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Começa agora o "E o Vencedor das Manhãs 360". À Carla, ao Paulo e ao Júlio, que está no Porto, juntam-se para a análise os protagonistas do dia, além do José Manuel Fernandes, o Ricardo Conceição e a partir de hoje e até às eleições vai juntar-se também a nós um colunista d'O Observador. Hoje é a Raquel de Cassis quem está conosco a avaliar e pontuar. Carla, com a campanha eleitoral já na estrada, vamos olhar para o que vai marcando a agenda. Estamos a entrar no segundo dia de campanha, mas a verdade é que o dia de ontem já merece a análise dos nossos comentadores. Houve muitos casos, casinhos e declarações. Ricardo Conceição, o que destacas? Bom dia.
É o arranque da semana, é o arranque da campanha eleitoral e eu acho que apesar da situação em que vivemos, eu quero dar uma nota positiva à campanha eleitoral. O país é chamado a votar, tudo com grande tranquilidade.
Estás a ser tão generoso porque temos cá a Raquel de Cassis, é isso?
Não.
Meu Deus, o que vai sair daí?
Exato, isto pode começar bem.
Não, isto é rápido. Já vão ver onde é que eu vou chegar, mas é mesmo para dar uma nota positiva à democracia portuguesa, que acho que está a fazer o seu caminho e não há problema nenhum em as pessoas serem chamadas a votar e a pronunciarem-se a eleições. Nota negativa pra graçola de Rui Rio e André Ventura no Twitter, porque fizeram aquele reparo, aquela graça que no fundo pode minar a confiança dos eleitores no processo de voto antecipado. Eu à primeira, confesso, nem percebi, à segunda também não e à terceira também não. Tiveram de fazer um desenho pra eu perceber qual era a graça.
Acho que me vai enviar depois o desenho, Ricardo.
Eu mando, Raquel. É um esquema. E eu queria só explicar ao doutor Rui Rio que no Twitter e na rádio é muito difícil transmitir a ironia. A ironia é muito complicada, só está ao alcance de alguns.
Achas?
Dos iluminados.
Só de alguns, como Paulo Ferreira, que conseguiu agora ser irônico. Aprenda, doutor Rui Rio. E a fechar, uma nota para a Catarina Martins, que com um sorriso nervoso, ontem soltou uma frase muito interessante. Ela diz, e vou citar: "O país não precisa nem de maiorias absolutas, nem de maiorias absolutas com o PAN". Eu achei muito curiosa esta frase, porque no fundo revela que o Bloco está com medo do PAN, isso é muito curioso. O PAN assume aqui para o Bloco o papel do lobo mau.
Boa imagem.
Não estou a ser irônico. O Bloco que está naquela frágil casa de palha e vem o PAN e sopra e deita a casa abaixo. Bom, como o reconhecimento do problema é o primeiro passo para a cura da arrogância, eu vou dar uma nota, mais ou menos, à Catarina Martins, mas já lá vamos às notas, não é?
Sim, vamos então fazer aqui uma ronda pela campanha e depois fechamos com as notas. Bem-vinda, Raquel. Porque assim já percebeste mais ou menos como é que isto é. Não há muitas regras e podes fazer a avaliação que quiseres. Vamos começar pela campanha. Como é que viste o primeiro dia?
Bom dia, Carla. Antes de mais nada, dizer que eu costumo ser ouvinte, só que nunca tinha participado e, portanto, precisava aqui de saber algumas regras.
E estás muito feliz, não estás, Raquel?
Muito feliz, sempre. E muito feliz por a campanha eleitoral ter começado e curiosa para perceber como é que isto vai funcionar fora do ecrã da televisão. Aquilo que destaco, para além deste fenômeno do Twitter e destas graçolas no Twitter, e positivamente, é a entrada de João Oliveira na campanha e da campanha do PCP, porque as imagens que nos chegavam ontem pela televisão da campanha do PCP pareciam uma campanha lá atrasada dos primeiros tempos de Jerónimo de Sousa. E eu achei que ele estava bem encaminhado para desempenhar o papel. Vamos ver se vai ser ele ou não vai ser ele, mas eu acho que se tivemos aqui num concurso de misses, quem quer ser líder do PCP, acho que entre João Oliveira e João Ferreira, parece-me que o eleitorado do PCP gosta mais do estilo João Oliveira.
Parece que sim. José Manuel Fernandes, o teu balanço do primeiro dia de campanha, o que destacas?
Vou destacar uma coisa breve, que é basicamente o seguinte: eu acho que ontem Rui Rio e António Costa entraram um bocado com o pé esquerdo na campanha. Rui fez um tweet que se era uma graçola, não se percebeu, se não era uma graçola, é um sinal de precipitação. Quanto a António Costa, de facto, iniciar a campanha nos Açores, voando na Ryanair, porque a TAP não tem voos para os Açores de manhã, é dar bandeja trunfos a quem vem dizer por que nós andamos a enterrar tantos milhares de milhões na TAP.
Isso é que merecia um tweet irônico.
É, exato.
Exatamente.
Será que António Costa jogou a raspadinha durante o voo? Aqueles jogos rápidos.
Não sei, talvez para ajudar a pagar, talvez assim, se calhar, se alguma coisa ajudasse a pagar, mas vamos todos pagar por aquele monstro. Enfim, portanto, acho que não foi um bom entrar nem de um, nem de outro na campanha. E desse ponto de vista, os debates foram melhores do que isso. Às vezes, se hoje temos um debate a nove, vai ser uma coisa demorada, com muito tempo. Não sei até que ponto não será um pouco
Confuso, porque um debate à nova nunca é muito fácil de orientar. Se recupera um bocadinho desta entrada mal adroit.
Esta entrada a pés juntos. Júlio Magalhães, será que António Costa apanhou o avião no Porto e por isso é que não conseguiu o voo da TAP?
Ataulfo.
Há quem ande a pés juntos também.
Olha. Júlio.
Júlio. Nem responde, o Júlio.
Pois é. Não estava aqui esta semana.
Pois é.
O Rui Rio no debate atirou-se à TAP, deu o exemplo do voo de São Francisco. Também não é a melhor forma de dar um exemplo pra falar da TAP, foi aquele voo de São Francisco. Mas a TAP respondeu com um longo comunicado e estou à espera agora que venha também responder ou dizer qualquer coisa sobre este voo que não havia para os Açores. Acontece que isto anda-se a falar há muito tempo, que está criado um hub em Lisboa, e bem. O hub é Lisboa. O problema é que a TAP tem que servir o país, e quando se fala que é servir o Porto, tem-se falado assiduamente que não é só o Porto, é o Porto, é Madeira, é os Açores, é o Algarve, que a TAP não tem feito. E a TAP agora não precisa de dizer nada, porque este voo de costa para os Açores já responde a quase tudo o que se tem dito. Fica sem se perceber se Costa foi mesmo para os Açores porque não havia voo de manhã da TAP, se foi porque a Ryanair é mais barata ou se quis criar mais dificuldades a Pedro Nuno Santos. Ficamos sem perceber qual foi o objetivo deste voo, mas a verdade é, como dizia o José Manuel Fernandes, isto só vem dar trunfos a Rui Rio, neste caso, a propósito do debate de sexta-feira passada ou de quinta, entre ambos, em que Rui Rio se atirou à TAP, a TAP respondeu e agora, logo a seguir, veio a resposta que já nem é preciso sequer a TAP escrever nada, nem mandar nenhum comunicado, o que é preciso é agir e agora percebermos que estratégia é que a TAP vai mesmo ter para o país inteiro, porque pagamos todos a TAP, de facto. E a TAP, como se vê, nem para os Açores tem voos, se calhar é o mercado, como justificaram no voo de São Francisco. Portanto, vai um oito, um sete direitinho pra TAP, neste caso.
Um sete para a TAP, atribui o Júlio Magalhães. Ricardo Conceição, queres dar então as tuas notas?
Sim, vou dar um oito a Rui Rio neste episódio. Na questão do avião, António Costa terá poupado na bagagem, porque foi e veio, não é? E de certeza que salvou uma gravata, que foi aquela gravata verde, que vai poder usar logo no debate. Para a Catarina Martins, dou um 10, neste sentido de o reconhecimento do problema é o primeiro passo para a cura e achei interessante ela estar com receio do PAN, por isso um 10 pra Catarina Martins.
Raquel Abecasis, entre João Oliveira e João Ferreira, é por aí que vais dar a tua primeira nota do e o vencedor?
É a minha primeira nota, sim, um 10 pra João Ferreira, mas um 14 para João Oliveira.
Apostas.
E já agora, só dizer uma coisa sobre António Costa, que é uma coisa que eu começo a desconfiar desde o último debate com Rui Rio, sabendo que ele não dá ponto sem nó e que não é ingénuo, eu começo a achar que ele não estará com grande vontade de ganhar as eleições, porque já percebeu que não terá maioria absoluta. Aquela exibição do orçamento de 2022 e agora este tiro no pé da viagem para os Açores, que eu confesso não tinha dado por ele se não estivesse aqui a participar neste painel, não me parecem ingénuos para um profissional da política como é António Costa.
Fica aqui esta nota. Paulo Ferreira, ias acrescentar alguma coisa? Parece-te que vale a pena considerar o empenho com que António Costa está nesta campanha?
Penso que não. Ele não entraria para não ganhar. Agora, o cenário de uma vitória do PS sem maioria absoluta, de facto, levanta dificuldades, porque parece que a geringonça está mesmo morta. Portanto, vem aí dor de cabeça.
Eu diria que é mesmo um filme de terror pra António Costa.
Sem dúvida. Depois de seis anos sem maioria absoluta e sem os parceiros habituais, não vai ser fácil, a menos que a tal ecogeringonça tenha votos suficientes para uma maioria. Portanto, o PS com o PAN e com o LIVRE, eventualmente. Enfim, não sei. Mas de facto é um coiso.
É fazer as contas no fim.
É, é fazer as contas.
José Manuel Fernandes, a tua nota vai pra quem?
Olha, vão dois oitos pra entrada com o pé esquerdo dos nossos principais líderes dos maiores partidos, mas a possibilidade de irem ao oral, como é óbvio. Têm hoje já o primeiro teste pra o oral no debate. E já agora, só uma nota um pouquinho mais negativa, um sete, pra forma como o CDS escolheu fazer campanha, a fazer tempos de antena a atacar os priminhos de que ele não gosta, que não me parece ser boa forma de um partido que diz que é o único voto sério à direita e que se entretém a atacar os outros partidos de direita, em vez de atacar os partidos à esquerda. Portanto, não me parece uma boa forma de estar na campanha e portanto leva um sete.
Leva um sete, uma nota mais baixa ainda que os líderes do PS e do PSD. Ora, este é o primeiro olhar, é o primeiro de muitos dias de campanha que vamos ter ainda pela frente. Agora, Paulo Ferreira, há já algo garantido. Há muita gente interessada em votar antes do dia 30.
Exatamente, em garantir pelo menos que pode votar ou em aumentar as probabilidades de poder votar. E contrariando aqui a negatividade dos meus colegas de painel, eu acho que ontem o primeiro dia de campanha, que coincidiu também com o tal dia de inscrição para o voto antecipado em mobilidade, correu bem.
Tu já te inscreveste, Paulo?
Eu já me inscrevi
Eu também.
Eu também.
Eu já tenho dois dias de votação garantidos, ou no dia 23 ou no dia 30.
Mas não pode votar duas vezes, pois não?
Não, isso não podemos fazer.
Isto é ironia, atenção.
É muito claro que é ironia.
O voto conta no teu círculo eleitoral.
Exatamente. Por acaso inscrevi-me para o meu círculo mesmo. Para quê? Para prevenir que, imaginem que amanhã ou depois eu estou em isolamento por causa de Covid, não posso votar no dia 23, voto no dia 30. Se puder votar já no dia 23, fica tudo despachado. Se não houver aquelas filas.
Não tens medo daquela última semana de campanha dizer: "Oh, diabo!"
Não. A falta do dia reflexão. Pois, isso é um bom ponto, Ricardo. Eu não sei como os milhares vão conseguir ter um voto esclarecido sem o dia de reflexão.
Eu por acaso sei porque é que o Paulo fez o voto antecipado.
Eu também. Eu já sei o que é que vais dizer, Júlio. Conta lá aos nossos ouvintes o que é que o Paulo quer fazer no dia 30 de janeiro.
Spoiler alert.
É que se vocês seguem o Três Toques, o Paulo anda eufórico com o Campeonato Africano das Nações de Futebol. E a final do campeonato é no dia 30, Paulo. Vai votar dia 23 para no dia 30 estar sossegado a ver a final do campeonato.
Vocês estão cheios de teorias da conspiração.
Caiu a máscara, Paulo.
Exato. Mas queria registar, de facto, ontem houve 70 mil eleitores que já se inscreveram ontem, primeiro dia, no voto antecipado em mobilidade. Só ter aqui um termo de comparação, nas presidenciais há um ano, foram quase 250 mil. Portanto, em princípio, vai se bater este valor. E mais uma vez, eu acho que os eleitores, o povo, se quisermos, estão a dar uma lição aos legisladores. Isto é, estão eles a resolver aquilo que os legisladores não resolveram a tempo quando deviam. Primeiro a Assembleia da República não alterou leis, o governo depois em termos logísticos já acordou tarde para o assunto e agora até temos o contributo inestimável da PGR, que há cerca de duas semanas tem lá um pedido de parecer do governo para saber até onde é que se pode ir na flexibilização do exercício de voto, dentro da lei, obviamente, e da Constituição. Já passaram duas semanas e qual é a pressa, afinal? Não há pressa nenhuma.
Ainda faltam 15 dias.
Ainda faltam 15 dias, mas será que a PGR não conseguia dar uma forcinha a isto em três ou quatro dias, ter um parecer sobre isto? Enfim, é impressionante como é que as coisas não funcionam.
Estás a exercer pressão sobre a justiça.
Sobre a justiça, exatamente. Há uma pressão que deve ser exercida, que tem a ver com os prazos, claramente. E portanto, era para dar aqui uma nota positiva aos eleitores que estão a aderir e estão eles a prevenir aquilo que os legisladores deviam ter prevenido a seu tempo. E fica aqui essa nota positiva, de facto. Vai haver o dobro das mesas de voto antecipado constituído para o voto no dia 23. Podem inscrever-se, podem votar no mesmo concelho, não têm que ir votar no concelho ao lado. O imobilizado aqui é só para quem precisa mesmo. Alô, doutor Rui, o voto conta no círculo onde a pessoa está inscrita, portanto elege o deputado habitual do seu círculo e pronto, e funcionando bem.
E mesmo estando inscrito, pode não votar nesse dia e sim no dia 30. Também é importante lembrar isso.
Se no dia 23, porque afinal não pode, pode ficar para dia 30, não pode, ou então se tiverem aquelas filas intermináveis. Já agora, mais um alerta aqui para a logística eleitoral. É bom que no dia 23 haja uma logística capaz de evitar que não haja aquelas filas intermináveis que se houve nalguns atos eleitorais.
E portanto a tua nota?
Nota positiva, 16 para os eleitores por esta adesão ao voto antecipado, mas ainda há um caminho para andar até quinta-feira, ainda se podem inscrever e quantos mais se inscreverem, mais eleitores evitam ser apanhados aqui numa contradição entre o direito de voto e o dever de isolamento, se for o caso disso.
E por isso essa nota alta, um 16. Raquel Bacis, queres ainda falar aqui no "E o Vencedor É?" de uma longa novela, uma novela entre governo australiano, Novak Djokovic e com outras personagens secundárias pelo meio.
É, Carla, e para dizer, sobretudo, que o governo australiano e a justiça australiana não se atrasaram na decisão e portanto trouxeram mesmo a decisão a tempo de Novak Djokovic não poder participar no Open da Austrália. E eu dou uma nota positiva ao governo australiano, embora, e quem já me lê e já me ouviu no Observador, eu não sou propriamente uma fundamentalista desta questão das medidas contra a Covid-19 e do excesso de rigores, mas acho que esta é uma daquelas questões em que nós temos que testar mesmo o que é que são os limites da nossa liberdade quando prejudicados os outros. E portanto, nada contra que Novak Djokovic seja contra as vacinas, é com ele e está no uso da sua liberdade. Agora, não pode querer saltar por cima de regras, que são regras iguais para todos e que saltando ele por cima, pode prejudicar os outros. E aqui o caso, mais do que a questão da vacina, é que Djokovic esteve infetado, mentiu no relatório, enfim, naquele questionário que se faz para poder viajar para a Austrália, dizendo que não tinha viajado e tinha viajado, isso estava comprovado até na imprensa estrangeira, e não cumprindo as regras mínimas de civilidade, acaba por prejudicar as outras pessoas e a vida das outras pessoas, e isso é que é absolutamente lamentável. Mas, sobretudo, eu acho que ele faz isto porque se chama Novak Djokovic e porque é uma estrela mundial e achou que por ser uma estrela mundial poderia saltar por cima das regras. E eu aqui dou nota muito positiva ao governo australiano, porque acho que teve que resistir a essa pressão e não acho que fosse qualquer governo que fosse capaz De tomar a decisão que tomou de prescindir do grande campeão do tênis mundial no seu Open da Austrália para dar um bom exemplo aos seus cidadãos e também a todo mundo.
E portanto, regras iguais. Não foi demasiado duro o governo australiano? Houve aqui vários episódios de Djokovic retido num hotel, depois num centro de detenção. Teve que ser exemplar o governo australiano nesta matéria.
É importante nos enquadrar no ambiente. Os australianos são assim, não são assim com o COVID-19. São assim em relação a tudo o que é doenças. Eles são muito cuidadosos com as entradas nas suas fronteiras e toda a gente sabe isso. E o que eu acho é que apesar de poder ter sido, talvez, enfim, pelo menos até do ponto de vista mediático, uma coisa um bocadinho enxovalhante para o próprio, a verdade é que não se pode querer ser uma vedeta mundial e achar que se pode saltar por cima de todas as regras e que se pode diminuir um governo soberano, que eu acho que foi o que Novak Djokovic tentou fazer, também com os seus advogados. E acho que é um bom exemplo sabermos que as regras são iguais para todos. Não podemos esquecer que os australianos tiveram nove meses fechados em casa. É uma coisa que nós não imaginamos o que seja.
Sendo assim, Raquel, que nota dás e a quem? Ao governo australiano, calculo.
Dou um 14 ao governo australiano e dou um sete a Novak Djokovic.
Aqui fica uma grande diferença para o governo que decidiu mandar para casa Novak Djokovic. Ora bem, estaríamos quase no fim do "E o Vencedor É?" e a despedir-me de todos. Mas Ricardo Conceição, daqui a pouco, daqui a umas horas, vamos ouvir-te mais uma vez a acompanhar as incidências da campanha.
Obrigam-me. Estou obrigado.
A partir das 15h.
É verdade.
Conte-nos lá o que vai acontecer.
Vamos ter o regresso do Caça ao Voto, é já um clássico da Rádio Observador em tempos de campanha eleitoral. Durante os 15 dias da campanha eleitoral, temos Caça ao Voto, vai ser às 15h10. Vai ser um pouco diferente desta vez. Vamos ter, obviamente, quem ganhou e quem perdeu votos nas últimas 24 horas com Miguel Pinheiro e Rui Pedro Antunes. Vamos também ter os repórteres que estão na estrada, dois, e as novidades são o Meu Primeiro Voto. É uma conversa feita pelo Vicente Figueira com jovens de 18 anos que vão votar pela primeira vez. São conversas muito interessantes e que vão ser publicadas também no Instagram, que é onde está sobretudo esta geração que tem agora 18 anos. E depois vamos também ter um momento com o Tiago Dores. Eu não vou dizer já qual é o nome da rubrica, mas atenção, promete.
Obriga-nos a ficar até às 15h10.
Sim, o Tiago Dores vai estar comigo no Caça ao Voto. Isto começa às 15h10, será ali mais ou menos pelas 15h20, 15h25. E vamos olhar para, vai o Tiago, eu só vou ajudar, olhar para os tempos de antena, para os direitos de antena, também para alguns momentos mais ou menos inusitados.
E já há muito manancial.
Já. Há primos, e gin, e há muita coisa. Só dizer que na Rádio Observador, obviamente, vamos fazer uma cobertura exaustiva da campanha eleitoral. Temos vários grandes momentos, desde logo o "E o Vencedor É?" às 20h30. Daqui a pouco, às 21h10, o Direto à Campanha.
Esta era a minha deixa. Queria te dizer que nós também tínhamos aqui uma contra-resposta para dar.
Nós também temos. Exatamente. Temos o Caça ao Voto, Semáforo Político às 18h10 e temos também, em destaque, que está a ser um sucesso estrondoso no Observador, está em manchete, o Votômetro, que é uma espécie de inquérito que nos ajuda a perceber onde é que estamos.
Não se fala de outra coisa, na verdade.
Já fiz.
E tiveste alguma surpresa, ou não?
Não.
Esse não arrastado.
Eu raramente me surpreendo com as minhas ideias.
Sim. Já está habituada a elas.
E portanto, então temos aqui muitas formas de acompanhar a campanha e dispensarmos.
Mas desde logo a qualidade do Caça ao Voto, não é?
Olha, nós vamos estar à altura, eu só te digo. A Maria João Simões e o Paulo Ferreira estão a preparar aqui um grande direto à campanha.
Eles vão pôr o chutador às 15h10.
Claro, sim. Para bebermos.
Para acordar o Séstero. Não, podem ouvir em podcast sempre. Mas agora o Direto à Campanha.
É mesmo o Direto à Campanha, está quase. E hoje vamos estar a acompanhar o PS e o PSD.
Exatamente, vamos olhar para o primeiro dia do PS e PSD.
Muito bem. Raquel Albuquerque, foi muito bom ter-te contigo no "E o Vencedor É?" Espero que queiras voltar. Obrigada por teres olhado também aqui para a atualidade conosco.
Podes vir à vontade, não precisas de estar vacinada, sequer.
Está bem. Isso é tranquilo.
Nós voltamos amanhã com a análise da atualidade e com a pontuação. Até amanhã a todos.