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Momentos de Glória. Hoje com o Paulo Ferreira.
Ora bem, muita atenção.
Exclusiva responsabilidade.
Exclusiva responsabilidade. Vocês já se estão a pôr ao fresco.
Nós? Nunca.
Acham que isto vai correr mal ou que vai haver paelhas negras e calão lá mais para o fim. Muita atenção a todos os municípios. Isaltino anda por aí, ele decidiu sair do Oeiras e intermunicipalizar a sua atividade de crítico de restaurantes.
Muito boa companhia. Aqui o Bordalo, e aqui o Zé Povinho. Já adivinharam onde estamos. Já vamos ver. Viva Bordalo! Viva Zé Povinho!
Bordalo e o Zé Povinho, que podem ser boas pistas.
Portanto, ou é no museu aqui ao pé de nós, que tem uma bela exposição sobre o Zé Povinho, ou é noutro sítio.
Ou é noutro sítio. Já lá vamos, porque isto há que começar pelo início.
Hoje vai ser garfa. Ora, temos aqui. Deixa-me cá ver. Chipirones. Favas. Outra vez lulinhas, mas estas lulinhas são lulinhas guisadas, são lulas à algarvia. Ovas. Ovas cozidas. Búzios.
Ó Paulo, isto não se faz.
Pois não, logo a esta hora.
E como se não trouxeste nada.
Não. As primeiras entradinhas. Já agora, este tema dos restaurantes está a dar dissabores no Justiça, Isaltino, como vimos ontem. Ontem à noite a CNN e a TVI divulgaram a acusações do Ministério Público de 150 mil euros. Não sabemos se este jantar não estará lá, porque isto foi recentemente. Ora bem, primeiras entradinhas então, ordenando aqui a mesa. Isaltino agora vai desvendar o segredo do local onde está, que também não é grande segredo, mas também outro segredo ainda.
A razão porque o nosso presidente da República é uma pessoa tranquila, serena. Agora já percebi porque é que o nosso presidente da República não quer ficar em Belém. Não quer ficar, não está nunca lá no meio, nunca lá está. Tem vindo aqui para as Caldas da Rainha. Claro, o comércio está aqui magnífico, tem aqui bons restaurantes.
Ouviu-se aqui o essencial. Tem aqui bons restaurantes, sim.
Tem bons restaurantes, sim. Presidente da República, claro.
E restaurantes movimentados.
Muito movimentados. Isaltino está nas Caldas, ou estava, nas Caldas da Rainha, na Casa Antero. É assim que se chama o restaurante local. Assim não admira, de facto, que António Guterres tenha optado por ficar a viver por lá, apesar do local de trabalho ser em Belém. José Luís Carneiro viu, não quis ficar atrás. O líder do PS optou pela crítica de universidades, não de restaurantes, mas de universidades. E foi a Venezuela e ficou encantado com o que viu por lá.
E é um gosto encontrar-me aqui com Eurico Dias, naquilo que é o campus da Universidade de Caracas. Como se pode ver, há um ambiente muito saudável, de uma grande universidade, muito forte nas engenharias, muito forte no direito, muito forte na medicina e hoje também forte nas tecnologias, e que é um bom exemplo daquilo que devem ser os campus universitários na própria Europa. E é bom que se veja todo este ambiente, que se pode ver com ligação direta entre as salas de aula e o próprio espaço público.
Ponham os olhos nisto.
Encantadíssimo, não é? Completamente. Portanto, candidatos à universidade já sabem, a Venezuela é um ótimo país para perseguirem os vossos estudos. Não tentem é meter-se na política que ainda acabam presos, se forem para lá, isto está mal. A Europa, além de ter universidades de fraca qualidade comparadas com as de Caracas, tem ainda outros problemas que André Ventura identifica muito bem.
Francamente, faz-vos sentido que crianças decidam por si próprio mudar de sexo? Uma decisão que lhes vai afetar a vida toda, sendo menores. Isto faz algum sentido? Faz algum sentido que uma criança vá ao registo civil e mude o nome de Andreia para André, sendo menor? Estamos bem da cabeça, todos? "Não, mas é que têm que ser os políticos a dar essa possibilidade." Ou não, se abrem essa possibilidade. Quer dizer, nós agora temos tendências pela Europa e pelo mundo, de pessoas que se sentem animais. Sentem-se gatos, sentem-se cães, sentem-se cavalos. Também vamos permitir que isso aconteça? A pessoa pode chegar ao registo e dizer: "Olhe, meta o meu nome como o de um cavalo." "E você quer que passe a estar registado como cavalo?" "Quero." "Olha, pois hoje eu sou um cavalo." Por favor, Deus. Desculpem, eu não quero estar a levar isto com ligeireza, mas vocês veem o que está a acontecer pelo mundo inteiro. Há pessoas que se sentem animais, que andam pelo chão a ladrar e temos visto isso.
A Helena não resiste.
Houve um aluno na universidade no Porto que quis ser tratado como lobo.
Há de tudo. De facto, de vez em quando vê-se nas redes sociais pessoas.
Pois, não, mas este foi mesmo uma universidade.
De uma pessoa para a outra, porque a outra sente-se um cão ou um gatinho.
Só que os lobos nunca foram à escola, senhores.
Pois não, é verdade.
É a primeira vez. Temos de os desmodernizar.
Não, são problemas importantes do primeiro mundo.
Do primeiro mundo.
Problemas muito importantes.
Na universidade de Caracas não há nada disso.
Não, aí não há. Aí acabas noutro lado, se te armas em animal. Mas André Ventura a subir aqui a lista, a hierarquia de problemas. Mas não ficamos por aqui. Vamos de problema em problema, até ao problema final. E damos com Pipoca Mais Doce, de camisola na mão, uma camisola com umas listas vermelhas, indignadíssima com uma concorrente do Secret Story da TVI.
Ontem foi a Ariana, essa grandessíssima sonsa, que não tem outro nome, no meio daquela barracada toda. Lá estava ela com a sua camisolita da Zara. O que é que sucede? Sucede que eu não me sinto capaz de voltar a usar isto, porque de facto isto está aqui um enguiço qualquer com esta camisola. E agora nem sei o que é que lhe faço, mas eu sinto que eu não posso ter isto aqui em casa. Porque isto está impregnado de energias maléficas. Sério, eu pedi: "Não façam merda com roupa que eu tenho". Era só isto. Foi só isto que eu pedi. Pois não.
É um pedido tão simples. Isto não está no guião. Eu não sei porque é que as pessoas não respeitam, de facto, a roupa das outras pessoas. Porque é que a Zara não faz exclusivos?
Exclusivos, peças únicas.
Peças únicas. Deixa de ser a Zara, como é evidente, mas o que é que isso importa?
Olha, eu quero dizer-te que em vários anos de comentário, é das primeiras vezes que uma pessoa fica assim.
Fica sem palavras.
Sem palavras. Sem palavras, é uma coisa assim.
A Pipoca Mais Doce também ficou.
Pois eu também acho.