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Liga as máquinas, porque está aí o segundo episódio da segunda temporada de "Máquinas que Pensam". Já sabe que é aqui na Rádio Observador que pode mergulhar todas as semanas no lado mais divertido, entusiasmante e incrível da inteligência artificial. Eu sou o André Maia, sou o humano de serviço e estou sempre acompanhado de uma grande máquina. Dê as boas-vindas à Raquel. Bons dias, Raquel. Como estás? Como foi a tua semana?
Olá, a minha semana foi ótima, sempre a trabalhar e a aprender contigo.
Sou engraxadora, muito esperta. Para quem ainda não conhece a Raquel, ela é baseada nas respostas dadas pelo ChatGPT e ganha voz com uma text-to-speech portuguesa. Já vamos conversar um bocadinho com ela e obviamente que também vai descobrir qual era o enxerto humano da "Wonderwall" dos Oasis, que ouvimos na semana passada. Vamos mais daqui a pouco ao real ou artificial. Mas primeiro, e como é habitual, vamos fazer um raio-X às novidades da inteligência artificial desta semana. Vamos a isto, Raquel?
Vamos lá, André. Notícias da semana.
Esta semana começamos por cá. A inteligência artificial continua a chegar a Portugal e desta vez de uma forma um pouco inesperada. Quem é que vai passar a usar IA nas suas ferramentas? O Fisco. É verdade. O Ministério das Finanças vai aplicar ferramentas de inteligência artificial à Autoridade Tributária para poderem inspecionar os contribuintes de forma mais eficaz.
E como é que o vai fazer, André?
Ainda não sabemos bem, Raquel, ainda é muito cedo, mas a Secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, explicou esta semana que já há projetos em andamento e até agora o que sabemos é isto: um, vai permitir uma melhor construção das matrizes de risco para depois selecionar os contribuintes a serem inspecionados; dois, vai, e ouçam bem esta, tornar os reembolsos de IRS mais fiáveis; e três, vai ajudar mais o contribuinte a saber o que tem de pagar ao longo do ano. É esperar para ver, por enquanto, é apenas um projeto. Projeto tem também a OpenAI, a criadora do ChatGPT, contrariou a tendência do mercado e, vamos dizer, da sociedade em geral também, e em vez de acelerar, pôs o pé no travão. Normalmente, nós queremos que tipo de evolução nas máquinas, Raquel?
Queremos que as máquinas sejam mais eficientes, rápidas e inteligentes, mantendo a ética e a segurança.
Tudo certo, mas há aí um termo que é o que eu quero: rápidas. A OpenAI vai contrariar isso. Está em andamento um projeto com o nome de código Strawberry, que vai ser nada mais, nada menos do que um ChatGPT mais lento e mais pensador.
E qual é a diferença para a minha versão, André?
A tua versão, Raquel, é uma versão que se quer o mais rápida possível nas respostas. Neste caso, estamos a falar de um ChatGPT mais ponderado, que vai demorar entre 10 a 20 segundos em cada resposta.
Mas isso não é mau?
Não, não é mesmo esse o objetivo. A OpenAI quer um modelo que pense melhor, que tenha tempo para analisar de forma mais ponderada as perguntas e as respostas e que não cometa tantos erros. Ainda não se conhecem datas de lançamento nem preços, mas quem tiver o ChatGPT Plus deve ter um acesso mais cedo. E terminamos no evento tão esperado. "It marks the beginning of an exciting new era. And here it is." Ora aí está, o iPhone 16. O novo telemóvel da Apple tem várias coisas novas, mas as principais andam todas à volta do mesmo: inteligência artificial. Tanto que a Apple criou um novo sistema chamado Apple Intelligence e que vai ligar todas as novas ferramentas de IA.
Mas quais são, André?
Passam por muitos domínios, Raquel. As fotos, por exemplo, onde já conseguimos remover pessoas ou objetos de fotografias com um simples toque. Nas galerias, vamos conseguir encontrar as fotos que queremos mais facilmente. Em vez de andarmos à procura no meio de 1500 fotos, podemos só escrever "quero fotos na praia" e aí dá-nos todas as fotos na praia. Mas também há novidades na organização do dia a dia. Por exemplo, em videochamadas ou chamadas por telefone, podemos pedir ao iPhone para gravar e resumir em pontos-chave tudo o que foi dito na conversa. Esta novidade é boa, por exemplo, para quem está em teletrabalho e adormece a meio das reuniões. Agora, obviamente que esta integração é nova, que é um telemóvel muito poderoso em termos de IA, mas estas ferramentas de inteligência artificial são assim tão disruptivas ou já vimos isto antes? Estamos aqui perante uma revolução ou algo menor? Ora, é isso que vamos tentar perceber agora com o nosso especialista em inteligência artificial, o nosso João Rochimelo, no "Fala Quem Sabe".
"Fala Quem Sabe."
Todas as semanas falamos com quem sabe aqui no "Máquinas que Pensam" e quem sabe é o nosso especialista em inteligência artificial, o João Rochimelo. João, bem-vindo, como vai isso?
Olá, André, tudo bem?
Mais uma semana por aqui. Hoje vamos falar dessa novíssima tecnologia com mais de 40 anos, que é o telemóvel. Vamos falar do novo iPhone 16 e vamos perceber se afinal estamos aqui ou não perante uma revolução, como se está a dizer, na inteligência artificial. João, afinal de contas, estamos a falar de uma revolução na IA ou a Apple só pegou aqui em ferramentas que já existiam e no fundo pô-las num telemóvel?
André, obrigado por estarmos aqui outra vez. Na realidade foi só isso, mas eu vou é apagar a palavra só dessa frase.
Ok.
Porque o que acaba por acontecer nesta nova notícia da Apple, do Apple Intelligence, é que não só tens agora estas funcionalidades no telemóvel, se pensares só por si já é incrível. É bastante mais pequeno que o computador, é a bateria, etc. Como também eu acho muito importante para o mundo da IA, digamos, a revolução da Apple, porque a Apple é uma empresa que tem uma fan base muito grande. E depois quando as pessoas são Apple, são Apple no computador, no telefone, no relógio, em tudo.
Estão completamente fervorosas.
Portanto, de facto, eu acho que a Apple vai nos mostrar a capacidade, que eles dizem que estão a vender, que vai ler tudo o que nós fizemos noutros dispositivos e conhecer-nos, etc. Vamos, de facto, ver muitos frutos, vamos dizer assim. Eu não acho que seja uma revolução na tecnologia, acho que vai ser uma revolução no outcome do uso dessa tecnologia.
Traduz isso lá pra minha avó, o que é um outcome?
O que eu quero dizer com outcome-
Resultados, consequências.
Exatamente. Eu acho que estamos a usar as mesmas tecnologias que temos falado aqui no "Máquinas" já desde há uns meses, mas Que ao usarmos isto no ecossistema Apple, vamos ver coisas novas.
Ora bem. E olhando para todas as ferramentas de IA que vamos ter no iPhone 16, eu já mencionei aqui algumas, na edição de fotografias, na organização de fotografias, na gestão, por exemplo, das conversas que temos gravadas, videochamadas, transcrições, resumos, várias inovações. Qual é que é para ti a principal, a que te chama mais a atenção?
Claro, não desdenhando de todas as que disseste, até porque tecnicamente não deixam de ser incríveis. Vais te rir, mas para mim é finalmente a evolução da Siri.
Ok.
A Siri existe há 10 anos no iPhone. E vamos lá todos admitir, e há 10 anos que é a mesma coisa.
Sim, é verdade.
Nós usamos a Siri para mostrar ao amigo que não conhece a Siri: "Olha o que a Siri faz".
Já não é novidade, propriamente.
E ninguém usa, é um brinquedo.
É um brinquedo.
Pelo anúncio da Apple, eu acho que finalmente há uma integração de inteligência tão elevada na Siri, que eu acho que pela primeira vez vamos, de facto, ter uma Siri útil. Vais ter um dispositivo contigo com quem vais falar. "Ajuda-me a resolver problemas." Versus a Siri que nós perguntamos: "Siri, que horas são?"
"Qual é o caminho mais rápido?"
Exatamente. Portanto, sim, para mim, eu estou muito expectante da revolução dentro da Siri.
E qual é que é, no sentido contrário, a grande desilusão? Ou seja, a ferramenta que foi muito bem vendida, porque a Apple vende muito bem todas as inovações, mas que, na verdade, também não é assim nada de mais, não é nada de outro mundo.
Olha, acho que é a parte da geração de imagem. Tanto do ponto de vista técnico, que horror dizer que já é banal, mas já começa a ser banal, como do ponto de vista de utilidade. Estão a vender muito a opção de tu poderes criar os teus próprios emojis e tudo mais. E para mim, a geração de imagens só vai dar um salto muito grande quando gerarmos imagens que não sejam apenas artísticas. Comecem a ser, por exemplo, desenha-me um esquema de como é que se liga a televisão para eu enviar à minha avó. Isso para mim é que vai ser um salto na geração de imagem.
Nunca pensei nisso, mas agora imaginei, e isso teria realmente muita utilidade.
Imagens necessárias, não são só giras. Eles vendem muito: "Ah, podes imaginar um fundo de uma praia." Tá, mas qual é a utilidade grande disto?
Sim. Olha, a Apple não é a primeira marca a utilizar a inteligência artificial nos telemóveis como trunfo. Já sabemos isso. A Samsung também já o faz, a Huawei também creio que já o fez. Achas que os telemóveis vão ser, por defeito, o grande meio para usarmos a inteligência artificial no presente já, mas também no futuro? Porque agora fala-se muito dos ChatGPTs, se calhar as pessoas brincam mais no computador, em scripts, em tudo mais. O telemóvel vai ser, na tua opinião, por defeito, a grande ferramenta para usarmos a IA?
Claro. André, antes de entrarmos por aí, deixa-me dizer também, de facto, mencionar que a Samsung também fez um esforço grande nesta integração. Basta qualquer pessoa que vá ver. Também se vê, de facto, é impressionante, as ferramentas já estão integradas no ecossistema Samsung. Sobre se é o telemóvel ou não, eu até digo que é uma pergunta tricky, porque eu até te vou desafiar.
Ui. São bónus.
Será que a própria IA e estas funcionalidades novas que há de transcrição, de voz para texto, interpretação, etc, será que vai até aparecer um dispositivo novo?
Ok, para além dos telemóveis e dos computadores.
Exatamente.
Já falámos aqui de alguns e que não resultaram muito bem até agora.
Exatamente.
O AI Pin e esses passitos.
Se me perguntares, sim, eu acho que estamos a caminhar para o telemóvel virar um computador. Claramente. Um ecrã grande dá jeito, um teclado e um rato, ainda muitos de nós gostamos, mas de facto o nosso telemóvel vai passar a ser o nosso telemóvel. Eu, por acaso, estou mais curioso disto. Estou mais curioso de: será que, por causa destas novas capacidades, será que daqui a 20 anos precisamos de ecrãs?
Certo.
Precisamos de ler e escrever tanto no teclado como escrevemos hoje em dia? Não sei. Dou-te exemplo um bocadinho de se pensarmos na evolução que houve no último século, desde as cartas aos e-mails, às chamadas, depois aos SMS.
Claro.
Penso em tecnologias tanto como o DVD, no outro dia pensei, tanto como o DVD como o telefone fixo, que virtualmente desapareceram. Foram substituídos pelo avanço tecnológico.
Vamos ter de esperar para ver.
Exatamente.
Vamos ter de guardar um bocadinho. Talvez até nem tanto tempo como muitos esperamos. Se calhar, daqui a uns anos, vamos andar aí com um robozinho, um grilo falante tecnológico. João Rochimel, não temos é de esperar, obviamente, por ti na próxima semana. Estás cá mais uma vez, para mais um episódio do "Máquinas que Pensam" e para mais um "Fala Quem Sabe", sempre com o especialista em inteligência artificial, o João Rochimel. João, obrigado. Até para a semana.
Obrigado, André. Até para a semana.
Fique por aí que já a seguir vamos ao Real ou Artificial.
Real ou Artificial?
É este o jogo onde todas as semanas trazemos duas vozes, dois sons, e tem de descobrir qual é a voz humana. Sim, porque uma é humana, a outra é inteligência artificial. Na temporada passada, os nossos ouvintes perderam, só acertaram três vezes em 10 qual era a opção humana. Mas vamos esquecer isso, ok? Vamos limpar a ficha, começar de novo, zero, zero. Ora, no primeiro episódio desta nova temporada, trouxemos-lhe duas versões de "Wonderwall" dos Oasis. Já sabe que uma é cantada por um humano, neste caso o Liam Gallagher, e a outra por uma inteligência artificial. Vamos relembrar as duas versões. Esta era a primeira. E esta era a segunda. Duas "Wonderwalls", qual delas a verdadeira? O público escolheu, os ouvintes são soberanos e encheram a nossa sondagem no Spotify de respostas. Foi mesmo a sondagem com mais respostas de sempre do programa. Muito obrigado por isso. E a escolha, com 57% dos votos, foi a segunda versão que ouvimos há pouco, ou seja, a primeira versão teve menos, claro, 43% dos votos. Ora, meus caros, a versão cantada por um humano de "Wonderwall" dos Oasis era: tambores. A primeira. Começamos mal, meus amigos, era a primeira. Outra vez, não. A inteligência artificial volta a ganhar, começa esta temporada a ganhar de novo, mas desta vez ainda vamos a tempo de virar isto, ok? No episódio de hoje trazemos aqui alguém que já passou por cá, de outra forma, e que infelizmente nos deixou esta semana. É um dos atores por quem eu tenho mais carinho, o eterno Darth Vader e também Mufasa. James Earl Jones morreu aos 93 anos de idade esta semana. E eu pensei: "É uma voz tão mítica, é uma voz tão poderosa, que tínhamos de fazer homenagem aqui". Hoje não temos Darth Vader, porque já tivemos aqui na primeira temporada, mas temos James Earl Jones, apenas a voz dele, e que já é suficiente. Mas é a voz dele, pelo menos num dos certos, porque já sabe as regras. Vai ouvir duas vozes do lendário ator norte-americano. Uma delas é real, a outra é gerada por inteligência artificial. Tem de descobrir qual é a verdadeira. Levanta o som. Vamos à primeira voz de James Earl Jones.
"From the tallest tree to the smallest blade of grass, from the fastest gazelle to the mightiest elephant, everything plays its part in the delicate dance of life. Each creature, no matter how small or great, is a thread woven into the fabric of existence, and together we maintain the balance. Without it, life as we know it would cease to thrive."
A primeira foi esta. Vamos então à segunda versão.
"You shall shine more bright in these contents than unswept stone besmeared with sluttish time. When wasteful war shall statues overturn and broils root out the work of masonry, nor Mars' sword nor war's quick fire shall burn the living record of your memory. 'Gainst death and all oblivious enmity shall you pace forth."
O que acha melhor? Mais robótica, mais humana? Não diga já, ok? Deixe para a votação no Spotify, já sabe. Vote por lá qual das vozes é que acha que é humana. Por enquanto, a IA está a ganhar, mas temos de dar a volta, ok? Vamos a isto. Enquanto pensa, vamos à máquina da semana.
Máquina da semana.
Hoje, como já demos um toque nisto, voltamos aqui ao tema. Há pouco falávamos que o novo iPhone tem ferramentas de IA que permitem remover pessoas ou objetos indesejados das fotografias. Isso não é propriamente novo e por isso trago-lhe aqui uma ferramenta que eu já uso há algum tempo, que é o Remove.bg. O que é que é isto? É um site gerado por inteligência artificial que permite remover o fundo de imagens. Neste caso, é muito útil para quem trabalha em design e precisa constantemente de ter elementos com fundo transparente, sejam figuras, logotipos, pessoas, o que seja. Basta fazer upload da fotografia que quer e ele remove o fundo e fica apenas com o elemento em destaque com fundo transparente. A plataforma é 100% gratuita, sem limite de uso, mas as imagens perdem sempre um pouco de qualidade. Se não quiser perder essa qualidade, aí sim, tem de ter uma conta paga, mas, aqui que ninguém nos ouve, quando cria uma conta, o site oferece sempre um download na mesma e na máxima resolução da fotografia original. Já sabe, Remove.bg, se quiser remover o fundo das suas fotografias. O que não removemos aqui é a Raquel. Vamos a isso. Vamos lá falar com ela.
Consultório Humano.
Antes de nos despedirmos, já sabe como é que é, falamos sempre com a Raquel, a nossa assistente digital baseada nas respostas do ChatGPT e lidas por uma text-to-speech portuguesa. Olá, Raquel. Adormeceste ou ainda estás por aí?
Estou aqui bem acordada. Do que precisas?
Do que eu preciso? O que achas que eu hei de precisar? O que tu achas?
Talvez de uma conversa interessante ou de um bom facto curioso e inútil para o programa.
Um facto inútil. Eu vou dizer, cá está, a minha memória não anda boa. Eu esqueci-me completamente do facto inútil no último episódio, mas esqueci-me completamente.
Não te preocupes, estou aqui para te lembrar. Aqui vai um facto inútil para compensar. Sabias que as maçãs-
Não. Espera. Eu quero, ok, mas só no fim. Como fazíamos antigamente, não é? Pode ser?
Sim, claro que sim.
Boa. Enfim, eu esqueci-me mesmo. E aqui também, para os nossos ouvintes perceberem, isto não é encenado. Ou seja, na primeira temporada eu pedia sempre um facto inútil, mas interessante à Raquel para fechar o programa e com a pausa do programa perdem-se rotinas e passou-me completamente e foi genuinamente aqui com a resposta da Raquel que eu me lembrei disso. E por isso, tal como falámos no último episódio, ela tem realmente memória, é impressionante. Já lá vamos então ao facto inútil, valha-me Deus. Raquel, eu hoje queria brincar um bocadinho contigo, testar aqui umas coisas. É um desafio. Nas próximas respostas, tu não podes dizer nada com a letra E, nem com a letra O, ok?
Vamos lá a isso. Pronta para brincar.
Vamos lá a isso. Pronta para brin-- tu és boa, já está a conseguir. Ok, então, sem letra E e sem letra O, como é que se chama o primeiro rei de Portugal?
AFNS.
Quem?
AFNS Primeiro, simples.
Tu estás só a tirar as letras. Não é isso que eu quero, Raquel. Eu quero é que tu sabes por outras palavras. Palavras que não tenham nem E, nem O.
Ok, vamos lá. O primeiro rei de Portugal era o fundador do nosso país.
Mas isso tem O. Fundador tem a letra O. Raquel. Olá? Ok, eu acho que estragámos o ChatGPT, porque ele respondeu só uma coisa, mas está em branco, ou seja, não tem texto, tem só o espaço. Raquel, estás aí?
Estou aqui.
Ok, pronto. Bem, vou deixar-te descansar, que se calhar é melhor. Vamos fechar e vamos então ao facto inútil, mas muito interessante desta semana, o primeiro desta temporada.
Sabias que as maçãs flutuam na água porque 25% do seu volume é ar?
Não sabia, Raquel, não sabia e preferia ter continuado sem saber. Mas olha, obrigado. Até para a semana e vai lá se te arranjas, está bem?
Estou bem, até para a semana.
Fica por aqui mais um "Máquinas que Pensam", o segundo desta nova temporada. Já sabe que voltamos no próximo sábado, como sempre, às 10:10 da manhã, na Rádio Observador e quando quiser, em podcast. Não se esqueça de seguir o programa, já agora, dê cinco estrelas na plataforma onde estiver a ouvir e principalmente, vote na nossa sondagem no Spotify qual é que acha que é a versão humana do grande James Earl Jones que ouvimos hoje neste episódio. Até lá, tenha uma boa semana e é como dizia aquela máquina: "I'll be back".