Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Vamos às notícias. Jornal das Duas com José Rafael Lopes. José, o secretário-geral do PS repete que é contra a reforma laboral e afirma que as mais recentes sondagens mostram que os portugueses não confiam no governo.

As sondagens do DN e do Correio da Manhã dão conta de uma AD em queda, que contrasta com uma subida do Partido Socialista. Números animadores para José Luís Carneiro, no dia de aniversário do Partido Socialista. O secretário-geral do PS voltou a criticar a reforma laboral do governo, numa altura em que o presidente da República se prepara para receber os parceiros sociais. Acontece na próxima quarta-feira, um dia antes da UGT decidir se aprova ou não a mais recente proposta do governo para a reforma laboral, sendo que o Executivo já tem um entendimento com os patrões. Para agora, a reforma laboral continua na mira de José Luís Carneiro, que João Lourenço deixa vários avisos ao Executivo.

Em dia de aniversário, a família socialista reúne-se para uma reunião da Comissão Política. Antes do apagar das velas, o discurso do líder refere que o PS mudou o país e traça o caminho para os próximos anos.

Seremos uma oposição firme, responsável. A cada crítica, as nossas propostas alternativas, porque nós temos apenas uma única coligação. A nossa coligação é mesmo com as portuguesas e com os portugueses.

O desafio ao virar da esquina é a reforma laboral. Luís Montenegro guardou segredo na campanha. José Luís Carneiro não gostou e acredita que a reforma não passa de um retrocesso.

Guardou um silêncio sepulcral durante toda a campanha eleitoral. Ou seja, a reforma das leis laborais, melhor dizendo, a contrarreforma das leis laborais.

O aumento do custo de vida também serviu para criticar o governo. O secretário-geral socialista acusa o Executivo de ser imoral.

O Estado, só em aumento anual da receita do IVA, terá um aumento de receita do IVA de cerca de € 500 milhões. Ou seja, uma imoralidade o Estado estar a ganhar dinheiro à custa do sacrifício das portuguesas e dos portugueses.

Com dois anos somados na oposição, as últimas sondagens mostram um cenário mais alegre para o PS. Carneiro pede calma, mas considera que a AD está em apuros.

Não podemos viver com essa inquietação das sondagens. São indicadores, são retratos do momento. Mas há uma coisa que elas estruturalmente já dizem. E dizem, fundamentalmente, que os portugueses não confiam no governo e que o doutor Luís Montenegro está errado quando diz que o país está melhor.

Depois do 25º Congresso, a Comissão Nacional vai votar a lista de José Luís Carneiro para os três órgãos do partido. Depois disso, o líder apaga as velas dos 53 anos do Partido Socialista. Reportagem do João Lourenço a acompanhar a Comissão Nacional do Partido Socialista em Lisboa.

António José Seguro chega esta tarde a Espanha para a primeira visita oficial ao estrangeiro. O chefe de Estado escolheu Madri para reforçar os laços de amizade entre os dois países.

António José Seguro vai estar em Madri entre hoje e amanhã. Chega esta tarde para um encontro com jovens portugueses na embaixada da capital espanhola. Isso mesmo nos explica a enviada especial da Rádio Observador a Madri, a Carla Jorge Carvalho.

O programa oficial do presidente começa hoje. Arranca hoje da parte da tarde, logo a seguir ao almoço. Seguro vai receber na embaixada portuguesa jovens portugueses que estudam e vivem aqui em Espanha. Não sabemos ainda quem são esses jovens, que experiências é que eles poderão relatar ao chefe de Estado português, mas aqui no exercício de tentar perceber o que é a comunidade portuguesa em Espanha ou em Madri, em concreto, estivemos a olhar para os resultados das últimas eleições presidenciais, que nos dá um retrato daquilo que são as escolhas e a forma como os portugueses olham para a vida política portuguesa. Na primeira volta das presidenciais, Seguro não foi o mais votado, foi sim, com uma distância bastante larga, João Cotrim Figueiredo. Seguro ficou em segundo e André Ventura em terceiro. As coisas mudaram completamente na segunda volta e esmagadoramente Seguro foi o candidato mais votado por entre os eleitores portugueses que vivem na área de Madri. Mas conta hoje, como dizíamos, temos este encontro com os jovens portugueses que estudam e que vivem. Isto fazendo contas com a diferença horária entre Portugal e Espanha, que é mais uma hora aqui em Espanha, quer dizer que o encontro há de começar mais ou menos quando a bola começar a rolar em Alvalade.

Reportagem da Carla Jorge Carvalho, enviada especial do Observador a Madri para acompanhar a primeira visita oficial de António José Seguro ao estrangeiro. Amanhã, no segundo dia de visita, António José Seguro tem encontros com o rei Filipe VI e com o chefe do governo espanhol, Pedro Sánchez.

E o papa Leão XIV elogia o cessar-fogo no Líbano e apela para que os líderes mundiais se entendam para que o mesmo aconteça em todo o Médio Oriente.

Apelo deixado na oração do Regina Coeli, em Angola. O Leão XIV está de visita ao país. Presidiu esta manhã à missa, no complexo residencial do Kilamba, a 30 km de Luanda. Na oração, no final da missa, o papa elogiou o entendimento alcançado para o cessar-fogo no Líbano.

A trégua anunciada no Líbano é motivo de esperança, representando um sinal de alívio para o povo libanês e para o Levante. Encorajo aqueles que se têm empenhado na busca de uma solução diplomática a prosseguirem os diálogos de paz, para que o fim das hostilidades em todo o Médio Oriente se torne permanente

O Papa lamentou ainda o intensificar dos ataques contra a Ucrânia e reitera o apelo para o fim do conflito. Diz ainda Leão XIV que espera que se siga o caminho do diálogo.

No Médio Oriente, o Irão impediu dois petroleiros de atravessar o Estreito de Ormuz.

A informação é revelada pela agência iraniana Tasnim, que não dá mais detalhes sobre que navios eram e com que bandeira navegavam. Diz apenas que as Forças Armadas iranianas impediram, neste domingo, dois petroleiros de atravessarem o Estreito de Ormuz. Já ontem, as forças da Guarda Revolucionária do Irão agiram de forma semelhante, com navios a serem impedidos de avançar. Nos Estados Unidos, Donald Trump acusa o Irão de estar a violar o cessar-fogo com gravidade. Ainda assim, o presidente norte-americano aponta para um sucesso em relação a um acordo de paz. É o que avança um jornalista da ABC News que esteve à conversa com Donald Trump.

Entretanto, o Irão admite que as negociações com os Estados Unidos avançaram, mas avisa que o acordo final de paz ainda está longe. Em causa, está o Estreito de Ormuz.

É o que afirma o presidente do Parlamento e principal negociador do Irão, em entrevista à televisão estatal do país. Explica que em alguns pontos as duas partes já chegaram a conclusões, mas há outros em que ainda estão longe de chegar a um acordo. Isto depois do Irão ter voltado a fechar o Estreito de Ormuz porque os Estados Unidos mantiveram o bloqueio naval aos portos iranianos. Na análise, o coronel José do Carmo explica que o contexto atual não é favorável a nenhuma das partes envolvidas e, por isso, antecipa que esta troca de avisos vai continuar nos próximos tempos.

Trump, o que é que fará? Vai ceder? Eu não creio que o faça assim. Por outro lado, mantém aberta a porta das negociações no sentido em que: "Ok, fizeram isto, nós vamos manter o bloqueio, façam como quiserem, mas vamos negociar". Por outro lado, o Irão já vem dizendo que isto vai demorar tempo, que o que querem agora é estabelecer um quadro de negociação e não um acordo já feito assim acelerado. Portanto, está-se aqui a jogar duro, mas o tempo não corre politicamente a favor de Trump, nem corre militarmente e economicamente a favor do Irão.

Análise do coronel José do Carmo no Gabinete de Guerra, na Rádio Observador. Nas últimas horas, Donald Trump também falou em boas conversas com o Irão. Ontem disse, na Casa Branca, que o país iraniano não vai poder chantagear os Estados Unidos da América.

A fechar, a Comissão Europeia vai propor maior recurso ao teletrabalho para atenuar a crise energética.

Está já a ser preparado um conjunto de medidas para reduzir o consumo de combustíveis fósseis para aliviar o aumento dos preços da energia. Segundo um documento preliminar citado pelo Financial Times, os Estados-membros da União Europeia vão ser encorajados a adotar pelo menos um dia de trabalho remoto por semana, sempre que possível, bem como a subsidiar transportes públicos e reduzir o IVA em equipamentos como bombas de calor, caldeiras e painéis solares. O objetivo é garantir alívio imediato face aos custos energéticos que estão a aumentar. As propostas seguem a linha de medidas adotadas durante a crise energética, depois da Rússia ter invadido a Ucrânia. Apesar disso, os responsáveis europeus sublinham que se trata de recomendações e não de imposições por parte da Comissão Europeia.

Notícia de fecho do Jornal das Duas.