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Correm em pistas políticas paralelas, mas dividem noticiários e emissões de rádio e televisão, legislativas e presidenciais. O primeiro-ministro Luís Montenegro foi ontem indigitado e deixou alguns recados, já lá vamos. Foi pouco antes de Henrique Gouveia e Melo apresentar a candidatura a Belém.

Temas para este "Iuventuré", com a Judite França, Raquel Abecasis e hoje também com a subdiretora do Observador, Sara Antunes de Oliveira. Bem-vinda, Sara. Raquel, é por ti que começamos e a tua nota cruza precisamente legislativas e presidenciais. Antecipas que as primeiras vão influenciar as segundas em que medida?

Eu acho que sim. Não tanto no resultado, que não me parece que à data a que estamos venha a surpreender. Ou seja, temos um candidato claramente em avanço, pelo menos nas sondagens e naquilo que vamos percebendo, até com os apoios que vai recolhendo, que é o almirante Gouveia e Melo, que ontem apresentou a sua candidatura. Mas eu acho que é sobretudo no posicionamento dos candidatos e sobretudo à esquerda. Achei muito curioso, a Sara já sei que vai falar disso, portanto, eu não me vou alongar muito na questão em interpretar o que disse ontem António José Seguro, mas achei muito curioso que um candidato que era praticamente certo, ontem tenha dito que quer, pode, mas não sabe se deve ser candidato. E eu acho que ele não disse aquilo por acaso. Acho que o resultado eleitoral o pôs a pensar se de fato este é o momento certo para avançar, apesar do cenário anterior, que até lhe era muito benéfico, pelas sondagens antes destas eleições legislativas. E, por outro lado, eu acho que esta ideia do candidato socialista, dos três candidatos socialistas, todos do Partido Socialista, eu acho que acabou. E enfim, vou aqui lançar-me na adivinha, mas eu acho que é uma adivinha com algum grau de precisão, que o próximo candidato à esquerda e que provavelmente será também apoiado pelo Partido Socialista, chama-se Sampaio da Nóvoa, e que no fundo vai representar não porque ele tenha hipóteses de ganhar, acho eu, nem porque ele tenha, se calhar, hipótese de ter uma porcentagem de votos semelhante àquela que teve quando se candidatou pela primeira vez e que perdeu para Marcelo Rebelo de Sousa, mas apesar de tudo, teve uma porcentagem acima dos 20 e tal por cento de votos. Isso vai depender de de fato ter o apoio oficial do Partido Socialista ou não, mas porque a esquerda, depois do que lhe aconteceu nas últimas eleições legislativas, está sedenta de marcar terreno e pelo menos tentar levar um candidato apoiado pela tal esquerda toda junta à segunda volta das eleições. E acha que esse candidato, que até às eleições de 18 de junho estaria eventualmente melhor posicionado, até António José Seguro ou um António Vitorino, embora eu acho que a candidatura de António Vitorino sempre foi e será uma ilusão.

Mas as sondagens eram melhores pra Vitorino do que pra Seguro.

Nem todas, por acaso.

Eu, na verdade, nunca vi, mesmo pré-legislativas, grande entusiasmo à volta da candidatura de António José Seguro.

De António José Seguro, não, dentro do PS, mas as sondagens, eu não as tenho aqui agora decore, mas a ideia que tenho, se calhar também pelo grau de incerteza da candidatura de Vitorino.

Eram aquelas que tu citaste de 23 pessoas.

Pois, exatamente. Valem o que valem, como se costuma dizer. Mas enfim, o meu tema é mais que um candidato mais moderado da ala socialista tem neste momento menos hipóteses de avançar e de estar interessado em avançar para uma candidatura do que um candidato do tipo Sampaio da Nóvoa.

Mais agregador.

Que já é um repetente, que encaixa num perfil que hoje, curiosamente, Mariana Mortágua, que levou e o Bloco de Esquerda a maior pancada da história nas últimas eleições traçou, dizendo que tinha que ser um suprapartidário que conseguisse agregar todas as esquerdas e Sampaio da Nóvoa encaixa bem nesse perfil. E o que me parece é que o Partido Socialista, que andava muito entretido com presidenciais antes das legislativas e que até achava que podia ter dois ou três candidatos, o Seguro e depois chegava o outro, que afinal é que era o da direção, etc. Neste momento, parece-me que está muito pouco interessado nessa questão.

Isso também já aconteceu para o cargo de secretário-geral do PS, porque só José Luís Carneiro chegou à frente.

É verdade, mas a questão é que o Partido Socialista está muito preocupado com aquilo que lhe aconteceu e com os sinais que os próximos atos eleitorais vão dar sobre o que é o futuro do Partido Socialista. Depois estão a afinar a estratégia de acordo com isso, certa ou errada, mas estão muito preocupados com o que vai acontecer nas autárquicas e pra eles é fundamental tentarem ganhar as eleições autárquicas e manterem a maioria de Câmaras no país e sabem que isso não é um desafio fácil. E a última coisa que querem é terem como medalha ao peito uma derrota nas eleições presidenciais onde eles podem ter uma posição mais confortável, que é juntarem-se a um candidato que pode agregar toda a esquerda, mas que não está totalmente associado à marca PS. Portanto, é uma derrota conjunta, não é uma coisa que possa ser averbada diretamente ao Partido Socialista.

E agora, desculpa Raquel, já não há Pedro Nuno Santos a dizer que queria um candidato próprio, não é?

Exatamente. E o próprio José Luís Carneiro, salvo erro ontem ou hoje, já disse que essa não era uma prioridade para ele.

Mas já falou com o Vitorino.

Sim, já falou com o Vitorino.

E não falou com António José Seguro.

E não falou com António José Seguro. Mas eu continuo a achar que António Vitorino é mesmo a Dona Constância. E mais uma vez, vamos chegar ao dia das eleições presidenciais a confirmar que a Dona Constância está cá para dar e durar.

Sara, a tua nota vai precisamente para António José Seguro, que continua a dizer que está aqui.

A minha dúvida é aquela frase tripartida, entre o querer, poder e dever. António José Seguro diz que quer, que pode, porque tem os apoios políticos e logísticos, mas não sabe se deve. E eu, infelizmente, acho que ele sabe que não pode. Porque ele diz: "Eu quero e eu posso." Não, não pode, porque não tem esses apoios. Em termos logísticos, não sei, se calhar tem. Não sei das contas das pessoas, nem da vida das pessoas.

Ele até falou disso. Ele até insinuou que do ponto de vista financeiro tinha capacidade.

Tudo bem, mas não vai ser só com dinheiro. Não só não pode agora, só referindo-me aos termos que ele próprio usou, como eu acho que nunca pôde. E eu acho que esta candidatura surge de um equívoco infeliz. Esta potencial candidatura, ou esta ideia. Pedro Nuno Santos decidiu a dada altura, sabe Deus por quê, referir o nome de António José Seguro, que veio logo dizer que se sentia confortado por isso, até porque ele tinha andado a fazer contactos no verão passado com algumas pessoas para perceber. Disse isso mesmo aqui na Rádio Observador, creio que Francisco Assis, numa das nossas tardes, que tinha falado com ele durante o verão e que tinha achado que sim. Juntou-se a fome com a vontade de comer e aí está, um potencial candidato passou a ter um espaço na televisão. É um espaço na televisão que não faz propriamente notícia, não lidera propriamente audiências, não marca propriamente a agenda, ninguém está à espera das quintas-feiras para saber o que António José Seguro tem a dizer sobre nada.

Já é um feito saberes que é às quintas-feiras. Eu por acaso ontem esbarrei com ele.

É possível que tenha ido ver para me preparar para este momento. Não, é às quintas-feiras, falamos disso ainda no outro dia. E António José Seguro, eu percebia nos primeiros meses, confesso que já com algum desconforto pessoal, porque me custa estar a ver António José Seguro naquela posição. Ele foi muito maltratado pelo PS quando foi retirado da liderança por António Costa, e agora pareceu-me sempre que estava sendo muito maltratado outra vez. Augusto Santos Silva foi superdesagradável em relação a uma potencial candidatura de António José Seguro. Tudo aquilo me estava a parecer muito constrangedor. E pensei: "Pronto, isto há de parar. António José Seguro vai perceber que vai chegar o momento para um ponto final nesta história." E não para. E ontem ouvi-o dizer aquilo e penso: "Caramba, é uma carochinha, eu estou aqui, eu quero, eu posso, eu só não sei se devo." E depois a explicação.

Como é que tu interpretaste essa terceira premissa da equação, se devo ou não devo avançar?

Com dificuldade, por quê? Porque acho que a resposta também espelha aquilo que eu acho que é uma das grandes dificuldades de António José Seguro, que é de fazer passar uma mensagem que chegue às pessoas, porque a justificação que António José Seguro dá sobre o não dever, é porque lhe parece que uma pessoa que equacione ser candidato, como é que ele diz? A situação política exige que um cidadão que se predisponha, faça uma avaliação do papel do próximo presidente. Ok.

Ainda não fez.

António José, vamos fazer uma avaliação. Mas o que é isto? E depois diz o que acha que deve ser o próximo presidente. E depois, alguém que quer ser presidente da República, que acha que pode ser presidente da República e está só a ponderar há meses sobre se deve ou se não deve, no dia em que há o lançamento da candidatura do principal adversário, diz: "Eu nem ouvi com muita atenção."

Ouvir na rádio, atenção.

"Nem vi muito, vi por alto."

Mas ouviu parte na rádio.

Certo. E uma pessoa ouve aquilo e pensa: "Não dá para acreditar." Então tudo isto me parece uma figura, acho que se está a prestar um papel que o menoriza, e acho que não devia fazê-lo. Agora, de fato, eu acho que a decisão de José Luís Carneiro é corajosa porque ninguém quer ser secretário-geral do Partido Socialista, e acho que quem decidir ser candidato pelo PS, e até pela esquerda, também será uma pessoa corajosa, porque neste momento é tóxico. Vamos só pensar na campanha para as autárquicas. Vocês acham que os autarcas vão querer aparecer ao lado de quem? De Gouveia e Melo ou de António José Seguro? Mesmo os autarcas do PS. Em eventos que possam acontecer. Não estou a ver acontecer com António José Seguro. Mesmo Sampaio da Nóvoa, partilharão barbas brancas e uma certa postura, mas eu não estou a ver que Sampaio da Nóvoa consiga ser, agregador será, mas não estou a ver que tenha um impacto numas eleições em que temos duas figuras, pelo menos, com uma grande popularidade mediática. Gouveia e Melo, Marques Mendes, figuras que as pessoas conhecem bem.

Mas por isso mesmo, eu acho que é fundamental pra saúde da nossa democracia, que a esquerda não perca por falta de comparência nestas eleições. E parece fragmentar-se em candidatos e, sobretudo, na confusão que é sempre o processo de escolha de um candidato presidencial no Partido Socialista. Desta vez é com estes protagonistas, mas desde a primeira candidatura de Mário Soares, que é esta confusão sempre no Partido Socialista. Eu acho que conseguir-se encontrar ali um candidato que marque presença nas eleições, que não ajude a esta festa de que a esquerda desapareceu, como ouvimos no spot ainda há bocado, no discurso de André Ventura, na noite eleitoral, que arrasou com tudo, acabou com tudo. No fundo, é o ambiente que se vive. Eu acho que as próximas presidenciais e uma candidatura que não seja um radicalão de extrema-esquerda, mas que possa unir as famílias políticas à esquerda, pode ser um primeiro passo pra reconstrução da esquerda ou reconfiguração, seja lá isso o que for e como for. Eu acho que vai ser muito diferente daquilo que temos agora, mas acho que é preciso levantar em si, e o momento pra isso, muito mais do que as autárquicas, parece-me que vão ser as eleições presidenciais.

Sendo que também me parece, embora perceba o argumento de ser uma figura capaz de unir as várias esquerdas, isso parece-me também fundamental nessa perspectiva, mas também me parece que os partidos da esquerda perceberam que não têm propriamente muitos quadros que estejam disponíveis e que sejam bons candidatos para uma situação destas, o que também deve fazer os partidos olharem pra si próprios e pensar quem é que estão a agregar e sobretudo, quem é que não estão a agregar.

Tendo em conta, por acaso estava agora a ocorrer-me, que Marisa Matias não conseguiu ser eleita deputada, não poderia ser uma aposta também do Bloco ou o partido não sei.

Mas é partidária.

Também seria uma repetente.

Do meu ponto de vista, é uma candidata partidária, quer dizer, dificilmente poderia ser apoiada por uma fatia maior da esquerda.

Sim, e o Bloco de Esquerda, tal como o LIVRE, têm essa estratégia para autárquicas e também para presidenciais de figuras agregadoras da esquerda, e de eventuais coligações.

Eu acho que há aqui uma questão com Sampaio da Nóvoa, é que já fez o teste e não lhe correu bem, propriamente. E também não é propriamente uma pessoa muito entusiasmante.

Mas teve um bom resultado, apesar de tudo.

Teve um bom resultado.

Eu, com os jornais, já acompanhei a campanha de Sampaio da Nóvoa em 2016? Não, já não me lembro quando é que foi.

Foi a primeira eleição de Marcelo.

Foi 2016.

2016. Sim.

A candidata apoiada pelo PS era Maria de Belém.

Era Maria de Belém.

E na campanha, eu lembro-me muito bem disso, houve um crescimento muito grande de Sampaio da Nóvoa, na forma como se relacionava com as pessoas na rua. Nós até brincávamos que ele começou muito rígido e muito sério e acabou a dançar com as senhoras na feira.

Eu lembro-me que jogou futebol.

E matraquilhos.

Sim, eu percebo isso e acho que em todos os casos é sempre uma questão de ir aprendendo, porque estar na rua e fazer campanha é difícil. Acho que, de facto, não é uma personagem muito entusiasmante, mas na altura, tínhamos uma campanha em que Maria de Belém era a candidata do PS.

E foi uma desgraça.

Sampaio da Nóvoa teve aí uma vida mais facilitada pensando na sua oponente.

E entretanto o país mudou muito também, desde então.

O país mudou muito de 10 anos pra cá e sobretudo, tendo uma personagem como o almirante, acho que as corridas eleitorais a Belém também podem mudar, porque estamos a falar de uma figura partidária, e não é isso a que nós estamos habituados. Com exceção, talvez, se pensarmos bem, do general Ramalho Eanes, que à partida não tinha um partido declaradamente a apoiá-lo.

Sim, e sejamos justos agora, ele está no fim do seu mandato, mas quando Marcelo Rebelo de Sousa surgiu como candidato, apesar das suas ligações umbilicais ao PSD, ele não foi encarado assim, nem o seu eleitorado era eminentemente do PSD.

Sim, é transversal.

Nesse sentido, eu acho que Marcelo Rebelo de Sousa lança-se numa campanha presidencial quase da mesma forma que Gouveia e Melo se lança agora nestas eleições.

Marcelo estava menos acompanhado do que está Gouveia e Melo. Quer dizer, fez uma campanha sozinho, andou sozinho na estrada.

Ele ia de táxi, lembramo-nos todos do motorista

Judite de França, Luís Montenegro, o chefe do governo reconduzido, indigitado, voltou ontem a ser indigitado pelo presidente Marcelo Rebelo de Sousa. Os novos deputados assumem funções a partir da próxima terça-feira, é essa a indicação. Luís Montenegro arrumou um dos temas que tinha sido suscitado pela Iniciativa Liberal, a revisão constitucional, a diocinedia, a eventualidade de alterações à lei fundamental do país, e a tua nota vai precisamente para isso. Fez bem, Luís Montenegro?

Eu percebo esse uso do latim e acho que fica muito bem.

Nota o latim, qual foi a expressão?

Cinedia.

Cinedia.

Acho que fica muito bem esse uso do latim, mas eu acho que aquilo que Montenegro fez foi chutar pra canto, que é uma expressão mais simples.

Mais lusitana.

Mais lusitana. Porque, de facto, aquilo que a Iniciativa Liberal veio fazer, que foi dar um ar da sua graça pra encher o espaço midiático e pra agitar as águas, tendo em conta que não se tornou relevante como estava à espera na quadratura parlamentar. Luís Montenegro está calado há quase duas semanas e portanto aproveitou para vir dizer que a revisão constitucional é pra ficar dentro da gaveta até melhores dias, porque há outras prioridades. E eu acho, sinceramente, que Luís Montenegro faz bem, porque eu também acho que a Iniciativa Liberal fez isto mais como um número do que propriamente como uma grande vontade. Claro que há uma maioria de direita e, portanto, há aí essa vontade da direita de fazer alterações à Constituição, mas também sabemos que se ela não englobar o PS, é provavelmente uma Constituição manca. E, portanto, eu acho muito bem que o primeiro-ministro atire pra longe um problema, que poderia tornar-se um problema, e que se concentre noutras coisas.

Desculpa lá fazer publicidade em causa própria, mas é sintomático que eu hoje escrevo no Sol, e isso é a manchete do Sol, que Cavaco Silva mandou exatamente também esse recado e essa leitura de que este não é o momento pra revisões constitucionais e é o momento pras tais reformas que não precisam de revisão constitucional pra nada. Portanto, tá aqui também um conselho do conselheiro de sempre a Luís Montenegro a não se meter nessa aventura da revisão constitucional.

É um tema que iria dividir, seguramente, caso o Partido Socialista não fosse incluído ou sendo incluído, o Chega, porventura não queria levar por diante esse projeto de revisão constitucional com essa companhia. E ficamos por aqui, não ficamos? Ou vamos a umas notas?

Podemos às notas, Miguel.

Vamos começar ali pela Raquel.

A minha nota, eu vou dar um 14 a Sampaio da Novo pela pré-predisposição a ser o herói da esquerda nas próximas eleições presidenciais.

Professor Sampaio da Novo, apesar de ter declinado o nosso convite para ser o nosso convidado e um dos explicadores da tarde política.

Isto terá de ser alguma coisa. Fair play da Rádio Observador. Sara, a tua nota?

Olha, eu dou um 10 a António José Seguro, em parte por causa da coragem de dizer: "Eu quero ser candidato a presidente da República", quando se percebe que ninguém quer que ele seja, das pessoas que seriam essenciais à volta dele que tomasse essa decisão. Só fica pelo 10, porque acho que a partir de dada altura é preciso ter noção da realidade e olhar pra realidade e não se prestar a este papel, que já começa a ser um bocadinho incomodativo.

Sara, muito rapidamente, achas que vai avançar ou não António José Seguro?

Acho que não.

Judite de França, a tua nota para o Luís Montenegro.

Pra Luís Montenegro, eu vou dar aqui um 14. Acho que fez bem em matar à partida, ou pelo menos adiar muito a questão da revisão constitucional.

Mídia positiva neste "E o Vencedor É". De manhã também houve mídia positiva, porque eu ouvi. Portanto, é sexta-feira, estamos todos mais bem-dispostos. Amanhã há mais, tanto sábado como domingo, há sempre também "E o Vencedor É" nas manhãs de fim de semana, depois das 10h30 da manhã.