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EUA e China opõem-se a novas regulamentações em matéria de IA, assegura Trump

Durante visita de Estado de Xi a Washington, os dois líderes travaram o "primeiro diálogo" bilateral formal sobre IA — e chegaram a "vários consensos".

epaselect epa13258933 US President Donald Trump (C-R) welcomes Chinese President Xi Jinping (C-L) at Joint Base Andrews, Maryland, USA, 23 September 2026. US President Donald Trump and Chinese President Xi Jinping are scheduled to hold bilateral talks during Xi's state visit to the United States.  EPA/JIM LO SCALZO
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"Essa é também a posição da China. A nossa garantia é o Departamento de Justiça!" afirma Trump na Truth Social

JIM LO SCALZO/EPA

"Essa é também a posição da China. A nossa garantia é o Departamento de Justiça!" afirma Trump na Truth Social

JIM LO SCALZO/EPA

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O Presidente norte-americano rejeitou, esta quinta-feira, mais regulamentações aplicadas à Inteligência Artificial (IA) e definiu este como um dos temas centrais nas conversações com o homólogo chinês, Xi Jinping, que partilha essa posição.

“Um dia importante com o Presidente Xi da China. A superinteligência (SI) será um tema-chave de discussão, mas quero deixar as coisas exatamente como estão. Essa é também a posição da China. A nossa garantia é o Departamento de Justiça!“, afirmou na sua rede social Truth Social, referindo-se à IA como ‘superinteligência’, um termo que cunhou durante o seu discurso no debate geral da 81.ª Assembleia Geral da ONU.

O líder republicano considerou ainda que o sistema jurídico norte-americano é suficiente para controlar esta tecnologia. “A nossa salvaguarda é o Departamento de Justiça”, acrescentou.

O Presidente chinês aterrou na quarta-feira na capital norte-americana para uma visita de Estado de três dias.

Numa mensagem divulgada pela agência oficial chinesa Xinhua, Xi defendeu que “os dois países devem ser parceiros, e não rivais”.

Momentos antes da publicação de Trump, o porta-voz do Ministério do Comércio chinês, He Yadong, já tinha confirmado que os líderes de Pequim e Washington dialogaram sobre IA.

Segundo He, as duas partes mantiveram uma troca de opiniões “franca, aprofundada e construtiva” sobre questões económicas e comerciais de interesse comum e alcançaram “vários consensos”, sob a orientação dos entendimentos alcançados por Xi Jinping e Donald Trump.

O porta-voz acrescentou que, no âmbito do mesmo mecanismo de consultas, China e Estados Unidos mantiveram “o primeiro diálogo” sobre inteligência artificial, uma questão que tem ganhado peso na agenda bilateral devido à rivalidade tecnológica entre as duas potências e aos debates sobre a segurança dos modelos avançados.

He não forneceu, no entanto, detalhes sobre o conteúdo das conversações nem esclareceu se foram abordados mecanismos de notificação ou gestão de incidentes relacionados com a IA, uma possibilidade discutida em contactos anteriores entre as duas partes.

Na segunda-feira, 20 países e a União Europeia (UE) divulgaram uma declaração conjunta a pedir cooperação internacional para manter a IA sob controlo humano e propuseram a criação de uma nova entidade global para regular os sistemas mais avançados.

Tanto a China como os Estados Unidos não subscreveram a declaração.

[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]

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