muito à volta daquele jogador. Hoje em dia joga de forma diferente com o Luís Suárez. Não acho que isso aconteça no Futebol Clube do Porto, apesar de tudo existe ali uma ambiguidade mesmo com as características do Samu e acho que o Teremoffi tem características muito mais próximas do Samu do que tem o Dennis Gold. Portanto, mesmo a equipa, na forma como joga, não irá sofrer. Irá sofrer, obviamente, porque não tem o seu melhor marcador, não tem o seu melhor finalizador e isso, obviamente, é uma grande perda para Francesco Farioli.

Pedro Henriques.

Só uma nota, o Moffi. Estou de acordo com a Mariana, é um jogador mais vertical, de maior impacto.

Pedro Henriques, será mais fácil para Francesco Farioli substituir Samu do que Rui Borges substituir Luís Suárez e Gianni Catamo, dois jogadores indisponíveis para o próximo encontro dos leões?

São todos jogadores importantes. Obviamente que quando pensamos no Sporting, o Luís Suárez, por tudo aquilo que está a fazer esta época, torna-se um jogador fundamental. Se tivéssemos que eleger, se calhar, os jogadores-chaves do Sporting, até agora, com muitos jogadores como o próprio Gianni Catamo, que realmente veio em momento de forma bastante elevado quando veio da Cannes e nos jogos que apareceu, apareceu não só a finalizar, como apareceu a fazer aquele lado direito de forma como ninguém está a fazer. Podemos pensar que, se calhar, o Luís Suárez, obstante o Human também está numa baixa de forma, outros jogadores têm sido importantes, mas o Luís Suárez neste momento é um jogador quase fundamental para o Sporting, naquilo que outros clubes muitas vezes se queixam que não conseguem. Por exemplo, olhamos para o caso do Benfica. O que o Benfica do Mourinho diz? Jogamos, criamos e depois falta a finalização. E o Luís Suárez tem feito exatamente aquele momento, seja no último minuto ou não, tem feito exatamente isso. O Samu é também um jogador extremamente importante, mas se calhar, dentro deste contexto daquilo que possa ser o coletivo do Porto e a possibilidade de o substituir, não quer dizer que seja menos relevante ou menos importante, é muito difícil estar a comparar a importância de uma lesão, umas em relação aos outros ou da importância que o jogador pode ter. O facto é que o Porto, com a lesão do Luke de Jong, com o Samu, perde aqueles que seriam, se calhar, o número um e o número dois, não por esta ordem, daquilo do ataque. O Dennis Gold, que até tem entrado bem, se calhar, fica sempre com aquela perspectiva que é um jogador que rende mais quando entra do que propriamente quando é chamado à titularidade. E tem as suas lacunas porque vai marcando, não se cobra muito dele, mas agora passará, se for ele o titular, a cobrar-se o tal gol que eventualmente ele possa não ter. Nesse aspecto, o Terimoffi pode ser aqui uma boa solução. Atenção que também tem passado muito recente de lesões. Vamos ver se isso também não vem ao de cima, porque neste momento e nesta fase, por isso é que o mercado de inverno é extremamente importante para acertar pormenores. Neste momento, com a carga competitiva que bastou o jogo ter, este jogo pode não ter sido, mas não teve tanta intensidade como outros jogos. Mas só o equilíbrio que houve, o facto emocional que está num jogo desta relevância e da importância, e vamos ter mais dois portos de Sporting, vem ao de cima um bocadinho aquilo que é, seja por lesões musculares, seja por lesões traumáticas. E atenção que nós estamos aqui a centrar-nos em torno de Samu e de Luís Suárez, mas o Porto tem o Martim com uma fascite plantar, o Kyore com uma lesão muscular, o Sporting tem a questão do Gianni Catamo, tem também o segundo ponta de lança ainda não recuperado, do caso do Sporting. Portanto, agora é que se vai ver também o engenho e a arte que estes clubes conseguem ter para dar respostas. E é aqui que os departamentos médicos têm que chegar à frente, porque agora o campeonato, não estou a dizer que vai começar agora, mas o campeonato foi relançado e vai ser muito relevante e importante a questão, já nem falo dos cachos, das lesões e do impacto que têm as ausências destes jogadores. Isto falo só para o mercado interno, para os jogos de campeonato.

Augusto Inácio, boa tarde também, bem-vindo. Abre-se aqui uma janela de esperança para o Benfica em função destas limitações dos plantéis do Sporting e Porto?

Boa tarde a todos. Pois, cada equipa tem os seus problemas. Eu sempre estive de acordo que qualquer plantel, quando começa o campeonato, neste caso estou a falar dos grandes, tem que ter pelo menos três pontas de lança. Tem que ter. O Porto tinha o Luca de Jong, tinha o Dennis Gold e tinha o Samu. Tinha três, mas o Luca de Jong lesionou-se. O foco do Porto foi contratar o Teremoffi. Eu diria que o Porto está composto nesse sentido, não é apanhado desprevenido nessa posição. Se olhamos para o Sporting, o Sporting só tem o Ioannis e Luís Suárez. Não tem outro. Lesionou-se o Ioannis, o Suárez agora está com problemas. Agora o Sporting tem problemas que não tem o ponta de lança. Não sei se estava a pensar na equipa B ou não, o que é certo é que parece-me que é o Faia que está ali a ser preparado, um jogador que é extremo. Mas eu diria claramente que independentemente das lesões ou não, o Benfica tem uma palavra a dizer neste campeonato ainda. Há duas semanas atrás, eu diria que o Benfica não tinha nenhuma possibilidade de ser campeão. Diria eu, era a minha opinião. Mas agora começo a olhar e digo assim: "Mas espera aí, mas o Benfica está a seis pontos. Ainda há Benfica-Porto, ainda há Sporting-Benfica". Ou seja, o Benfica ainda pode ter aspirações de chegar lá. Agora, o Benfica também tem os seus problemas, como é evidente, também tem as suas lesões. Por isso é que o Gabriel falou e bem logo no início, quando disse que os plantéis no início da época têm que ser muito bem preparados e bem planeados. Porque o futebol hoje em dia já não é igual àquele que era há 10, 15, 20 anos atrás, em que realmente os jogos são tantos que a lesão está aí ao virar da esquina, qualquer lesão que possa aparecer. E agora parece que a lesão da moda é o ligamento cruzado

Qualquer lesão no joelho é cruzada. Cruzada é oito, nove, 10 meses, acabou a época. E o Lucas Dion já teve e agora tem o Samu também que vai estar. E isto é problemático, porque ou há uma boa gestão física dos jogadores naquilo que é os jogos que os treinadores têm que gerir, ou então as coisas podem acontecer mais assiduamente este tipo de lesões.

A ver vamos como Dragões e Leões conseguem lidar com estas lesões e estas ausências. Vamos então aos vossos campeões e Augusto, começo por ti, quem é o teu campeão?

O meu campeão é precisamente por causa dessas lesões, seja do Samu, seja do Kiwior, seja do Luís Suárez, seja do Johnny Katamba, todas lesões, todos jogadores de todas as equipas, que a pior coisa que pode acontecer não é aos clubes, acima de tudo, é aos jogadores, porque eles vivem realmente do seu rendimento físico e quando são impossibilitados de exercer isso, é realmente uma pancada mental muito forte. Mas também queria dar aqui nota 16 para o Nuno Espírito Santo. O West Ham ontem travou a marcha do Manchester United que vinha de quatro vitórias seguidas. E o West Ham pouco a pouco está a tentar chegar lá, tentar salvar-se e fez ontem um belo jogo e só é traído aos 97 minutos por um gol do Sesko que se fizer aquilo 100 vezes, não faz mais nenhum gol como aquele. Mas marcou e empatou o jogo. Mas parabéns Nuno Espírito Santo, está a fazer um bom trabalho no West Ham.

Empate West Ham, Manchester United ontem à noite. O teu campeão, Pedro Henriques.

O meu campeão, um deles, estou preocupado com o rapaz, com 500 dias, 16 meses e três treinadores depois, o cabelo continua por cortar. Portanto, o rapaz, o Franco, não é? O Franco que continua sem cortar o cabelo, ele esteve quase para cortar, mas pronto, vai assim continuar. À parte disso, e agora em tom mais sério, vou dar uma nota negativa, nota 5 para aquilo que se está a passar fora das quatro linhas. Embora eu vá ao circo todos os anos e goste muito de circo, mesmo, e estou a falar mesmo a sério, mas está o circo montado entre Porto e Sporting naquilo que são os comunicados e os programas televisivos, uma série de coisas que estão a passar e não é só ao nível oficioso, é mesmo ao nível oficial entre Porto e Sporting no pós-clássico. Eu queria relembrar aquilo que disse ontem, obviamente que se pode ganhar aqui ou acolá num comunicado mais inovador, numa imagem mais gira que se coloca na televisão, numa boca mais interessante ou mais poderosa um em relação ao outro, os adeptos gostam disso, mas eu quero lembrar que sempre que um desses comunicados ganha, é o futebol português que perde. E o futebol português está a perder todos os dias com este tipo de incidências daquilo que se passou, verdade ou não, fora das quatro linhas, algumas delas são verdade porque nós vimos com os nossos olhos, mas sobretudo com este tipo de diálogo, que não é diálogo, que é de acusações mútuas entre Porto e Sporting, que não faz sentido nenhum fora das quatro linhas. Nota 5 para o que está a acontecer e acho que presidente da Liga e presidente da Federação Portuguesa de Futebol, pelo menos da Liga, que é quem organiza, tem que chegar à frente, na primeira pessoa, dizer qualquer coisa sobre o assunto. Chama-se a isso liderança.

Um ambiente demasiado crispado. Mariana Fernandes, o teu campeão.

O meu campeão é o Ian Catherw, em particular, o Estoril, de uma forma geral. O Ian Catherw ganhou o prêmio Treinador do Mês da Liga, ou seja, bateu os mais óbvios, que seria o Rui Borges ou o Farioli. Acabou por ter a maioria da votação dos treinadores principais da competição. Isto porque o Estoril, neste mês de janeiro, só perdeu um jogo, em quatro jornadas só perdeu um jogo e foi contra o Benfica, sendo que os três jogos que ganhou foram por goleadas. Portanto, 5x0 ao Estrela, 4x2 ao Vitória e 4x2 também numa visita ao Santa Clara, é preciso dizê-lo. O Estoril está muito bem orientado pelo Ian Catherw, está em sétimo lugar, portanto perfeitamente tranquilo, com 30 pontos, tem dos melhores ataques do campeonato, só está atrás do Benfica, do Sporting e o Sporting Braga. O Ian Catherw começou mal, os adeptos não gostavam dele, aprendeu a língua, está perfeitamente enraizado. O Estoril hoje em dia tem uma estrutura profissional ao nível dos melhores clubes e ao nível dos grandes. Helena Costa está a fazer um ótimo trabalho também. Portanto, fica essa nota de campeão para o Ian Catherw. Para ele, obviamente, e pelo prêmio, mas para o Estoril de uma forma geral.

E com um futebol bastante vistoso da equipa da linha do Estoril. Só falta conhecermos o campeão do Gabriel Alves.

Primeiro só uma nota de sorriso para o jantar do Real Madrid, pago pelo Vinícius e pelo Mbappé, sócios do restaurante. Eu já voltarei ao assunto quando for das Champions, mas o Álvaro Benito é que tem razão. É preciso é que eles arranjem uma ideia de futebol. Portanto, o Real Madrid. Mas a minha nota vai para o jornal O As. E vai com um 18, porque tem hoje um grande artigo sob o título, e chamo a atenção dos nossos observadores que se interessam por estas coisas de desporto, é bom ler. Uma questão de integridade para a NBA. Então o que é que se passa com o zero para a NBA? Resultados, portanto, são feitos perder de propósito. Chama-se o tanking. Então, tóxico, grave, destruidor dos princípios desportivos, éticos, obviamente, estou eu a dizer. Mas então o que é o tanking? Quando dizemos isto, tóxico, destruidor dos princípios, ética, a resposta é esta: é o mercado, meu amigo. Portanto, é uma prática industrializada. Ora bem, o que é que isto é? Isto é, os meninos saem da universidade, do desporto universitário americano, que é fantástico. Tomara nós termos um bocadinho disso. Colocarem jovens talentos nas equipas menos cotadas, chamemos as piores equipas, e tem tudo a ver com a promoção desses jogadores. Esses jogadores têm que ganhar para que possam entrar no mercado. Zero para a NBA, se de facto, e estou de acordo com uma questão de integridade para a NBA. É um grande artigo. Nossos observadores que estejam interessados sobre isto, faz favor de lerem, porque é muito interessante. Está lá tudo explicadinho ao pormenor, ao detalhe, não falha nada.

Aqui trazido a esta edição de "E o Campeão É..." pelo Gabriel Alves. Agradeço a ti, Gabriel, também à Mariana Fernandes, ao Pedro Henriques e a Augusto Inácio, os campeões desta edição de "E o Campeão É...".