Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Boas. Jornal das 8 na Rádio Observador, uma edição da Diana Rosa. E Diana, foi reaberta ao trânsito a Rua Morais Soares, em Arroios, uma das mais movimentadas de Lisboa, depois de ter estado cortada por causa de um incêndio.

Que deflagrou num prédio pouco depois das 17h. Os bombeiros estão a terminar os trabalhos de limpeza e ventilação do edifício. O comandante Sérgio Carvalho afirma que os moradores podem regressar a casa. Não há registro de feridos. O incêndio foi extinto em pouco mais de meia hora. No local estiveram 20 bombeiros dos Sapadores de Lisboa, seis viaturas, mas também elementos da PSP, da Polícia Municipal e do Serviço Municipal de Proteção Civil.

E Diana, 48 horas. É este o prazo dado por Donald Trump ao Irão para chegar a um acordo, ou isso, ou abrir o Estreito de Ormuz.

O presidente diz que se Teerão não aceder a nenhuma das opções, vai abater-se um inferno sobre o país. É a ameaça de Trump nas redes sociais, depois de ter dado 10 dias ao Irão para cumprir precisamente um destes dois pontos. O chefe de Estado norte-americano decide agora encurtar o prazo. Diz que o tempo está a acabar.

E o Estreito de Ormuz até esteve reaberto, Diana, mas não para a passagem de navios petroleiros.

O Irão ordenou a passagem a navios de bens essenciais. O acesso continua cortado ao transporte de petróleo. A informação é partilhada por agências de notícias iranianas. Ainda hoje, as forças do Irão atacaram o navio com a bandeira de Israel, que tentava passar pelo estreito.

E a DECO Proteste acusa o governo de hipocrisia por querer taxar os lucros extraordinários das petrolíferas. A defesa do consumidor não tem dúvidas, é o Estado que está a encaixar a receita fiscal extra, por exemplo, na garrafa de gás.

O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e outros quatro ministros da União Europeia propuseram criar um imposto às energéticas, por causa dos lucros extraordinários na sequência do conflito no Irão. O objetivo seria passar uma mensagem clara às empresas que estão a lucrar com as consequências da guerra. Mas à Rádio Observador, Pedro Silva, analista de mercados energéticos da DECO, acusa o Estado de estar a ganhar lucros caídos do céu.

Os aumentos de preços, que já se começaram a verificar, a garrafa de gás de 13 quilos aumentou de 34 para valores que já estão, neste momento, a chegar à casa dos 37, 38, ou chegarão muito em breve, sobre isto incide IVA. E portanto, há aqui uma receita que o Estado não está a devolver, seja por via de ISP, seja por algo muito mais óbvio, que é tratar um serviço público essencial, que é o gás engarrafado, da mesma forma que trata eletricidade e gás natural, que na maioria das faturas é taxado a 6%. No caso do gás engarrafado, continua a ser um bem de luxo, taxado a 23%, e que quando some, é o lucro caído do céu para o Estado.

Pedro Silva não tem dúvidas, a crise energética pode prolongar-se pelo menos até o final do ano.

Estamos perante uma crise energética que, ainda que hoje o Estreito de Ormuz fosse totalmente aberto à navegação, não se resolveria num prazo, provavelmente, antes do final deste verão. Portanto, o ano de 2026 vai continuar a ter aqui alguma tensão, uma vez que vai demorar tempo até que tudo se regularize.

Ouvimos aqui Pedro Silva, o analista de mercados energéticos.

Quatro urgências hospitalares estão hoje encerradas, Diana, de norte a sul do país.

Três delas de obstetrícia, outra de pediatria, é o que indicam as escalas publicadas no portal do Serviço Nacional de Saúde. Fecharam as portas as urgências de ginecologia dos hospitais de Santarém e Abrantes, também o hospital de Portimão. No caso da pediatria, está encerrado o serviço em Torres Vedras, Vicente.

Há, no entanto, urgências que apesar de estarem a funcionar, estão condicionadas, Diana, atendem apenas os casos que são encaminhados pelo INEM.

Precisamente, é o caso das urgências de ginecologia e obstetrícia dos hospitais de Braga, também Amadora-Sintra, Santo André em Leiria e Infante Dom Pedro, igualmente em Leiria. As autoridades de saúde apelam à população para que antes de se deslocar a uma urgência, contactem a linha SNS 24.

E Diana, o cabaz de bens essenciais atingiu o valor mais caro de sempre. Ainda assim, nesta Páscoa, os portugueses vão ter de pagar mais para ter o tradicional cabrito e o folar à mesa nesta Páscoa.

E notam isso mesmo na carteira, Vicente. O Observador passou a manhã no Mercado de Lisboa, numa altura em que o cabaz essencial ultrapassou os €254. A população queixa-se dos aumentos. No talho, o cabrito continua a ser procurado, diz o talhante José Silva, ao repórter Ricardo Lopes, mas o preço subiu e não foi pouco.

Hoje e ontem havia bastantes encomendas e saiu bastante mesmo.

E diga-me uma coisa, qual é o preço do cabrito por quilo? Aumentou muito comparativamente ao do ano passado?

Ao do ano passado, aumentou. Está €25 o quilo.

E recorda-se quanto é que estava o ano passado?

O ano passado devia estar na casa dos 19,5, 20.

O tradicional folar também tem procura, ainda que Sandra Mira, dona de uma padaria, tenha vendido os folares que tinha para esta manhã. Confessa que também teve de ajustar o preço.

E do bolo para a bola, no desporto, hoje é noite de futebol. A norte do país, no Dragão, o Porto vai receber a equipe do Famalicão.

Para a jornada 28 do campeonato, Vicente, e com o Sporting à perna, o interesse é mais do que nunca ganhar. É um jogo que vai contar com o relato do Pedro Fernandes, que está conosco em direto nesta edição. Pedro, boa noite. Bem-vindo a este Jornal das 8. Queremos saber os 11 para esta partida, mas também que nos descrevas o ambiente que vês no estádio em véspera de domingo de Páscoa. Por qual é que preferes começar?

Diana, vou começar exatamente pelo ambiente, onde se espera hoje casa cheia aqui no Estádio do Dragão. Esse jogo que é, sem dúvida, um dos jogos mais interessantes desta 28ª jornada, sobretudo depois do regresso da liga, após essa pausa internacional para os jogos da Seleção Nacional. O Porto hoje a defrontar este Famalicão e penso que encerra um capítulo de defrontar os seis primeiros classificados da liga. Por isso, se calhar, o jogo mais complicado do Porto até o final da época e o treinador Farioli a operar três alterações em relação à vitória frente ao Sporting Braga, uma forçada, já que Gavri Veiga está castigado e não pode ser opção para 11 do Futebol Clube do Porto e a promover mais dois regressos com Alberto Costa a ser titular, juntamente também com Taron Moffi. Do outro lado, o Famalicão a fazer uma grande época. Hugo Oliveira não faz nenhuma alteração em relação à vitória frente ao Nacional. Por isso, equipa que ganha, não se mexe e é com a mesma equipa que confrontou o Nacional que parte para este duelo frente à equipa do Futebol Clube do Porto. 11 do Porto, Diogo Costa é o guarda-redes, Alberto Costa, Jan Bednarek, Jakub Kiwior e Zaidu na defesa, o meio-campo com Alan Varela, Viktor Kluivert e Rodrigo Mora. Na frente do ataque, Taron Moffi, para a esquerda, Óskar Pietrzak e Pepe. Quanto à formação do Famalicão, Lazar Carević é o guarda-redes, Rodrigo Pinheiro, Jefferson Dias, Ibrahima Bá e Rafa Soares, quarteto defensivo, Matias Amorim e Tom Van de Looi no meio-campo, à direita Gil Dias, à esquerda Sorriso e no apoio Simon Eliseu, o internacional sub-21, Gustavo Sá. Quanto ao árbitro, viajou da Guarda, é o senhor Sérgio Galho, será assistido por João Bessa e Silva e André Ferreira, o quarto árbitro é Iancu Vasilesca. O VAR estará entregue a Manuel Mota e Paulo Miranda. As equipes já a fazerem o aquecimento no relvado, excelente relvado do Estádio do Dragão, com promessa de casa cheia e para assistir aqui na sua Rádio Observador, sensivelmente daqui a 20 minutos.

Obrigada, Pedro Fernandes, e com os Blackies em fundo, esse buzeirão que vai trazer também o relato do Futebol Clube do Porto-Famalicão, já a seguir a este jornal, Vicente, numa emissão que é conduzida por ti, como é habitual.

E que vai contar com os comentários do Filipe Coelho, também do Luís Pinto Coelho e do Pedro Henriques. O relato, como acabamos de ouvir, está a cargo do Pedro Fernandes. Arranca logo depois desta edição das 8, na qual, Diana Rosa, e com 10 minutos para lá da hora certa, atualizamos sem informação de âmbito local.

Em Sacavém, as festas da cidade estão de volta. De 4 a 10 de junho, decorrem na Rua da Mina de São Domingos. Vão ter música, comida, claro, carroceis e bancas de artesanato. O habitual das festas populares, que este ano, em Sacavém, no Conselho de Loures, terminam no dia 10 de junho, feriado e Dia de Portugal. Foi inaugurada em Alcobaça a segunda fase do projeto Nova Alcobaça. Trata-se de um loteamento com 280 mil m², tem espaço para construir quase 900 casas. Hermínio Rodrigues, autarca, fala de um ponto final num impasse urbanístico de quase duas décadas. Leiria, Caldas da Rainha e Ourém vão receber mais de 2 milhões de euros em apoio da rede de teatros e cineteatros portugueses para as obras de requalificação. O Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, e o Teatro Municipal de Ourém vão receber cada um 800 mil €. Quanto ao Centro Cultural das Caldas, vai receber 600 mil. No Seixal, arranca amanhã mais uma edição das comemorações do Dia Mundial da Atividade Física e da Saúde. O programa estende-se até ao dia 16, inclui workshops e, importante, rastreios gratuitos. A iniciativa promovida pela Câmara Municipal tem o objetivo de destacar a importância de um estilo de vida ativo e saudável. Mais de uma centena de automóveis clássicos vai estar amanhã na Maia. O evento Café com Clássicos no Coreto acontece nos Jardins também do Coreto e destina-se a todos os públicos, desde os amantes de carros antigos até às famílias em geral. A entrada é gratuita. O Festival Ovar em Jazz regressa na próxima semana ao Centro Cultural de Arte de Ovar. A programação arranca na quarta-feira com o concerto da brasileira Anna Setton, estende-se até sábado. O encerramento fica a cargo da Orquestra de Jazz do Hot Club, acompanhada pelo saxofonista John O'Gallagher.

Notícias de regresso à antena da Rádio Observador, também com edição da Diana Rosa, no intervalo do jogo entre Futebol Clube do Porto e Famalicão, que tem o apito inicial marcado para às 20h30. Emissão de esporte para acompanhar esse jogo já a seguir. Berta, já a seguir aqui na Rádio Observador. Diana Rosa, contamos contigo. Até já.

Até logo. Até já.

Já a seguir, não perca o relato em direto do Futebol Clube do Porto-Famalicão.