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Informação? Jornal das 7, com edição do José Rafael Lopes. E José, Luís Montenegro aumentou os objetivos salariais para o país. O primeiro-ministro quer que o salário mínimo chegue aos € 1.600.
É uma revisão em alta, um dia depois ter falado em valores mais baixos, no encerramento do 10º Congresso Nacional dos Autarcas Sociais Democratas, no Porto. Luís Montenegro diz que pretende um salário mínimo na casa dos € 1.600 e um salário médio de € 3.000 em Portugal. O primeiro-ministro sublinha também a ambição do executivo no crescimento econômico, com crescimento bem acima dos 2%. Declarações de Luís Montenegro, aqui um registo da Agência Lusa, a dar conta desse objetivo de aumentar os objetivos salariais no país.
E José, urgências, cuidados paliativos e pensos estão abrangidos pelos serviços mínimos na greve geral de dia 11.
Foram definidos pelo Tribunal Arbitral do Conselho Econômico e Social. São cobertos pelos serviços mínimos os blocos operatórios dos serviços de urgência, os serviços de internamento, assim como os cuidados paliativos, intensivos e hemodiálise, bem como os tratamentos de oncologia. Estão ainda abrangidos os procedimentos para interrupção voluntária de gravidez, assim como a recolha de órgãos e transplantes. Para cumprir estes serviços mínimos, devem ser escalados os profissionais correspondentes a um domingo ou a um feriado. Já no INEM, o presidente do instituto pede responsabilidade aos trabalhadores para assegurarem os serviços mínimos na greve geral. São declarações de Luís Cabral, em entrevista à SIC. Também nos transportes, a circulação de comboios, barcos e da Carris em Lisboa vão estar abrangidos por serviços mínimos. De fora, fica o Metropolitano.
E Marques Mendes considera a greve geral legítima e pede que não se fechem as portas de negociação.
O candidato presidencial escusa-se a comentar as declarações do primeiro-ministro no debate quinzenal. Luís Montenegro disse que esta é uma greve sem sentido e com motivação política. Para Marques Mendes, a greve tem razão de existir e é um dos direitos do sindicato.
A greve é legítima. Os sindicatos têm o direito a fazer a greve. Vai criar transtornos às pessoas? Claro que vai, mas a greve é legítima. Para mim, o mais importante não é isso. E, portanto, também aqui mantenho a minha coerência. O mais importante é que mesmo depois da greve, continue a haver negociação entre o governo e a UGT e, evidentemente, as entidades patronais. Mas do lado sindical, que não se fechem as portas. Ora, aquilo que nos últimos dias aconteceu é muitíssimo positivo. Não é muito, é muitíssimo positivo. É que governo e UGT disseram de uma forma muito clara que estão disponíveis para, mesmo depois da greve, continuarem a negociar. Isso foi aquilo que eu sempre pedi.
Luís Marques Mendes, candidato presidencial às eleições do próximo ano. Já sobre as propostas da Comissão Técnica Independente do INEM, de juntar as chamadas do 112 com a linha SNS 24, Luís Marques Mendes entende que é matéria de governo e que não cabe a um presidente da República comentar.
Também João Cotrim Figueiredo considera que a greve não é uma ação partidária.
Ao contrário do primeiro-ministro, que no debate quinzenal apelidou a greve geral de ação política e sem sentido, João Cotrim Figueiredo admite que não faz a mesma leitura. O candidato presidencial, apoiado pela Iniciativa Liberal, entende que pelo menos parte da UGT não existe essa motivação e que a greve, enquanto não existem acordos, é um desfecho legítimo.
Não consigo qualificá-la como tal. Acho que tem motivações políticas do lado da CGTP, certamente, como sempre tem tido. Do lado da UGT, não me parece que tenha havido essa motivação inicial. Portanto, trata-se de uma divergência sobre o conteúdo do pacote laboral, em que a greve, não havendo acordo, é um desfecho legítimo. Portanto, nas greves, há direitos que devem ser respeitados, o direito à greve, para começar, mas também há direitos das pessoas que querem trabalhar, também devem ser tidos em conta, e isso nunca é discutido.
Declarações de João Cotrim Figueiredo, candidato presidencial, aos jornalistas de visita a Ponte de Sor, no distrito de Portalegre.
José, a Parques de Sintra foi eleita a melhor empresa do mundo em conservação nos World Travel Awards.
É a 13ª conquista consecutiva da empresa neste evento. Em entrevista à Rádio Observador, o presidente do Conselho de Administração da Parques de Sintra diz que apesar do prêmio ter sido ganho de novo, sente que esta é uma vitória quase como se fosse a primeira vez.
A Parques de Sintra gere o patrimônio cultural do Conselho de Sintra, como os monumentos do Palácio Nacional da Pena, do Palácio Nacional de Sintra, Monserrate, e trabalhamos todos os dias para oferecer visitas culturais de melhor qualidade e salvaguardar e manter o patrimônio que nos é afeto sobre gestão. E este prêmio é também um dos reconhecimentos internacional que esse trabalho é bem feito e pelo menos há 13 anos que estamos a ser reconhecidos por isso. Mas cada prêmio é como se fosse a primeira vez que o recebemos.
As palavras de João Sousa Rêgo, em entrevista na Rádio Observador, que explica ainda que o segredo por trás deste sucesso é a inovação.
Nós temos que nos inovar. Não podemos fazer sempre o mesmo Que fomos fazendo aos 25 anos. E é essa a grande matriz da empresa, é a capacidade de inovar. As equipes técnicas da Parques de Sintra estão organizadas para trabalhar, cumprir os objetivos, arriscar, monitorizar e avaliar as decisões que tomaram, para nos permitir tomar boas decisões e criar soluções inovadoras no patrimônio cultural.
João Sousa Rego, entrevista na Rádio Observador. Entrega deste prêmio à Parques de Sintra coincide com o 36º aniversário da elevação da paisagem cultural de Sintra a patrimônio da humanidade pela UNESCO.
E um grupo de estudantes e trabalhadores guineenses manifestaram-se hoje em Lisboa para denunciar o golpe militar ocorrido em 26 de novembro na Guiné-Bissau. Dizem que não há democracia no país.
Foram mais de 50 pessoas junto ao Rossio. Falam num golpe militar fantoche com o único objetivo de tentar evitar a divulgação dos resultados eleitorais. Estes manifestantes exigem ainda a conclusão do processo. Um dos organizadores, Mamadu Djalo, diz que há uma sabotagem contra a vontade popular do povo guineense.
O povo guineense foi às urnas, expressou a sua vontade e houve quem queira que a vontade popular guineense não seja expressa. Ou seja, houve uma sabotagem da vontade popular do povo guineense, porque houve um falso golpe que não permitiu que o processo seja concluído, mas, na verdade, o processo já tinha quase sido concluído.
Mamadu Djalo, um dos organizadores do protesto, levado a cabo por um grupo de estudantes e trabalhadores guineenses, protestam contra o golpe de Estado que aconteceu depois das eleições presidenciais e legislativas no país. A tomada do poder pelos militares aconteceu um dia antes do anúncio dos resultados oficiais das eleições na Guiné.
Fechamos com o desporto. Portugal já conhece o calendário de jogos que vai ter no Campeonato do Mundo do próximo ano.
A seleção portuguesa vai jogar em Houston e em Miami durante a fase de grupos. A caminhada de Portugal começa no dia 17 de junho, frente ao vencedor do playoff FIFA, que ainda não é conhecido. Esse jogo está marcado para às 18h. Na segunda jornada do grupo K, onde está inserido Portugal, a seleção portuguesa enfrenta o Uzbequistão, um dos estreantes neste Campeonato do Mundo, de novo em Houston, também às 18h. A seleção fecha depois a fase de grupos com a Colômbia. Jogo em Miami, que arranca quando for 00h30. Todas estas horas são de Portugal continental. O sorteio do Campeonato do Mundo foi ontem, mas apenas hoje é que a FIFA divulgou o calendário completo da competição. O Mundial joga-se entre 11 de junho e 19 de julho do próximo ano.
É assim que fechamos este jornal das 19h.