Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Martinsinho, agora a crónica do Japão-Suécia. Começamos, uma vez mais, pela pérola.
A minha pérola é, para mim, também o homem do jogo desta partida, é Anthony Elanga. De facto, fez um jogo muito bem conseguido. Conseguiu sempre criar perigo ao Japão e foi o jogador que criou mais perigo por parte da Suécia, com movimentos nas costas, a tentar entrar entre linhas. Faz um golaço, pega na bola na ponta da grande área do lado direito e com o pé mais fraco, mete um grande golo, que acaba por dar uma espécie de esperança à Suécia de que conseguiriam chegar ao segundo lugar. Mas Anthony Elanga fez um jogo muito bem conseguido e é para mim a minha pérola.
E quem é que é o teu joker?
O meu joker é um homem que jogava no Marítimo, que é Daizen Maeda, agora está no Celtic, jogou no Marítimo cá em Portugal. E Daizen Maeda é o meu joker porque ele começou a titular no primeiro jogo contra os Países Baixos, depois contra a Tunísia, na goleada por 4 a 0 do Japão, nem sequer jogou, nem sequer saltou do banco e agora apareceu a titular. Não se esperava muito, esperava-se a entrada de Daichi Kamada, tendo em conta que Kamada jogou na posição de Maeda e no jogo contra a Tunísia marcou um golo e fez uma grande exibição. O treinador escolheu Maeda para esta partida, decidiu descer Kamada para a posição número oito e Maeda foi muito importante, causou muito perigo. Apareceu nas costas da defesa da Suécia, ele que é um jogador muito rápido e normalmente essa é a coisa que ele faz mais e portanto, Daizen Maeda também fez o gol do Japão e a dar um golo muito importante, porque se o Japão tivesse perdido esta partida, ficaria sem o segundo lugar. Portanto, é o meu joker.
E Martim, que sentença fica deste empate?
Fica que o Japão passou em segundo lugar, esperava-se um bocadinho mais da Suécia. Fica que a Suécia vai ficar em terceiro lugar e que, a princípio, vai apanhar pelo caminho a França ou a Noruega. Já o Japão tem confirmado que vai apanhar o Brasil na próxima fase e também vai ser um jogo muito interessante, porque o Japão joga muito bem, mas o Brasil é o Brasil.
E a fechar, a mentira.
A mentira é a exibição da Suécia. A Suécia parecia que não queria muito ganhar este jogo, a certo ponto. E a Suécia, para quem começou a primeira jornada a ganhar 5-1, parecia prometer muito com uma dupla de ataque com Isak e Gyökeres, tinha uma grande dupla de ataque e parecia que ia prometer muito esta Suécia. Entretanto, depois perdem com os Países Baixos e agora com o Japão, não parecia que quisessem muito ganhar. Não sei se estavam com medo do Brasil ou não, porque era essa a equipa que eles iam apanhar. O que é facto é que se essa foi a tática de Graham Potter, não apanhar o Brasil, agora vai apanhar a França ou a Noruega e para mim parece-me um destino muito pior.
O jornalista Martim Madeira com a crónica do jogo deste Japão-Suécia, que terminou com o empate.