Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Jornal das 7, com edição de Laura Figueiredo. Laura, o PS não revela o sentido do voto do partido perante a moção de censura apresentada pelo Chega, mas garante que os socialistas vão assegurar a estabilidade política no país.
José Luís Carneiro adianta que até terça-feira vai ouvir os membros do partido, do Secretariado, da Comissão Política Nacional e também os membros da Comissão Política. Ainda assim, assegura que o PS não será responsável por uma nova crise política.
Há aqueles que querem provocar uma crise política. Já o fizeram em 2025, provocar uma crise política que levou o país para eleições. Provocariam uma nova crise política ao terem chumbado o orçamento sete meses depois das eleições. Foi a responsabilidade do PS que evitou que o país fosse para eleições numa altura em que estávamos com eleições presidenciais e numa altura em que o país teve de responder à crise das tempestades. E, portanto, ao PS se deve a estabilidade política. E agora querem de novo ir para uma crise política com uma moção de censura. Aquilo que garantimos aos portugueses é que não é pelo PS que haverá crise política.
O secretário-geral do Partido Socialista acusou ainda o governo de faltar à verdade sobre as receitas obtidas com a subida do preço dos combustíveis. José Luís Carneiro insiste que o Estado está a ganhar dinheiro à custa do sacrifício dos portugueses.
O doutor Luís Montenegro, que olhe para os dados da Direção-Geral de Geologia e Energia e para os dados da Direção-Geral de Energia, o governo está a ganhar dinheiro com o sacrifício dos portugueses. Chamo a atenção que os portugueses estão a pagar agora mais €0,09 por cada litro de gasóleo e mais €0,06 por cada litro de gasolina, em comparação com abril de 2024. Entre abril de 24 e este ano, o governo ganhou, só em 24 e 25, mais 1.048 milhões de euros com o aumento dos impostos sobre os combustíveis.
Declarações do secretário-geral do PS aos jornalistas, à margem de uma visita à Feira de São Mateus, em Viseu. Ontem, o secretário-geral do PSD, Hugo Soares, tinha acusado José Luís Carneiro de estar mal-habituado e a viver no passado, quando o governo socialista de António Costa ganhava dinheiro com o aumento do preço dos combustíveis, nas palavras de Hugo Soares.
E Laura, destaque a esta hora para o encerramento da Festa do Avante, tradicional rentrée política do PCP.
Depois de três dias, chega ao fim a festa comunista, que este ano assinala os 50 anos. Na Quinta da Atalaia, no Seixal, está a repórter da Rádio Observador, David Bilão. David, boa tarde. O secretário-geral do PCP está a esta hora a fazer o discurso de encerramento.
O comício político do PCP está a ocorrer. Paulo Raimundo está agora a discursar na Quinta da Atalaia, no Seixal, naquele que é o terceiro e último dia da Festa do Avante. Um discurso particularmente simbólico, já que marca os 50 anos desta festa. Ora, Paulo Raimundo tem percorrido e criticado todas as políticas seguidas pelo governo. Falou do assalto à Segurança Social, da privatização da TAP e do Orçamento de Estado. No início do discurso, foi também marcado pela solidariedade com a Venezuela e com o povo cubano. E ainda antes de Paulo Raimundo iniciar o discurso, este comício teve uma presença inesperada. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, fez representar em vídeo onde saudou o partido e falou da situação atual de Cuba. Muitas vozes em uníssono gritaram: "Cuba vencerá, Cuba vencerá!" E, portanto, esta presença de Miguel Díaz-Canel faz sentido na medida em que Paulo Raimundo já tinha ontem apelado ao governo português para ajudar a desbloquear aquilo que considera ser um bloqueio criminoso a Cuba por parte dos Estados Unidos da América. Este discurso começou há pouco mais de meia hora e vai continuar, Laura.
David Bilão, em direto da Festa do Avante, que chega hoje ao fim, depois de três dias.
A GNR e a Polícia Marítima não confirmam qualquer desembarque de migrantes na Praia da Foz, na zona da aldeia do Meco, na península de Setúbal. É a conclusão das investigações levadas a cabo pelas forças de segurança durante o dia.
Em comunicado conjunto, as duas forças policiais confirmam a denúncia de um pescador relativa a uma embarcação de borracha que tinha dado à costa. A embarcação foi já apreendida, ficou à guarda da Polícia Marítima. No entanto, nenhum testemunho confirmou o avistamento de cerca de 20 a 30 pessoas naquele local, pelo que não se confirma também a hipotética presença desse grupo de cidadãos. O comunicado dá conta de que este é um cenário que as forças policiais já encontraram anteriormente, movimentações suspeitas ao longo da costa portuguesa, relacionadas com o tráfico de estupefacientes por via marítima e com contrabando de circulação de combustível. Ainda assim, a GNR e a Polícia Marítima vão continuar no terreno para consolidar a informação conhecida até agora e garantir a segurança.
E na Alemanha, as sondagens à boca das urnas dão a vitória ao partido da extrema-direita, a AFD, mas a maioria absoluta ainda é incerta.
As sondagens mostram que a alternativa para a Alemanha pode atingir 44% das intenções de voto no Estado federal de Saxonia-Anhalt. Ainda assim, o partido de extrema-direita pode não conseguir maioria absoluta. As sondagens à boca das urnas apontam para, no melhor dos cenários para o partido, um resultado abaixo dos 42 deputados necessários para alcançar a maioria absoluta no Parlamento Estadual de Saxonia-Anhalt. Em segundo lugar, ficaram os democratas cristãos da CDU, com cerca de 18% das intenções de voto. O partido Die Linke e o Partido Social-Democrata devem conseguir 9%. Entretanto, a CDU já veio admitir a derrota, mas garante que não está disponível para coligações. Por sua vez, o líder da AFD na Saxonia-Anhalt, o Rich Siegmund, está a apelar à formação de uma coligação, caso não consiga atingir uma maioria absoluta. Ainda assim, estipulou já como linhas vermelhas a imigração e as questões sociais.
E os enviados norte-americanos à Ucrânia estiveram hoje reunidos com Volodymyr Zelensky. Afirmam que os Estados Unidos querem criar um plano de paz duradoura e não apenas acabar com a guerra.
Steve Witkoff e Jared Kushner estão hoje em Kiev, depois de ontem terem estado reunidos com Vladimir Putin em Moscovo. No final do encontro de hoje, o presidente ucraniano disse que as reuniões foram muito importantes. Volodymyr Zelensky revelou que em cima da mesa esteve o fornecimento de mísseis de defesa aérea e também um pacote de apoio para o inverno. O chefe de Estado ucraniano afirmou ainda que é preciso fazer de tudo para que as reuniões trilaterais com a Rússia aconteçam. Também os enviados da Casa Branca falam em discussões significativas. Jared Kushner revelou que Washington pretende criar um plano de paz duradoura.
O presidente Trump envia cumprimentos. Ele obviamente está a seguir isto muito atentamente e está a trabalhar arduamente para tentar encontrar um caminho para acabar com esta guerra, mas não só para acabar com o conflito. O presidente Trump está muito focado em criar um plano que permita uma paz duradoura. O que nós estamos a fazer é tentar criar um pacote de medidas para a paz. Nós temos trabalhado muito com os nossos parceiros europeus também, porque isto tem sido uma guerra longa e dura. E quando resolvermos isto, teremos que resolver todos juntos.
Declarações de Jared Kushner, o enviado especial norte-americano. Já Steve Witkoff afirma que foram feitos progressos nas negociações e reitera que Donald Trump quer uma resolução diplomática e não cinética para o conflito. De acordo com o jornal Axis, os enviados norte-americanos disseram a Zelensky que querem um avanço concreto nas negociações antes do inverno.
Desporto agora no Jornal das 7. No Campeonato Nacional de Futebol, o Santa Clara venceu esta tarde o Rio Ave por 4 x 0 e subiu ao terceiro lugar do campeonato.
Jogo a contar para a jornada cinco do campeonato. Os açorianos têm agora 11 pontos, mais um do que o Benfica, embora as Águias tenham um jogo ainda em atraso. Para o Rio Ave, foi a segunda derrota consecutiva por 4 x 0. A equipa de Vila do Conde está em 14º lugar da tabela, com apenas três pontos conquistados.
Laura Figueiredo e o Jornal das 7.