Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Muito boa tarde, seja bem-vindo a "E o Campeão É?", o programa que analisa a atualidade desportiva. Hoje com a ajuda do Gabriel Alves, do João Pinto, Luís Pinto Coelho e Pedro Henriques. Eu sou o Nelson Ferreira. Vamos olhar para esta concentração da seleção portuguesa na cidade do futebol, em Oeiras. Começa o sonho português no Mundial de 2026. Para já, ainda sem quatro jogadores que se sagraram durante o fim de semana, campeões europeus, Nuno Mendes, Vitinha, João Neves e Gonçalo Ramos. Só daqui a alguns dias vão juntar-se à seleção, que tem dois amigáveis. O próximo é dia 6 de junho, frente ao Chile, no Estádio Nacional, no Jamor. Gabriel Alves, muito bem-vindo. É sempre um renovar da esperança quando vemos a equipa, todos nós, começar a treinar junta e a preparar este mundial que tem gerado muitas expectativas para os adeptos portugueses.

Boa tarde. Naturalmente que sim, é a utopia pura e dura. Portugal almeja um grande título ao nível planetário, um grande título mundial. Sente que tem jogadores com capacidade para tanto e obviamente que joga o seu pensamento, o seu sonho, a sua atitude nesse projeto, que é poder ser campeão do mundo de futebol. A verdade é que entramos hoje naquilo que é a fase decisiva em termos de trabalho, que é muito importante este trabalho que se enceta hoje, que é o da concentração, verificação de todos os atletas no seu estado físico, tudo de forma aprimorada, e depois aquilo que é o projeto do treinador, com o desenho daquilo que vai pretender fazer destes dias que antecedem o pontapé de saída para a seleção portuguesa. Há dois jogos e que, na minha opinião, estão muito bem escolhidos, um com uma equipa africana, o outro com uma equipa sul-americana. Ter em conta quem são os adversários de Portugal, a Colômbia e o Congo, isto sério, em pleno Estados Unidos, depois de já ter feito um bom trabalho quando lá foi na aclimatização dos futebolistas à realidade que vão encontrar quando estiverem a discutir, porque Estados Unidos são Estados Unidos, México é México, a zona americana é a zona americana, Europa é Europa. Também com todas as suas incidências, mas era preciso os jogadores terem a noção daquilo que vão encontrar. Portanto, há esse trabalho, que é o trabalho de estrutura, que é um trabalho sólido, a que os jogadores agora têm que corresponder e terem eles também em mente. E é verdade que a têm, porque eles também têm o sentimento de que são capazes, sabem o que valem, são praticamente legionários, todos eles, os que estão nesta seleção, são tudo jogadores que andam na alta esfera do futebol internacional, mundial, em ligas de alto calibre. E obviamente que eles sentem e sabem o quão têm que estar devidamente mentalizados para alta competição. Não é só saber jogar, é saber jogar, saber sofrer, saber ter sacrifício, saber estar, ter mentalidade, suar por aquilo que é o objetivo, isto é, dar tudo por tudo e respeitar os adversários, todos, desde aqueles que são menos cotados, aos mais cotados, àqueles que também são candidatos. Disso, naturalmente, faz-se o sucesso e espera-se que Portugal naturalmente o consiga. Eu, pelo menos, torço por eles. Temos bons jogadores e temos um treinador que não tem a confiança dos pipocas portugueses, mas é um bom treinador.

João Pinto, bem-vindo também a esta edição de "E o Campeão É?" Queria perguntar-te como está o teu coração de adepto da seleção, porque temos sempre nas várias entrevistas de Roberto Martínez alguma calma, alguma contenção nas palavras que são escolhidas pelo selecionador de Portugal no que toca às aspirações e objetivos nesta prova. Está a ser demasiado cauteloso Roberto Martínez e o coração dos adeptos olha mais para uma grande possibilidade de Portugal vencer esta prova.

Olá, boa tarde. Eu lembro-me daqui a uns tempos estar a falar com o Augusto Inácio e ele estar a dizer que quando eles partiram pro México, pra Saltillo, ninguém dava nada por nós. Quando ganhamos a Inglaterra na primeira jornada, passamos a ser campeões do mundo e depois quando perdemos com a Polônia, foi o descalabro. Portanto, o coração do adepto vai muito atrás daquilo que a seleção for mostrando. A última amostra que vimos foi uma Liga das Nações muito boa, foi depois um apuramento bem conseguido. Acho que o selecionador está com uma boa dose de pragmatismo, alguma dose de ilusão e o bolo que se está a fazer acaba por ser um bolo bem cozinhado. Aquilo que é um ingrediente essencial é a saúde. E para já, não tivemos nenhuma má notícia. Isto é bater na madeira algumas vezes, porque ainda vimos o Billy Gilmour, da Escócia, neste fim de semana, a ficar fora do mundial num jogo de treino. Este tipo de coisas acontecem sempre, esperamos que não nos batam à porta, mas obviamente ter esse elemento de sorte, justamente no que toca a lesões, é fundamental pra podermos levar os melhores e os melhores chegarem lá nas melhores condições.

Vitinha, do Paris Saint-Germain, já descansou os adeptos portugueses. Diz que as dores que sentiram no jogo que deu a vitória à sua equipa foram cãibras. Luís Pinto Coelho, ter uma seleção portuguesa com Nuno Mendes, Vitinha, João Neves e Gonçalo Ramos, que chegam aqui se calhar com outra motivação de serem campeões europeus, poderá ser um trunfo para Portugal?

Olá, boa tarde. Sim, chegarem felizes, motivados, é sempre interessante do que chegar com uma derrota que deixava sempre as suas marcas em termos mentais. Eu acho que esta fase é importante, principalmente pela questão física. Recuperar pequenas mazelas, colocar os jogadores em patamares físicos melhores, descansar. Alguns também já tiveram aqui a hipótese de ter pelo menos uma semana de férias. Férias ativas, mas férias, pelo menos para limpar um bocadinho a cabeça da questão competitiva, e isso é importante. E depois, como o João Pinto disse, é bater na madeira, porque eu acho que nós temos uma seleção muito forte, mas temos uma seleção com algumas lacunas. Principalmente na dupla de centrais, eu acho que Portugal só tem o central de topo mundial e até teve uma época difícil com algumas lesões. Esperar que não haja aqui lesões, principalmente naquele centro da defesa, porque me parece que é o grande calcanhar de Aquiles desta seleção. Porque estando tudo a 100%, parece-me que estamos naquele top quatro, top cinco das seleções que podem discutir o mundial.

Pedro Henriques, também já temos imagens de Cristiano Ronaldo, é a grande figura da seleção em Portugal, pronto a juntar-se para este início de trabalhos rumo ao mundial. Queria também a tua opinião para duas questões mais ligadas à arbitragem. A FIFA parece que vai mesmo apertar as regras já neste mundial, para acabar com aquela situação em que os jogadores aproveitam para receber instruções do treinador enquanto o guarda-redes está pseudolesionado, digamos assim. Também tivemos um caso curioso das novas regras que tentam que não se perca tanto tempo nas substituições entre o Japão e a Islândia, em que o árbitro levou à risca essas novas indicações e a Islândia acabou por ser vítima dessa demora numa substituição. São novas regras que podem também tornar o futebol mais atrativo e com mais tempo útil?

Bom dia a todos. Em primeiro lugar, relativamente à questão da seleção, do Cristiano Ronaldo, sendo ele o capitão e no fundo, alguém que já está para lá do que é o técnico-tático, é importante que ele vá dando esses sinais, porque sabemos que ele sendo o rei também das redes sociais, onde muitas das pessoas recolhem informação, também é importante ele mostrar esse espírito, que está pronto, é o regresso, assim como toda a equipa. Já sabemos que há quatro jogadores que fazem parte dessa equipa fabulosa, que é o PSG, o Portugal Saint-Germain, e portanto só regressam daqui a mais uma semaninha. E depois é essa questão também que aqui foi falada, que vai ser relevante e importante, sendo que até ao início da competição algum jogador que se lesione, independentemente de estar inscrito, pode ainda ser substituído. A exceção é feita para os guarda-redes, que se no decorrer da competição algum guarda-redes se lesione, há a possibilidade de ser sempre três guarda-redes. E se for durante a competição, ainda pode haver a tal substituição. Daí o Roberto Martínez levar também com um propósito, um jogador a mais, que não entra naquilo que é o tirar lugar a absolutamente ninguém, a tal questão do guarda-redes. Portanto, esperemos que seja um bom regresso, que ninguém se lesione e que se prepare mentalmente. E só relembrar que o futebol é coletivo, o futebol é de 11 e é assim que se consegue explicar a qualquer criança como é que o PSG precisou de correr, entre aspas, com Messi, Neymar e Mbappé para se tornar bicampeão europeu, que é uma coisa que me parece que não alinha uma coisa com a outra. Então se temos lá os melhores, por que não somos campeões europeus? Corres com os ditos melhores e és campeão europeu. É que o futebol é 11, é coletivo e está para além dos egos e do egocentrismo. Quanto às leis, precisamos de vários programas, como costumo dizer, porque não é só uma questão que vai ser alterada, são várias questões que vão ser alteradas, que vão ter impacto. Aqui a questão não é a regra em si, mas é a maneira como os árbitros vão ser instruídos para a respetiva aplicação. E isso vai ser relevante e importante, porque quando se diz que temos cinco segundos para repor a bola no ponto de penaliza no lançamento neutral, não é porque a bola sai e o árbitro começou a contar. Portanto, vamos esperar um bocadinho, porque os árbitros vão receber agora essas informações. Nós, em off, já sabemos mais ou menos como é que a coisa vai funcionar. É um bocadinho ao estilo futsal. Não é quando a bola sai, mas a partir do momento que o árbitro entende que o jogador já tem condições ou porque já tem a bola na mão ou porque está a demorar a intervir com a bola e que já tem condições para repor, que o árbitro vai apitar e vai fazer uma contagem decrescente com os dedos, cinco, quatro, três, dois, portanto, em movimento bascular na vertical, como acontece com os oito segundos do guarda-redes. E depois essa questão da substituição, que não é uma questão de levar à risca, porque agora acabou essa questão de levar em rigor ou não rigor. Por isso o futsal foi um grande exemplo para o futebol onze importar esta medida. É uma coisa muito simples, é o árbitro fazer uma contagem pública e a partir do momento que contas, não há rigor nem rigor. É vais acima, tiras um dedo, vais acima, tiras dois dedos. Portanto, se for uma contagem de 10 decrescente ou se for uma contagem de cinco, no fundo é isto, ir tirando dedos à tua contagem e mostrar publicamente que estás a contar. A partir daí, passas o ônus para o jogador que tem que ver essa contagem e tem que sair. E eu relembro que na substituição, a penalização é tão simples, entre aspas, conto isto, tu não sais nos 10 segundos, o jogador que vai sair, sai na mesma e o jogador que vai entrar só entra depois de um minuto e depois falta aqui afinar, que o minuto não é depois com o jogo parado, é quase em tempo útil de jogo, mas isso depois falaremos mais à frente. Mas há mais alterações.

E foi assim que a Islândia sofreu um gol, precisamente nesse detalhe.

Exatamente. E jogar com menos um faz toda a diferença, e as pessoas têm de perceber isso. Tal como a questão do guarda-redes, que estamos à espera, que eu acho que não vai entrar em vigor, por isso é que eu estou à espera que esta semana se concretize, mas para mim era fundamental, que é guarda-redes no chão, ninguém lhe tocou. Ok, é assistido, sim senhor. Recebe a massagem e o spray. Levanta-se, está em condições, não se pode continuar o jogo sem guarda-redes, retira-se um jogador de campo e essa equipa fica com menos um durante também um minuto. Vai ver que acabam as pausas técnicas. Por outro lado, falta aqui uma medida que é muito importante, é que o futebol onze tem que ter, à semelhança dos outros desportos, timeout. E eu acho que era muito importante um treinador dispor, neste caso até tinha que ser um bocadinho mais de um minuto, à semelhança da paragem para hidratação, dispor ali um break para poder fazer a sua intervenção junto dos jogadores, um minuto, tipo um timeout que fosse pedido. Faria todo o sentido para o futebol, e o futebol podia ganhar na parte comercial, porque esses minutos são sempre aproveitados para questões de publicidade, etc.

Claro. Cabo Verde jogou no Estádio do Restelo e venceu a Sérvia 3x0, jogo de preparação dos Tubarões Azuis que se estreiam no mundial. E por falar em Cabo Verde, João Pinto, Sidnei Cabral deverá arrumar à Turquia uma boa venda. Não rendeu muito desportivamente ao Benfica. Esperava-se um pouco mais deste jogador que chegou do Estrela da Amadora.

É difícil de aferir. Quando ele entrou, entrou bem. Teve alguns jogos em que realmente parecia mostrar muita coisa. Depois teve aquele episódio da camisola do Vinícius, e ele ficou com a camisola, mas foi só com aquilo que ficou. Depois, há esta questão da venda para o Trabzonspor por números simpáticos e há o pedido de desculpas público do jogador e do agente, que não devia ter feito isso, que quer continuar no Benfica, há ali uma carta de amor e portanto dá a ideia que as coisas não estão totalmente fechadas. Há ainda muita coisa por limar, há muita vontade do jogador em ficar, porque se calhar a proposta dos turcos não é assim tão boa e portanto ainda vamos ter que ver mais alguns episódios desta temporada.

Luís Pinto Coelho, muito rapidamente, alguma polémica com o futsal do Futebol Clube do Porto. Entra nesta modalidade, mas parece que vai para a terceira divisão. Os restantes competidores não gostam muito da ideia, mas é uma boa notícia a entrada do teu clube nesta modalidade?

Sim, é uma boa notícia, embora se fosse eu a escolher, não investiria no futsal, preferia outras modalidades, até com mais tradição no clube. Mas percebo a lógica do futsal.

Como por exemplo?

O voleibol masculino, por exemplo, que é uma modalidade que tem tradição no clube. No Porto já tem voleibol feminino, acho que fazia sentido o voleibol masculino. Mas percebo a questão se calhar comercial, porque é uma modalidade que atrai mais patrocínios e isso também é importante, a vertente financeira. E agrada-me começar da terceira divisão, como o Porto começou no futebol feminino, subir as divisões, até porque dá para sustentar depois o projeto de forma diferente.

Vamos ver como corre esta nova aventura do Futebol Clube do Porto que, por exemplo, em basquetebol vai disputar a final com o Benfica, os cinco jogos do playoff, depois de ter vencido o Sporting. Temos que avançar para os campeões de hoje e vou ao Gabriel Alves. Gabriel, tens alguma nota para o regresso do Deportivo da Corunha à La Liga?

Saudação. Acho que é um clube mítico da Espanha e é um regresso que se saúda e está a ser altamente saudado, portanto, no país vizinho. Para já, uma nota. Vamos lhe dar 15 e espera-se que venha com sustentabilidade para se poder aumentar a nota no decorrer daquilo que vai ser a próxima temporada. Nota também que eu queria dar para o João Neves. O João Neves passa muito despercebido numa situação, que é a situação de saber jogar sem bola. É de facto um jogador fortíssimo nessa ação e tem um partido completamente bem tirado pelo seu treinador, o grande treinador chamado Luís Enrique. Não é um fulano que anda por aí, é um treinador de futebol que sabe o que quer e acima de tudo, o que não quer, que é fundamental. Quero deixar uma nota de 15 para estas novas regras da arbitragem. Muito bem o Pedro Henriques ter dito que é preciso praticamente um programa, ou é preciso um programa para se explanarem todas, só que fica aqui uma nota: que elas sejam aplicadas no mundial, ok, tenho a certeza que vão ser aplicadas, mas que depois sejam aplicadas em termos internos, porque obviamente que em termos internos há ali muitas questões que vão pôr os pipocas do país todos aos saltos com as pipocas a arder. Portanto, é preciso que haja essa vontade, essa determinação e essa lei seja mesmo aplicada internamente em qualquer país, naquilo que são as ligas. E portanto, são estas as minhas notas, deixando aqui uma nota cinco para o Sport Lisboa e Benfica, empresa, não estou a falar do clube, estou a falar da empresa. Ainda não está nada tratado, ainda se está a tratar. Eu estou a falar da empresa Sport Lisboa e Benfica.

Muito bem, Pedro Henriques, campeão e com que nota nesta segunda-feira?

Eu vou dar nota 20 para aquilo que é a classificação do Lálio, portanto este Francisco Lálio.

Camisola branca, melhor jovem do giro.

Não é camisola, é maglia.

Maglia blanca.

Maglia bianca. Eu não sei. Maglia bianca. Mas esta camisola branca, que é o prémio jovem, como é sabido, o sexto lugar, porque nós aqui logo nos princípios dizíamos que se ficasse no top 10 era fantástico e depois percebemos que ele até andou de rosa alguns dias e bons, até perder para o Vingegaard, que realmente é um ciclista que está completamente fora de contexto pelo lado positivo, mas de qualquer maneira, fantástico. Mais um ciclista que não é daqueles que vai aparecer e que desaparece. Aliás, isso é impossível fazeres uma prova destas. Estamos a falar de uma das três principais provas, Espanha, Itália e França, e portanto é fantástico aquilo que nós vimos aqui e o futuro é grande. Há pouco tempo falávamos, há uns tempos era o Rui Costa. Não, agora já temos aqui uma série, o ano passado João Almeida e já agora a Rádio Observador que faça o favor de fazer o que fez o ano passado, de levar aí a estúdio o Maglia Branca, que é para a gente tirar umas fotos e fazer umas perguntas, como fizemos o ano passado num programa muito giro com o João Almeida.

Vamos tratar disso. João Pinto, campeão de hoje?

Bem, primeiro um esclarecimento para o Pedro Henriques. Maglia Branca em português disse t-shirt. Só para ficar. Mas a minha nota vai para a final da NBA, os San Antonio Spurs, que chegam à final e que vão jogar contra os Knicks e, portanto, mais uma vez um novo campeão em mais um ano, numa senda de anos na NBA em que o campeão tem sido sempre diferente. E este ano é uma final extraordinariamente apetitosa. Começa quarta ou quinta-feira, dependendo da madrugada da Malta.

Muito bem. Luís Pinto Coelho, fechamos contigo.

Olha, um 20 para a seleção de Cabo Verde e para aquela festa bonita ontem no Estádio do Restelo. É a minha segunda seleção para o Mundial e acredito que para muitos portugueses também. E acho que até pode fazer umas coisas engraçadas, pelo menos ganhar o jogo e tentar o apuramento para a segunda fase. Ontem foi extremamente bonito e uma boa vitória, 3x0 frente à Sérvia, por isso um 20 para Cabo Verde e agentes de Cabo Verde.

Gabriel Alves, Pedro Henriques, João Pinto e Luís Pinto Coelho, os campeões na edição de hoje de "E o Campeão É".