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Pacote laboral.

Jornal das 8, com Ricardo Loureiro. E Ricardo, o Mundial 2026 está mesmo a terminar o Argentina-Áustria. É a segunda jornada do grupo J.

Reta final da partida e desde já um recorde: o de Lionel Messi, voltou a marcar e apontou os dois gols na vitória da seleção argentina sobre a Áustria por 2 x 0, o que coloca o astro albiceleste com o título de melhor marcador de sempre em Campeonatos do Mundo, com 17 gols. Messi que tinha o mesmo número de gols do germânico Klose. Com o triunfo, a Argentina garantiu o apuramento para os 16 avos de final da prova. Para hoje, às 10 da noite, para o grupo I, Al-Fanfa, Iraque. Já na madrugada de amanhã e para o mesmo grupo, Senegal e Noruega também medem forças. Amanhã é dia de Portugal, defronte a Uzbequistão. Seis da tarde, vai poder acompanhar na Rádio Observador com emissão especial para o antes, durante e depois.

O presidente da República condecorou esta tarde o antigo presidente do Tribunal Constitucional com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.

Homenagem a José João Abrantes, que decorreu no Palácio de Belém. António José Seguro elogia o papel do ex-presidente do Tribunal Constitucional em alturas difíceis para o Palácio Ratton.

Eu próprio, ainda com curto mandato como presidente da República, fui testemunha direta dos contributos relevantes que prestou ao longo desse percurso, em especial, num momento particularmente singular e desafiante da vida da instituição, que exigiu ponderação, firmeza e elevado sentido de responsabilidade.

O elogio deixado pelo presidente da República, José João Abrantes, liderou o Tribunal Constitucional sem que todos os lugares de juiz estivessem preenchidos durante vários meses. Agora, de saída, fala em sentimento de dever cumprido.

O cargo de presidente do Tribunal Constitucional trouxe-me uma honra enorme, a maior de toda a minha vida profissional, mas trouxe também pesadas responsabilidades. Espero ter conseguido estar à altura dessa honra e dessas responsabilidades. Aqui neste tribunal aprendi muito, inclusivamente sobre mim próprio, nestes seis anos. Saio com a consciência do dever cumprido.

José João Abrantes, condecorado pelo presidente da República na Sala dos Embaixadores, no Palácio de Belém, estiveram presentes figuras como Manuel Alegre, o procurador-geral da República, Amadeu Guerra. O governo fez-se representar pelo secretário de Estado-adjunto e da Justiça.

Antes, António José Seguro recebeu o Bloco de Esquerda, que pede a saída da ministra do Trabalho depois do chumbo do pacote laboral.

Exigência de José Manuel Pureza depois de uma audiência com o presidente da República. O líder bloquista reage assim ao anúncio de Maria do Rosário Palma Ramalho no Congresso do PSD, de que ainda não desistiu de aprovar a reforma do Código do Trabalho.

Uma ministra que apostou tudo, com o patrocínio do primeiro-ministro, em fazer do pacote laboral o seu legado ao país, diante da derrota, que já era uma derrota face aos sindicatos, que já era uma derrota face à opinião pública, acrescenta uma derrota face ao Parlamento, não tem outra alternativa senão procurar outro trabalho.

José Manuel Pureza, que acusa também o presidente da Assembleia da República de estar a atrasar o processo da revisão constitucional para favorecer um eventual entendimento entre o Chega e PSD.

E na data em que se celebra o Dia Nacional da Liberdade Religiosa, o presidente da República recebeu em Belém os líderes de várias confissões radicadas em Portugal.

Para reafirmar o compromisso do povo português com a tolerância e o diálogo religioso, António José Seguro volta a usar o conceito de palavras do meio, que introduziu no discurso do Dia de Portugal, para assinalar a importância da convivência entre diferentes confissões.

No discurso do dia 10 de junho, do Dia de Portugal, disse: "Faltam-nos cada vez mais as palavras do meio". Hoje estamos perante um excelente exemplo de quão importante são essas palavras do meio, que ligam diferentes comunidades de fé numa cultura de tolerância, respeito mútuo e convivência democrática.

António José Seguro, no discurso na Sala das Bicas, no Palácio de Belém, em que ouviu também o presidente da Comissão da Liberdade Religiosa, José Vera Jardim, alertar que o desgaste das democracias pode ter consequências para a prática religiosa em Portugal e em todo o mundo.

O ministro da Presidência considera que a imigração está hoje controlada. É a reação aos dados divulgados hoje sobre os residentes em Portugal pelo Instituto Nacional de Estatística.

Os novos dados mostram que Portugal tem mais de 11 milhões de cidadãos, mais de 1 milhão e meio são estrangeiros. António Leitão Amaro afirma que o controle migratório está a produzir efeitos e defende que, sem as alterações introduzidas em 2024, o peso da população imigrante poderia ser superior.

O governo não governou na imigração com base em percepções. O governo mudou políticas porque eram necessárias, porque a imigração estava descontrolada, e esta mudança de política resultou. Hoje, a imigração estabilizou, a economia continua a ter acesso à mão de obra. As portas não estão já nem escancaradas, nem todas fechadas.

António Leitão Amaro defende que, antes dessas medidas, a imigração estava descontrolada. Apesar do crescimento populacional impulsionado pela imigração, os dados do Instituto Nacional de Estatística mostram que o envelhecimento continua a aumentar no país.

Ricardo, vamos agora a outros temas que marcam a atualidade.

Lá por fora, Donald Trump afirmou que o Irão vai concordar com a inspeção de armas como parte do acordo com os Estados Unidos da América. Mensagem deixada na rede social pelo presidente norte-americano, que já depois do porta-voz do ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, afirmado que o Irão vai continuar a trabalhar com a Agência Internacional de Energia Atômica. Voltando ao nosso país, um apelo lançado hoje pelo diretor-geral da empresa intermunicipal Águas do Ribatejo, que sensibilizou a população a um consumo responsável da água da rede pública, face ao aumento das temperaturas que nesta época de verão chegam a duplicar em relação à época de inverno. Entre as medidas em curso, Miguel Carrinho destacou à Agência Luz a necessidade da população procurar soluções alternativas para a gestão dos espaços verdes, privilegiando opções que reduzam as necessidades de rega, mantendo, ainda assim, a qualidade do ambiente urbano. Em Vila Franca de Xira, as obras de requalificação da Ponte Marechal Carmona voltaram a ter luz verde e deverão ficar concluídas dentro de dois anos, depois de uma impugnação judicial que travou os trabalhos durante mais de um ano.

Notícia de fecho do Jornal das Oito.