Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Vamos à análise dos temas que marcam a atualidade com Notas de 0 a 20. Começa agora o "Ivens Torez" das manhãs 360 da Rádio Observador, hoje em direto de Leiria. Esta sexta-feira as notas são dadas, como sempre, pelo Paulo, pelo Bruno, pelo José Manuel Fernandes e hoje também pelo Miguel Santos Carrapatozo.
É isso mesmo. E as declarações de Pedro Passos Coelho continuam a gerar reações várias, a começar por José Luís Carneiro. Miguel, vou começar por ti. Passos é mesmo um fator de instabilidade?
Aparentemente, é, mas até para o próprio Partido Socialista. Já tinha sido estranha a reação de José Luís Carneiro ao PTRR. Primeiro, como se recordam, acusou o governo de estar a falhar. Depois, à saída da reunião com o primeiro-ministro, reclamou para si e para o Partido Socialista dois terços das propostas do PTRR. Já aí foi um pouquinho estranho. Mas mais estranha foi a reação de José Luís Carneiro às declarações de Pedro Passos Coelho. Primeiro, porque a crítica mais veemente de Pedro Passos Coelho foi à escolha de Luís Neves como ministro da Administração Interna, uma escolha que José Luís Carneiro celebrou efusivamente, chegando a dizer que era um ministro forte para um governo fragilizado. Aí foi estranho. Mas foi estranho porque a principal crítica de Pedro Passos Coelho foi precisamente ao fato de Luís Montenegro estar a ser uma espécie de António Costa 2.0, alérgico a reformas e a repetir mais ou menos uma receita que foi seguida pelo Partido Socialista nos últimos oito anos, últimos oito anos de que José Luís Carneiro também fez parte. José Luís Carneiro não percebeu, ou fingiu não perceber, que a crítica de Pedro Passos Coelho era também a António Costa e aos oito anos de governação socialista. E depois Pedro Passos Coelho fez críticas muito concretas da falta de reformas na área da saúde, na área da educação, onde o Partido Socialista tem um currículo recente muito pouco recomendável, mas também à reforma laboral, que tem o Partido Socialista como um dos principais opositores. Pedro Passos Coelho disse que o governo deveria insistir na reforma laboral e esperar que os outros partidos se definissem. Criticou a falta de coragem Luís Montenegro, mas criticou também os outros partidos por estarem contra qualquer tipo de reforma nessa área. É um pouquinho estranha esta reação de José Luís Carneiro a Pedro Passos Coelho, porque ignora que o próprio Partido Socialista está no centro dessas críticas. Sei que o Partido Socialista está a prometer uma autorreflexão sobre o que falhou ou o que ficou por fazer nos oito anos em que foi poder, mas depois das declarações de Pedro Passos Coelho, e uma vez que José Luís Carneiro acusou Luís Montenegro de falta de coragem também para fazer reformas, seria interessante perceber que reformas é que o Partido Socialista quer. E aqui quando falamos de reformas, falamos necessariamente de acordos de regime, e não de medidas pontuais ou de questões mais paliativas. Era interessante perceber também se José Luís Carneiro acha que Pedro Passos Coelho tem tanta razão em acusar Luís Montenegro de falta de coragem para fazer reformas, seria interessante perceber que reformas estruturais é que o Partido Socialista defende. José Luís Carneiro não teve a oportunidade de explicar ainda, mas seria interessante, já que Pedro Passos Coelho lançou o mote, que José Luís Carneiro o aproveitasse também para explicar. Foi tudo um pouquinho estranho na reação do líder socialista. Que não haja equívocos, é evidente que as declarações de Pedro Passos Coelho causam muito maior embaraço no PSD, mas aqui no Partido Socialista acho que se aplicava aquela velha máxima: quando vês o teu adversário cometer um erro, não interrompas. E acho que José Luís Carneiro interrompeu e cometeu ele próprio um erro, não percebendo que a crítica de Pedro Passos Coelho era, sobretudo, da colagem Luís Montenegro à receita de oito anos de António Costa.
Isso então quer dizer, José Manuel Fernandes, que José Luís Carneiro não se inteirou completamente daquilo que Passos Coelho disse a sério? Achas que foi isso que aconteceu?
Não creio, sinceramente, que tenha sido isso. Acho que ele tentou cavalgar o que Pedro Passos Coelho disse. Tentou cavalgar em dois aspectos, dizendo que não há nenhuma reforma do Estado. Sim, ele falou da reforma do Estado. E depois José Luís Carneiro acrescentou que a única coisa que o governo estava a fazer era colonizar a administração pública com gente do PSD, o que é mais ou menos verdade, mas foi muito mais verdade a colonização com gente do PS no tempo dos governos de António Costa e noutros tempos anteriores. A própria nomeação do Luís Neves agora para o governo e a recondução, que ele antes de ser convidado para o governo, foi reconduzido na Judiciária, de alguma forma contradiz esta ideia de que é a única coisa que está a acontecer no Estado.
Agora o Miguel.
Agora o Miguel. Peço desculpa, mas eu ainda estou apanhado da minha constipação e isto às vezes torna as frases mais difíceis. A voz já está melhor. Como dizia agora mesmo o Miguel, o problema é que as principais críticas, os principais reparos, a principal preocupação, porque não é de hoje. Aliás, há um texto hoje no "Observador" em que nós recapitulamos as intervenções de Pedro Passos Coelho. A primeira delas ainda foi antes das eleições legislativas de 2024, ainda foi em 2023. Foram sempre no sentido de que o país precisa de algumas reformas, precisa de reformas profundas para poder voltar a competir no pelotão da frente da Europa. E isto é o que ele tem vindo a dizer. Não é só a reforma do Estado, outra reforma que ele tem falado muito, aliás, foi aquela que ele inclusivamente referiu como podendo ser suficiente para termos que ir a votos novamente, é a reforma laboral. E aí sabemos que uma das, vou usar um termo um bocado fora de moda, uma das forças de bloqueio pode ser precisamente o Partido Socialista, pelo menos pela forma como tem agido até agora, na forma como se tem coordenado, ou não tem coordenado, ou pelo menos se tem alinhado com a UGT. E portanto, eu acho que uma das coisas também curiosas aqui é que até José Luís Carneiro já percebeu que aquilo que Pedro Passos Coelho está a dizer está a cair bem junto de muitos portugueses. E é isso que faz com que o PSD tenha ficado nervoso e o PS acha que porventura até pode cavalgar também esta onda. Mas não sei se não está a fazer um jogo perigoso, porque por um lado está a chamar a atenção para o lado de força de bloqueio que o próprio Partido Socialista é e, por outro lado, está a tocar numa figura pública que é uma espécie de voto de estimação de uma parte do seu eleitorado, porventura não de todo, mas de uma parte do seu eleitorado é seguramente, e sobretudo é de uma parte da sua bancada parlamentar, isso não tenho dúvidas nenhumas. E portanto, é um terreno que eu diria que é perigoso, sobretudo numa altura e numa ocasião em que ele tem até outras coisas de que pode falar. E ontem estava a apresentar a sua moção ao Congresso e há temas do Partido Socialista relevantes e sobre isso, ele disse algumas coisas, mas tudo ficou para segundo plano, porque deu este soundbite. E nós já sabemos que quem faz os soundbites, depois nos noticiários que vêm a seguir. Portanto, não me parece que ele tenha sido muito feliz nesta sua intervenção.
Uma estratégia mais perigosa, Bruno, por parte de José Luís Carneiro?
É, porque ele cedeu à tentação quase inevitável de aproveitar a porta aberta por Passos Coelho. O Miguel falava nessa imagem, nessa ideia de não se interromper um adversário quando ele está a cometer um erro. José Luís Carneiro podia deixar correr o marfim, porque não perdia nada com isso, mas a tentação era demasiado grande, como também dizia o José Manuel, de cavalgar. Eu acho que foi aproveitar a boleia. O problema é que ao fazê-lo, ele de facto vira as atenções para o PS e para aquilo, não só este PS de agora, mas aquilo que o PS não fez nos últimos anos. As críticas de Passos Coelho foram ao governo, isso não há a mínima dúvida, e o principal afetado por essas críticas foi mesmo o governo de Luís Montenegro. Passos Coelho não fez um apelo à responsabilidade dos partidos da oposição. Mas com esta tentativa de entrar, de saltar para a carruagem, José Luís Carneiro pode, de alguma forma, unir passistas e montenegristas. Porque ao olharem para o líder do PS a tentar aproveitar-se destas críticas de Passos Coelho, o que os eleitores e os simpatizantes da AD pensam? "Bem, mas então o que o PS fez?" E não só aquilo que o PS não fez durante os governos de António Costa, mas o que está disponível então para fazer agora? E essa questão que José Luís Carneiro diz é que não vai criar crises políticas, ou seja, faz promessas de estabilidade, deixando o aviso de que está pronto para assumir as responsabilidades. Ora, isto pode ter o efeito contrário ao pretendido, que é aquilo que começou por ser um fator de divisão dentro da área da AD, do PSD, que são as críticas de Passos Coelho, podem pela reação do líder do PS servir como fator de união, de voltar a colar.
De alguma forma. Isso é racional, o que tu dizes, mas política partidária não entra muito nessa racionalidade.
Sim, e daí eu ter dito de início que era quase inevitável essa tentação de aproveitar estas declarações, porque eu não acho que sejam equívocas as declarações de Passos Coelho. Passos Coelho atacou o governo. Agora pode-se dizer: bem, também estava a criticar a ação do PS nestes últimos oito anos.
Isso já lá vai.
Exatamente.
Já foi esloganeado várias vezes.
E não foi essa a principal interpretação. Pode ser agora a interpretação com a intervenção de José Luís Carneiro. Pode-se dizer: "Então e o que os governos de António Costa fizeram?"
Vem ressuscitar uma história.
Eu acho é que no PS, já agora, pode começar também a nascer uma ideia. Vamos imaginar, então, aqui num arrastar de pés, Luís Montenegro, deste governo, um falhanço a vários níveis, não reforma nada, fica naquele pântano que António Costa criou de alguma maneira, e se a própria alternativa a isso nasce dentro do próprio PSD. Isto é, essa alternativa não é o PS, mas é o próprio PSD.
Estás a sugerir uma mudança de liderança no PSD?
Por exemplo.
A não ser que-
E Passos pode ser essa alternativa. Passos ou alguém por ele, de alguma maneira.
A não ser que o PS se revele mais passista do que nós poderíamos-
Mais reformador, o que seria uma boa surpresa também.
Do que nós poderíamos supor
Mas eu queria centrar-me nestas promessas de estabilidade, que vêm com uma pontinha de veneno, uma pontinha de ameaça da parte de José Luís Carneiro. Eu percebo que ele, neste momento, se sentisse quase obrigado a comentar as declarações de Passos Coelho. Devo lembrar que não foram os jornalistas que lhe perguntaram sobre as declarações de Passos Coelho, foi José Luís Carneiro que já vinha com a lição estudada e preparada para comentar essas declarações. Portanto, a estratégia é de José Luís Carneiro de aproveitar essas declarações. Eu acho que era quase inevitável que o fizesse. Poderia não o ter feito, mas eu acho que era muito tentador. Ele ouviu o que quis, pegou mais no sentido da crítica do que propriamente no conteúdo, porque o conteúdo também se pode ler como uma crítica à governação do PS, mas eu acho que ele aproveitou mais o sentido do ataque de Passos Coelho ao governo e não quis desperdiçar essa oportunidade.
E então que nota vais dar?
Eu vou dar aqui uma nota que está quase ali no meio-termo, vou dar um 11 a José Luís Carneiro.
E tu, Miguel?
Eu vou ser um pouquinho menos generoso. Vou dar um nove. Acho que José Luís Carneiro poderia perfeitamente ter deixado o PSD na sua velha tradição de triturar líderes e deixar correr o marfim, como a expressão que o Bruno usou, e tendo se metido nesta luta de galos, acabou também ele próprio por não fazer uma figura particularmente feliz.
E daí o teu nove. Portanto, um 11, um nove. José Manuel, acompanhe esta tendência.
Eu vou também para o nove. Portanto, acompanho o Miguel. Apesar de tudo, dá para passar à rasquinha. Isso soma 29.
Já estás a fazer as médias.
Dá uma média superior a 9,5, portanto, ela passa à rasquinha.
Deixa-me só dizer que aquela declaração a propósito de enxamear a administração pública, este governo estar a enxamear a administração pública com nomeações partidárias de José Luís Carneiro, de facto, eu acho que foi o pior momento das declarações de José Luís Carneiro, atendendo ao que foi o trabalho de António Costa. Não é um problema deste governo, de facto.
É o problema do país.
É o problema do país, e ouvir José Luís Carneiro a criticar isso como se agora tivesse sido uma virgem a cair dos céus, também foi um pouco estranho.
Paulo, estamos aqui a ocupar muito tempo a falar de Pedro Passos Coelho. Não devíamos estar a discutir o orçamento retificativo?
Não, não devíamos.
Ainda bem que tu não fizeste essa pergunta.
Não devíamos. Aliás, Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro, foi o último a apresentar orçamentos retificativos em que eles, de facto, tinham aquele simbolismo da derrapagem da despesa e de algum descontrole das cotas. Felizmente, esse tempo já lá vai, e já lá vai há cerca de 10 anos. Enfim, atingindo nós, finalmente, quase 50 anos depois, em democracia, a normalidade orçamental, os orçamentos retificativos deixaram de ser assunto. E ainda bem. E estar a discutir, neste momento, se vai haver ou não haver este ano orçamento retificativo pelas causas que nós todos conhecemos, que é uma tempestade e o impacto dela, é uma questão meramente burocrática. Tal como aconteceu durante a pandemia. Houve muito trabalho a fazer, houve retificativos.
Estavas a dizer que é uma formalidade, apenas.
É uma formalidade. O Estado vai gastar mais dinheiro do que aquilo que tinha previsto, por uma razão que todos conhecemos.
Mas isso quer dizer que os partidos estão obrigados a aprovar esse orçamento retificativo.
Sem dúvida. Aliás, o PS já disse que aprecia. O governo tem é que ser transparente e dizer: "Olhem, isto era a execução orçamental sem tempestade. Estão aqui as contas e nessa parte, sem tempestade, é bom que se mantenha o equilíbrio orçamental. Agora, vamos aqui pôr a conta da tempestade e do impacto. É isto, custa isto, e o retificativo vai ser precisamente para acomodar isso." É um exercício meramente burocrático. Por que eu digo isto? Ponto um, porque o país parte de uma situação de equilíbrio orçamental e já houve tempos, de facto, até há 10 anos, em que os retificativos eram uma constante. Houve anos em que até houve dois e três retificativos, e aí sim, para acomodar descontrole e derrapagem nas despesas que os ministros das Finanças não acomodavam. Isso acabou, felizmente, e portanto, agora, quando há eventos extremos e importantes em termos de despesa, aconteceu na pandemia, vai acontecer este ano, é um ato meramente burocrático que não tem valor político, digo eu, ou partidário, para que seja discutido.
Não terá nenhuma leitura política sobre derrapagem de contas públicas?
O governo não devia abrir os cordões à bolsa? O Estado não devia, nesta circunstância?
Temos estado a ouvir altar-paz esta manhã explicar a necessidade.
A explicar isso. Aliás, a teoria mais estranha, neste momento, que eu ouvi sobre este assunto até veio de Rui Teixeira Santos, o ministro das Finanças sombra do Chega, que precisamente na Rádio Observador, defendeu ontem que as cativações de 3 bilhões servirão para isso e poderão acomodar isso. Bom, o Chega está já a defender então que se corte a despesa do Estado prevista em 3 bilhões, porque uma cativação não é despesa cortada. Cativação só é despesa cortada se o ministro das Finanças e o governo decidirem que aquele dinheiro que está de lado, de facto, já não vai ser gasto, porque as cativações também servem para ser libertadas ao longo do ano, como é evidente. E fiquei surpreendido por ver o Chega defender que se corte 3 bilhões na despesa para acomodar pelo menos uma parte daquilo que vão ser os custos com a tempestade, que não sabemos quanto é que são, obviamente, e quanto é que vai caber ao Estado central. Só mais uma nota. Ontem houve uma boa notícia para as contas públicas deste ano, com o anúncio dos resultados da Caixa Geral de Depósitos de 2025. A Caixa teve uma brutalidade de lucros, quase 2000 milhões de euros. É muito dinheiro. Ainda bem que teve esse lucro. É um banco público, os portugueses meteram lá quase 5000 milhões há quase 10 anos numa capitalização. É uma capitalização que está a correr bem. Foi uma operação feita com cabeça, tronco e membros, com racionalidade económica e financeira. A Caixa tem sido muito bem gerida nos últimos anos pela equipa liderada por Paulo Macedo. Estamos agora, nós todos, os contribuintes, no fundo, a ter o retorno do dinheiro que lá metemos. E a Caixa vai entregar ao Estado.
Pois, e isso na prática traduz-se mesmo num retorno em dividendos.
Vai entregar ao Estado este ano 1250 milhões de dividendos, que é muito dinheiro. Nós podemos comparar isto com os 6000 milhões, por exemplo, que são o custo total que temos neste momento em cima da mesa estimado do impacto da tempestade. Atenção, estes 1250 milhões não são uma surpresa, porque o Orçamento de Estado já previa ter 1000 milhões de dividendos da Caixa. Portanto, o acréscimo que há aqui são 250 milhões, o que também é dinheiro. Mas isso é mais uma ajuda, de facto, para as contas deste ano e ainda bem que ela surge. Aliás, a Caixa Geral de Depósitos tem sido uma boa ajuda nos últimos anos para os vários ministros das Finanças que têm passado por ali. Agora, isso não vai servir, obviamente, para compensar o aumento de despesa do Estado e até por aquilo que ouvimos dos autarcas aqui hoje de manhã. Esta é daquelas situações em que o governo devia, à partida, abrir os cordões à bolsa, fazer transferências para os municípios por conta de um acerto de contas futuro. Ou seja, tomem lá já isto e depois mais à frente nós vamos fazer contas e acomodar isso. Ainda bem que o país está numa situação de equilíbrio orçamental, porque permite acorrer a estas emergências sem o drama e o atioti que lá vai a dívida disparar e vai lá o défice disparar. Vamos fazer défice, é precisamente para isso que eles servem também.
Pelo menos foi no melhor dos momentos em que tudo isto está a acontecer.
Em termos orçamentais, sim.
Claro. A tua nota, então.
Uma nota para isto. Uma nota de um seis à conversa para entreter do orçamento retificativo, se sim, se não, quando e como. Para essa burocracia, eu acho que toda a gente se devia centrar neste momento é basicamente nas ajudas no terreno, perceber como é que o dinheiro chega rapidamente às empresas e às pessoas, fazer um bom BTRR e deixar estas questões depois lá para outubro, novembro.
E daí então o teu seis e o vencedor é regresso mais logo na Tarde Política da Rádio Observador. Que hoje começa mais cedo, é logo a seguir ao Jornal das Quatro, também em direto aqui do Praça Café, em Leiria. Esta sexta-feira vão dar notas o Ancelmo Crespo e o Horácio Mota, presidente da Associação Empresarial do Conselho de Pombal.