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Este é o Jornal das Duas, com o jornalista João Gama. João, o secretário-geral do PS considera que a redução do IRC é uma prioridade para o país.

José Luís Carneiro, que continua a fazer a Estrada Nacional dois, passou esta manhã pela Sertã, no distrito de Castelo Branco, no final de uma visita a uma empresa de bioenergia e paletes. Carneiro defende a redução do IRC, mas com critérios e não de forma igual para todos.

O IRC majorado para as empresas que se localizam no interior é um bom destino a dar à redução do IRC, porque reduzir o IRC para todos, sem critério, não favorece uma política econômica de desenvolvimento, nomeadamente do interior e da coesão. Eu sou um partidário desse modelo, já existiu no passado. A redução do IRC para empresas que se localizam no interior deve ser uma prioridade.

O líder dos socialistas salienta ainda o fim das portagens na A23 como uma medida importante, não só para as empresas, como, principalmente, para o interior.

José Luís Carneiro, que respondeu ainda às críticas de Manuel Castro Almeida. O secretário-geral do PS acusa o ministro da Economia e da Coesão Territorial de falta de conhecimentos sobre a gestão dos incêndios feita pelos governos socialistas.

E sugere, assim, João Miguel, leitura de antigos relatórios internacionais.

Desconhecimento do senhor ministro Castro Almeida. Sugeria que fosse ver os números das ignições, das condições climatéricas de 2022 e 2023 e que procure ler os relatórios internacionais, não foram feitos por Portugal, que mostraram como o nosso sistema de proteção civil estava entre aqueles que mais evoluiu, que mais melhorou e entre os melhores de toda a União Europeia.

Declarações de José Luís Carneiro à margem de uma visita a uma empresa na Sertã é uma resposta depois de ontem à noite, na RTP 3, o ministro da Economia ter considerado que depois de uma década no poder, o PS tem pouco para apresentar na matéria de incêndios.

E precisamente o ministro da Economia está hoje na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide. Manuel Castro Almeida acredita que há uma forma para os portugueses continuarem a votar nos sociais-democratas.

Uma forma econômica, se sentirem que têm mais dinheiro no bolso. O ministro da Economia foi o orador convidado no dia de hoje da Universidade de Verão do PSD. Elegeu o crescimento econômico e o aumento dos rendimentos como a principal prioridade do governo e de estar convicto de que os portugueses vão continuar a votar no PSD se mantiver estes objetivos.

Se os portugueses compreenderem que com este governo estão a ter cada vez melhores rendimentos, eles vão continuar a dar-nos o seu voto. E a verdade é que no ano 2024, nós tivemos um aumento muito grande do poder real de compra dos portugueses. O aumento do poder de compra foi da ordem de 18%, a inflação foi de dois e tal por cento.

Esta tarde será a vez do presidente da República a marcar presença à distância numa aula da Universidade de Verão do PSD, à mesma hora em que o primeiro-ministro vai responder sobre incêndios, sobre a gestão dos incêndios e responder às críticas da oposição no Parlamento. É um debate que acontece a pedido do Chega e do PCP.

E que está agendado para às 15h e que vai ser transmitido em direto aqui na Rádio Observador. E a ministra da Saúde defende a necessidade de regular o trabalho à tarefa no SNS para acabar com injustiças no serviço.

Uma posição defendida por Ana Paula Martins, que esteve esta manhã a inaugurar a Unidade de Saúde dos Chapadões, Graça. Aproveitou a oportunidade para esclarecer que a legislação do trabalho à tarefa no SNS não pretende penalizar os profissionais de saúde, mas sim corrigir injustiças.

Olhando para o sistema que temos hoje e colocando aqui alguma regulação naquilo que são injustiças que estamos hoje a cometer, nomeadamente, como sabem, eu não vou falar mais sobre isso agora. Haverá depois das audições com os sindicatos e com a Ordem mais novidades sobre essa matéria, mas naturalmente, nós temos que legislar sobre o trabalho à tarefa no Serviço Nacional de Saúde. E isto não pretende penalizar rigorosamente ninguém. Nós precisamos de todos, todos, todos. O que pretende é criar regras para que não estejamos nós a dar os incentivos errados àqueles que querem ficar a trabalhar conosco.

As declarações da ministra da Saúde, com esta legislação, o governo pretende apertar os parâmetros para a prestação de serviços à tarefa no SNS.

E semanas depois de vários sem-abrigo terem sido retirados das imediações do Teatro Nacional de São João, mais pessoas nesta situação voltaram a procurar este espaço para dormir, João.

A retirada aconteceu devido às obras que estão a decorrer nas imediações do edifício. A forte presença de pessoas em situação de sem-abrigo neste espaço é constante e pode ter impacto na própria segurança do Teatro Nacional de São João. A reportagem é da Maria Rico.

As obras no Teatro Nacional de São João obrigaram a retirada dos sem-abrigo que habitavam naquela zona. Ainda assim, quem por ali passa vê ainda pessoas nesta situação, como explica o vereador da Coesão Social da Câmara do Porto, Fernando Paulo.

Como os espaços ficaram disponíveis, outras pessoas foram chegando e foram também ocupando aquela zona.

Estas pessoas podem ainda vir a ser retiradas, como aconteceu no início deste mês, uma ação que envolveu várias entidades.

O Teatro São João contactou-nos em junho de 2024. Nós, de imediato, no âmbito de um TISA, criamos um grupo de trabalho com estruturas e instituições diferenciadas, a Câmara, a estrutura do ICAD, o Ministério da Segurança Social, também da Saúde e algumas organizações não governamentais

A ideia é conseguir resolver um problema que, aos olhos do presidente do Conselho de Administração do Teatro Nacional São João, Pedro Sobrado, tem três vertentes.

É um problema patrimonial. Este edifício é um monumento nacional e o São João tem de garantir a preservação deste monumento nacional. É um problema, de facto, de segurança, na medida em que são as saídas de emergência do teatro quando o São João está repleto, como tantas vezes está, com 450 pessoas dentro da sala de espetáculos, são aquelas portas que terão de ser usadas na eventualidade de acontecer alguma calamidade, algum acidente. Mas nós sentimos também, o São João sentiu, o conselho de administração percebeu também que este é um problema social e humano.

Um problema social e humano que afeta, neste momento, quase 600 pessoas na cidade do Porto.

A reportagem da Maria Rego no Teatro Nacional de São João, onde cada vez mais pessoas procuram sítio para dormir.

E em Coimbra, o Metro Mondego começa a funcionar na sexta-feira, num percurso limitado e de forma gratuita.

É o que anuncia hoje mesmo o Ministério das Infraestruturas e da Habitação, em comunicado, enquanto se aguarda a data concreta da abertura do troço até Serpins, no Conselho da Lousã, o serviço arranca com um percurso gratuito que vai abranger 10 estações entre a Portagem e Vale das Flores até o final do ano. Deve estar em funcionamento o serviço entre a Portagem e Serpins. Espera-se que em 2026 arranque o percurso entre a Portagem e Coimbra B, assim como a linha do hospital situada precisamente no centro da cidade, uma empreitada com vários trechos ainda por concluir.

Duas horas e sete minutos, João, vamos às notícias de âmbito local.

O candidato para a Junta de Freguesia de Lavra, em Matosinhos, apresentou uma queixa-crime na GNR contra as alegadas descargas ilegais no rio Onda, em Vila do Conde. Em declarações, Gustavo Carvalho explicou que durante uma caminhada verificou que a água apresentava alterações significativas, quer em termos de aspeto, quer em termos de cheiro. O candidato à AD refere ainda que é a terceira situação deste gênero a que assiste. No Seixal, uma pessoa morreu na sequência de um acidente de viação na A33. O veículo ligeiro chocou contra uma motocicleta. O alerta foi dado ainda esta manhã e ainda não se sabe a identidade desta vítima mortal. O Porto de Aveiro vai lançar um percurso público de 1,4 milhões de euros para a instalação de um sistema de alimentação elétrica de navios. O anúncio é publicado em Diário da República. As propostas devem ser apresentadas até às 19h, dia 22 de setembro, através da plataforma eletrônica ANOGOV. A Piscina Municipal da Reboleira vai receber a quarta prova de Aquatlo Jovem da Amadora. A prova é organizada pela Federação Portuguesa de Triatlo e integra o programa de comemoração dos 46 anos do município. As inscrições estão abertas e vão decorrer até o dia 22 do mês de setembro. O Festival Internacional Folclore Celestino Graça regressa a Santarém, o evento vai ter um programa que combina espetáculo, animações da rua e várias iniciativas culturais. As festas vão decorrer logo a seguir ao dia 4 de setembro na Casa do Campino. E fechamos em Porto de Mós. A edição do Cinema Praça Continente acontece já hoje à noite. O filme escolhido é "O Mundo Jurássico: Renascimento". A iniciativa começa às 21h30, tem entrada livre, vai acontecer, João Miguel, no Parque Verde de Porto de Mós.

Olha, bela ideia. A fechar o jornal das 14h, que teve edição do João Gama.