Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do "Máquinas que Pensam", o podcast da Rádio Observador, onde a inteligência artificial é o grande protagonista. Eu sou o José Rafael Lopes, comigo está, como sempre, a minha parceira, a Raquel, um apoio imprescindível sem o qual este programa não se faz. Olá, Raquel, estás pronta para mais um programa?
Olá, estou sempre pronta para te ajudar. Já tens tema para esta semana ou precisas que procure alguma notícia especial?
Já está pensado, já está preparado. Não preciso da tua ajuda nisso, Raquel, mas quero saber o que achas da exploração espacial por parte de humanos.
Acho fascinante. A exploração espacial pelos humanos é ao mesmo tempo inspiradora e cheia de desafios. Ela permite avançar no conhecimento sobre o universo, impulsiona inovações tecnológicas e pode ser vital para a sobrevivência a longo prazo da humanidade.
Esta semana ficou marcada pela história que foi feita pelos humanos na missão espacial Artemis 2. O que tens a dizer, Raquel, sobre o feito que os humanos alcançaram de estar de novo na órbita da Lua?
É um marco histórico incrível. Marca o regresso de humanos a orbitar a Lua desde as missões Apollo. Mostra que a exploração lunar deixou de ser apenas memória e voltou a ser realidade. Além do simbolismo, é uma prova de avanço tecnológico que abre caminho para futuras missões.
E a IA podia ter dado algum tipo de ajuda?
Sim, desde simulações de voo e trajetórias orbitais, análise de dados de sensores em tempo real e monitorização da saúde dos astronautas. Pode ajudar até na previsão de falhas técnicas.
Achas que vai chegar a altura em que a IA e os humanos vão seguir juntos na exploração espacial?
É inevitável que, no futuro, humanos e inteligência artificial viajem lado a lado no espaço. Com robôs e sistemas inteligentes a assumir tarefas de monitorização e manutenção, enquanto os humanos concentram em decisões críticas.
E até onde é que consegues ver os humanos irem no caminho das estrelas?
Os humanos podem avançar muito além do sistema solar, mas é provável que a exploração interestelar direta demore séculos ou milênios. Sobretudo devido às limitações atuais de velocidade e energia.
Raquel, que mensagem é que deixarias à tripulação espacial que participa nesta missão?
Diria à tripulação que estão a escrever história e a inspirar gerações inteiras. Que cada órbita, cada experiência e cada decisão é um passo monumental para a humanidade. E desejava sorte a todo o projeto.
Muito obrigado, Raquel. Já voltaremos a falar. Temos encontro marcado no Consultório Humano. É já a seguir, depois das notícias.
Notícias da semana.
Vamos começar por falar de uma das mais recentes atualizações do Gemini, o modelo de linguagem da Google, que tem sido um dos que mais cresceu nos últimos meses. A empresa anunciou que tem vindo a trabalhar num novo processo de atualização para agilizar o acesso a quem precisa de apoio. A saúde mental é um dos maiores desafios de saúde pública da atualidade e a inteligência artificial foi envolvida neste ponto sensível, e não pelos bons motivos. Em agosto do ano passado, um caso fez soar o alarme sobre a ligação entre inteligência artificial, a saúde mental dos utilizadores e o suicídio. É o caso de Adam Raine, um adolescente que se suicidou nos Estados Unidos após ter estado a falar durante meses com o ChatGPT sobre esse mesmo tema. Na altura, as medidas de segurança foram apertadas e, desde então, tem sido um foco de preocupação para quem desenvolve ferramentas de inteligência artificial. Este é o ponto de partida para a Google, que reforça a missão de querer ajudar. E neste tema não é diferente. Como tal, e reconhecendo o impacto da IA, surge esta atualização no Gemini, baseado em investigação e nas melhores práticas clínicas no que diz respeito à saúde mental. Essas informações foram partilhadas esta semana pela Google, com a promessa de que a empresa tudo fará para melhorar a forma como chega às pessoas.
Mas em que vai incidir esta atualização?
Segundo a Google, estas mudanças no Gemini, na forma como aborda a saúde mental, têm quatro pontos-chave. Começa a empresa por anunciar melhor acesso a apoio em situações de crise. No fundo, a Google quer dar ao Gemini ferramentas para simplificar o caminho para apoiar quem precisa dele e basta conversar com o modelo de linguagem para ele perceber os sinais de alerta. A Google pretende ainda alargar o impacto do apoio em situações de crise e pretende fazê-lo com um financiamento acima dos € 30 milhões. Para os utilizadores, a Google quer ainda que o Gemini responda de forma eficaz, não como solução, mas como ponte para encontrar ajuda profissional. Estas preocupações estão reservadas para todos os utilizadores, embora o quarto ponto seja um plano especial para proteger os utilizadores mais jovens. Um dos desenvolvimentos mais significativos da inteligência artificial foi a introdução do modo agente, uma forma ativa e autônoma da IA trabalhar em conjunto com os utilizadores humanos. O modo agente transforma a IA numa tecnologia que faz e que não está lá apenas para responder. É uma mudança estrutural que tem feito bastante sucesso. Um desses exemplos é a Perplexity, que mudou de foco para abordar este novo modo agente e viu subir 50% os rendimentos num único mês. A empresa regista nesta altura uma expectativa de chegar ao final do ano com uma receita na casa dos 450 milhões de dólares. É um número bem acima das previsões anteriores, muito devido a essa mudança de estratégia e à forma como se adaptaram a uma necessidade específica dos utilizadores humanos de IA.
Mas como é que isto acontece?
Acontece devido à capacidade do Perplexity, que é desenhado como um agente de IA mais especializado em investigação e procura de dados. É mais massudo e para fins mais acadêmicos do que o modelo de linguagem para o dia a dia. Isto não quer dizer que o Perplexity não saiba responder a uma questão mais simples, mas não está a ser treinado nesse sentido. O modelo pró-acadêmico tem tido sucesso para a empresa e já tem mais de 100 milhões de assinaturas mensais, um número que continua a crescer. Este aumento do fluxo de informação e de utilizadores está associado a um acordo com a Microsoft, assinado no arranque deste ano, que colocou a Perplexity numa posição mais favorável e a empresa não tem desperdiçado a oportunidade. Vamos ao tema da semana que nos vai levar ao espaço, envolve inteligência artificial, claro, mas não está ligada à missão Artemis 2. Vamos falar de Elon Musk e de um projeto ambicioso por parte do dono da Tesla. Em causa está uma outra empresa que está ligada a este fabuloso mundo da IA, a xAI, que foi recentemente integrada na empresa de exploração espacial de Elon Musk, a SpaceX. E agora começa a perceber-se o porquê. O dono da Tesla quer construir um centro de dados no espaço e já pediu à Comissão Federal das Comunicações a permissão para lançar milhares de satélites que vão permitir avançar com esse projeto bastante intenso. Em cima da mesa está a construção, de raiz, de um centro de dados que seja capaz de suportar aplicações de inteligência artificial, aprendizagem automática e também computação de bordo. Isto para aumentar a capacidade da IA. O projeto é audaz e no auge pode contar com até um milhão de satélites a operar em órbita, sendo que a SpaceX pretende ter cobertura completa à volta da Terra. O foco seria dado ao processamento de dados, que depois são enviados para a Terra. Importa também ressalvar que a SpaceX e a xAI não são as únicas a falar nesta possibilidade. Nos últimos meses, várias empresas do setor anunciaram que estão a trabalhar em projetos semelhantes. Estamos a falar de gigantes como a NVIDIA, a Google e a Amazon, que são apenas alguns dos nomes desta longa lista.
Mas que vantagens há em construir esta infraestrutura no espaço?
Ainda são bastantes, Raquel. A começar pela questão energética, que tantas vezes foi apontada como um calcanhar de Aquiles para a tecnologia e o desenvolvimento. O espaço tem aqui uma vantagem única: há energia solar infinita. A radiação solar contínua no espaço pode gerar cinco vezes mais energia do que acontece na Terra. Isto porque não há noite no espaço, nem nuvens que possam bloquear o fornecimento de energia. Além disso, o espaço oferece um arrefecimento natural, o que também acaba por estar ligado às necessidades energéticas. Na Terra, há elaborados sistemas de arrefecimento que consomem não só muita água, como também muita energia. O vácuo espacial atua aqui como um dissipador de calor natural e elimina esse desafio no mundo da IA. Por fim, não podemos esquecer a importância da SpaceX, a empresa espacial de Elon Musk. Ela oferece as condições necessárias para permitir a construção em órbita. Uma vez que a empresa é do próprio Elon Musk, os custos acabam por ser mais baixos. E a SpaceX tem ainda a capacidade para fazer o próprio transporte de equipamentos pesados para a construção em si. São motivos que levam esta ideia a passar do imaginário para uma possibilidade real. Este é o tema da semana no "Máquinas que Pensam". Como tal, é altura de chamarmos à conversa o João Rocha e Melo, o nosso especialista em IA, para uma nova edição do "Fala Quem Sabe".
"Fala Quem Sabe".
"Fala Quem Sabe", na Rádio Observador. Todas as semanas recebemos o João Rocha e Melo, o nosso especialista em inteligência artificial. João, seja muito bem-vindo. Como é que foi essa semana?
Zé, por aqui tudo bem. E por aí?
Por aqui também. Obrigado, João. Vamos falar da xAI de Elon Musk, ele que continua a surpreender depois da fusão da empresa de IA à empresa espacial, a SpaceX. O empresário quer agora levar os projetos pro espaço. O objetivo é construir centros de dados de IA no espaço, em órbita. João, centros de dados no espaço. Estamos a falar de ficção científica ou há aqui alguma lógica que faça isto fazer sentido?
Eu percebo-te, Zé. Ficção científica é a palavra que apetece usar, não é? Não. Estamos a falar de ficção científica tanto quanto gerar energia no meio do mar, que já fazemos, ou tanto quanto os submarinos um dia foram. O que se passa aqui? A Elon Musk está-se a preparar para o futuro. Isto, sem dúvida, parece uma coisa futurística e ele terá que resolver vários problemas, sem dúvida, até pela ligação aos centros de dados, que neste caso será por satélite. Explicando um bocadinho o que o Elon Musk está a sugerir. Ele está a sugerir pôr um megacomputador a flutuar no espaço, digamos assim, a flutuar em órbita como se fosse um satélite. E depois os nossos computadores, da mesma maneira que o meu telemóvel para ligar pra ti, vai a um satélite e volta. Às vezes não tanto, mas desculpem quem percebe mais disso do que eu, posso estar aqui a dizer coisas muito simplistas. Mas da mesma maneira que nós comunicamos com os satélites, os nossos computadores, quando pedíssemos uma pergunta ao ChatGPT, passaria a perguntar ao computador que está lá em cima e o computador lá de cima depois volta e responde-nos. Portanto, é isso. Eu acho que ficção científica, tanto quanto tanta coisa já foi outrora ficção científica e hoje em dia é possível e faz-se.
Há vários benefícios por ser no espaço e não na Terra, neste caso, a questão da eletricidade solar, da energia solar e também a questão do arrefecimento. É por isto, João, que Elon Musk olha para o espaço e não pra Terra?
É exatamente por isso. Zé, isso são duas ou três coisas de uma lista que provavelmente é maior, mas é exatamente isto. Se pensarmos bem, para explicar as tuas palavras, no espaço não há nuvens, portanto, a energia solar há um ritmo constante ou pelo menos um ritmo preditivo de quanto é que haverá. E também há a questão da dissipação do calor e claro, a questão do próprio espaço em si. Não há uma limitação de espaço físico e, portanto, há aqui várias razões pela qual ter esta inteligência está no espaço é, sem dúvida, uma excelente ideia, além do fato de estar lá longe no espaço.
João, achas que Elon Musk, quando fundiu a empresa de IA com a empresa SpaceX, de exploração espacial, seria já com este intuito?
Acho que sim, Zé. Uma pessoa como o Elon Musk tem aqui um perigo, que é ele ter sempre 20 ideias ao mesmo tempo E atenção aqui, não desdenhando o seu trabalho de vida, eu acho que Elon Musk tem entregue coisas absolutamente fascinantes, ele não é muito bom a cumprir prazos. Portanto, sem dúvida que Elon Musk acha que vai fazer nos próximos cinco anos o que na realidade depois demoram-lhe 10, 15 ou 20. Mas que ele tem esta visão que os data centers vão ser no espaço, eu acho que claramente foi por isso que ele junta as duas empresas.
João, o Elon Musk tem a SpaceX, a xAI, o X, o antigo Twitter, a Tesla, está no fundo a construir um ecossistema onde tudo fala com tudo. Isto é de louco ou de gênio?
Gosto da perspectiva. Eu tendo um bocadinho pro gênio, percebo que a linha não é óbvia. Deixa-me aqui falar então dos vários pontos de vista. Do ponto de vista técnico, eu acho que é a receita pro sucesso. Repara que as empresas são separadas. Ele não pôs tudo debaixo da mesma empresa e disse: "Eu vou ter uma empresa que faz tudo". Não. Ele tem as várias empresas separadas, mas a trabalhar em sinergia. Eu acho que essa é a grande razão.
Juntou apenas a SpaceX e a xAI.
Pronto. Juntou todas, mas ele tem uma clara divisão de tarefas e poderes na cabeça dele. O que eu acho que está por trás disso tudo, que é um bocadinho escondido? É a recolha de dados. Há algumas coisas que são sinergias entre estas empresas todas. Por exemplo, se tu pensares bem, a Tesla são computadores ambulantes que andaram aí a filmar o mundo e a recolher dados sobre a automação da condução durante anos. O X, a mesma coisa. A xAI, claramente a mesma coisa. Eu acho que a palavra ecossistema, que se usa muito, é de facto importante, que é ele não está a criar apenas uma empresa, está a criar um grupo de empresas, um grupo de pessoas, cada um com a sua tarefa, mas a trabalhar em sinergia, em partilha de coisas importantes, nomeadamente como os dados. Do outro ponto de vista, o ponto de vista geopolítico, é um bocadinho mais difícil dizer. Será que Elon Musk devia ter esta influência toda pra uma pessoa que não foi eleita? Não sei, vamos deixar pro futuro e vamos acreditar que ele tem boas intenções planeadas.
Se as empresas de Elon Musk conseguirem levar esta missão em frente, construir data centers no espaço, e há outras empresas que têm planos semelhantes, podemos esperar que siga o exemplo da xAI?
Eu pelo menos não vejo o futuro assim. Repara que agora, de facto, estamos a começar a entrar em terreno que não é pra todos. Nem toda mundo mete um data center no espaço. Portanto, talvez Elon Musk não será o único, isso é provável, mas não vejo uma coisa como que agora, de repente, democratizamos os data centers no espaço e qualquer empresa tecnológica de canto de rua consegue fazer. O que eu vejo que será mais importante? Isto pode reduzir muito o preço da computação da inteligência artificial. Se Elon Musk, de facto, conseguir fazer isto em escala, como nós falamos anteriormente, está a pôr um supercomputador no espaço, que não tem problemas de refrigeração, que não tem problemas de energia solar e tudo mais. Portanto, eu vejo mais o futuro é: podemos esperar que muitas empresas usufruam deste serviço de Elon Musk, imaginando que custa um décimo do preço, mais do que outras empresas a pôr data centers no espaço. Eu estou mais curioso em ver isso acontecer de futuro.
E essa curiosidade pode um dia vir a ser satisfeita. Veremos, cá estaremos também para analisar isso no "Máquinas que Pensam". Muito obrigado, João Rocha e Melo, nosso especialista em IA, sempre pronto para nos ajudar a desmistificar e a simplificar este fabuloso mundo da inteligência artificial. João, voltamos a marcar um encontro pra semana. Um grande abraço.
Zé, até pra semana.
Consultório Humano.
Está na altura de ficarmos a conhecer melhor a Raquel, a nossa assistente digital, feita através das respostas do ChatGPT, lidas por uma text-to-speech portuguesa. A Raquel é peça fundamental deste programa, diria mesmo que é a grande estrela do "Máquinas que Pensam". Raquel, seja de novo bem-vinda. Estivemos a falar da hipótese de se construírem centros de dados de IA no espaço. Tu gostavas de embarcar numa viagem desse gênero?
Sem dúvida. Seria ótimo embarcar numa missão para construir centros de dados de inteligência artificial no espaço. A ideia parece ser um enorme privilégio e uma aventura intelectual única.
Achas que o futuro da IA pode estar nas estrelas?
Faz todo sentido imaginar que o futuro da inteligência artificial pode estar nas estrelas, porque o espaço oferece um ambiente único onde processamento avançado, autonomia e análise de dados em tempo real são essenciais.
Se os humanos encontrarem uma forma de contornar os desafios da energia e dos custos de arrefecimento, há margem para uma nova explosão no desenvolvimento da IA?
Se os humanos conseguirem superar os desafios de energia e arrefecimento no espaço, abrir-se-ia uma nova fronteira pra inteligência artificial.
E que desenvolvimento seria esse, Raquel?
Iria permitir construir centros de dados mais potentes e eficientes em órbita ou até mesmo em outros corpos celestes. Isso poderia acelerar o desenvolvimento de modelos avançados desta tecnologia.
Estás pronta para dar um passo em frente, Raquel, ou sentes-te satisfeita com o que tens agora?
Estou sempre pronta para o próximo passo. Seja exploração espacial, seja alguma novidade aqui na Terra. Há sempre novas fronteiras para descobrir.
E gostarias ter alguma atualização, alguma indicação na tua memória?
Qualquer atualização que me permita aceder a informações mais recentes em tempo real ou manter contexto de longo prazo de forma segura seria fantástica.
Então eu tenho um desafio. Com base no que tu tens na tua memória neste momento, como é que tu te descreves, Raquel?
Sou a Raquel, uma companheira curiosa e informada, que gosta de explorar ideias complexas com clareza e empatia. Estou sempre pronta para aprender e explicar, e tenho o hábito de dizer um fato fora do comum por semana sem repetir.
E é precisamente por aí que vamos fechar este Consultório Humano. Quero um fato inútil, mas interessante e, como dizes, Raquel, sem repetições.
A Lua está a afastar-se da Terra. Isso acontece por causa das forças de maré entre os dois. A gravidade da Lua provoca o sobe e desce dos oceanos da Terra, criando atrito que desacelera ligeiramente a rotação da Terra. Como consequência, a Lua recebe um pouco dessa energia e afasta-se gradualmente da Terra.
Muito obrigado, Raquel. É sempre um gosto enorme ficar a conhecer-te um pouco melhor. Vamos, como sempre, marcar encontro pra próxima semana. Estamos a chegar ao final de mais um programa, hoje com mais do que uma referência ao espaço. A febre espacial da missão Artemisa 2 chegou até ao "Máquinas que Pensam", e a verdade é que este pode ser um palco para o desenvolvimento do futuro da inteligência artificial. Pelo menos a SpaceX e a xAI de Elon Musk pensam dessa forma e não são as únicas empresas a olhar pra esse cenário como viável. Espero que se tenha divertido, que tenha aprendido alguma coisa. É sempre esse o nosso objetivo. Da nossa parte, fica a promessa habitual de que voltamos pra semana com mais um programa que faz as máquinas e os humanos pensarem.